As meninas do Papá

Todos a conhecem como actriz mas, no final do ano passado, Maria de Medeiros começou também a cantar, aos 43 anos. E só não começou mais cedo por respeito ao pai. "Cheguei tarde à música por timidez em relação ao meu pai. Ele é um músico tão importante que eu não me atrevia a fazer nada que fosse musical", disse numa entrevista a actriz que afirma ter no maestro António Victorino d’Almeida uma das pessoas que mais admira. Em vésperas do Dia do Pai (19 de Março), a Vidas relembra-lhes alguns casos familiares de sucesso: tal pai, tal filha.

Lúcia Moniz dificilmente seguiria por outro caminho que não o do espectáculo, ou não tivesse ela começado pequenina a acompanhar os pais em concertos. 'Ainda há uns anos o meu pai ofereceu-me como prenda de Natal um CD. Eu com três anos, ele e a minha mãe a cantarmos juntos. Foi a melhor prenda que recebi até hoje', conta Lúcia, que confessa não dar um passo na vida sem pedir a opinião de Carlos Alberto Moniz.

Serenella Andrade, por seu lado, recorda-se de quando o pai, Luís Andrade, levava para casa cassetes com as músicas do Festival da Canção e ela as decorava antes do evento. Quis o destino que acabasse também na televisão. 'Hoje o meu pai é das pessoas que mais prezo na vida. Por dia falamos duas ou três vezes ao telefone', conta.

Tal como o pai, também Catarina Furtado acabou por fazer da televisão a sua vida. E a sua vida até já deu um documentário no Biography Chanel. A apresentadora não se esqueceu do pai no lançamento da respectiva biografia: 'Agradeço ao meu pai pela exigência e sentido da responsabilidade que me incutiu.'

Fonte:correio da manhã
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