segunda-feira

AS AVENTURAS DE JOÃO SEM MEDO de Palco13 - CC Malaposta - 02/11 a 17/11

SINOPSE

Cansado dos constantes lamentos dos habitantes de Chora-Que-Logo-Bebes, João Sem Medo resolve partir à descoberta do mundo, em busca de uma realidade melhor do que a que conhece. Depois de abandonar a sua terra, João vai encontrar gente que não é o que parece, que não tem a cabeça no sítio e faz tudo ao contrário, animais que falam, incham e se encolhem e vive uma série de aventuras que lhe ensina a olhar o mundo com um olhar novo e diferente. Afinal, talvez não seja preciso ir muito longe para encontrar as coisas que verdadeiramente gosta...

FICHA ARTÍSTICA

Encenação LÚCIA MONIZ e PAULO QUEDAS
Adaptação MARIA JOÃO DA ROCHA AFONSO
Interpretação ALEXANDRE CARVALHO, CATARINA COUTO SOUSA, DIOGO FIALHO, JOÃO CACHOLA
Músico FERNANDO FRIAS
Figurinos PALCO13
Design Gráfico ALEXANDRE CARVALHO
Desenho de Som JOÃO CRUZ
Desenho de Luz MARCO MEDEIROS
Fotografia de Cena ALFREDO MATOS
Produção Executiva CATARINA COUTO SOUSA
Produção PALCO13

PREÇOS

8.00€ - Bilhete Normal
6.00€ - Menores de 25 anos
6.00€ - Maiores de 65 anos
6.50€ - Grupos + 10 pessoas
Profissionais de espetáculo *
Protocolos: Cartões Câmara Municipal de Odivelas, Funcionários Câmara Municipal de Odivelas, Cartão FNAC, Colaboradores Konica Minolta e Clube P (Jornal Público)*

* Descontos efetuados na bilheteira da Malaposta, mediante apresentação do respetivo documento comprovativo do desconto.

PARA ATRAVESSAR CONTIGO O DESERTO DO MUNDO - Figueira da Foz 28/11/19


PARA ATRAVESSAR CONTIGO O DESERTO DO MUNDO
Com LÚCIA MONIZ E PEDRO LAMARES
Celebração do 10º Aniversário das 5as. de Leitura
QUINTA-FEIRA, 28 de NOVEMBRO, 21h30
Grade Auditório | 55 min. | M 16 anos | Entrada: 5,00 euros (desconto para leitores da Biblioteca Municipal)

Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade, para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhe

A amizade de Sophia e Jorge de Sena é bem conhecida, até pelas cartas publicadas. Juntos, em separado, atravessaram o deserto de um país em ditadura. Sena exilou-se, Sophia ficou. Desse afastamento físico resulta a literatura epistolar da sua correspondência. Muito além da direta, há uma profunda correspondência de propósitos. A luta pela liberdade, pela ação, pela palavra. A Sophia é doce, mas não perdoa. Exige a verdade por inteiro para não habitar meio quarto. O Sena é duro e não perdoa. Lembra-nos os que foram ?estripados, esfolados, queimados, gaseados, e os seus corpos amontoados tão anonimamente quanto haviam vivido. Juntos, colocam-nos num lugar onde somos chamados a decidir, a questionar. Um lugar onde a indiferença se mostra imperdoável.
“Para Atravessar Contigo o Deserto do Mundo” é um exercício de intertexto. Intertexto entre dois poetas, entre dois atores, intertexto de afetos e uma luta comum, entre o mundo que temos e o que queremos.


Direção: Pedro Lamares | Criação, Dramaturgia e Interpretação: Lúcia Moniz e Pedro Lamares | Direção Técnica e Desenho de Luz: Joaquim Madaíl | Produção e Difusão: Maria Miguel Coelho | Um projeto Casca de Noz | Apoio na Residência à Criação: Município da Sertã; Convento da Sertã Hotel | Apoio: Herdade da Malhadinha Nova

ticketonline

Festival Outono Vivo reforça espetáculos para atrair turistas à Praia da Vitória


O município da Praia da Vitória, na ilha Terceira, reforçou este ano a programação cultural do festival Outono Vivo, que decorre de 25 de outubro a 10 de novembro, para atrair turistas à cidade em época baixa.
"Este ano temos talvez mais oferta do que no ano passado e o que nós pretendemos é ir aumentado a oferta, mas também ao nível da qualidade", afirmou o vice-presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Carlos Armando Costa, que tem o pelouro da Cultura.
O autarca falava numa conferência de imprensa na Academia da Juventude e das Artes da Ilha Terceira, onde decorrerá parte da programação do festival.
Na sua 14.ª edição, o festival Outono Vivo volta a apostar numa feira do livro, com cerca de 50 mil exemplares, e com a presença de vários escritores, mas conta também com espetáculos de música, teatro, debates, exposições, cinema, 'workshops' e gastronomia.
Segundo Carlos Armando Costa, o festival "já é conhecido a nível nacional", o que tem facilitado o contacto com escritores e artistas, mas o município tem apostado cada vez mais na promoção do evento junto do público, começando a divulgá-lo com mais antecedência, na Feira do Livro de Lisboa.
"Fomos de imediato, mesmo ainda lá na feira, interpelados por algumas pessoas sobre o Outono Vivo, muito admiradas sobre como é que numa ilha nos Açores se fazia um evento desta natureza e isso leva-nos a crer que num futuro próximo teremos o Outono Vivo como uma marca de vinda de pessoas cá na época baixa", avançou.
Este ano, são esperados na Praia da Vitória, entre outros escritores, Miguel Sousa Tavares, José Luís Peixoto, Isabel Stilwell, Júlio Isidro, Fátima Lopes, Bagão Félix, Laborinho Lúcio e os açorianos Urbano Bettencourt e Joel Neto.
O festival vai integrar as comemorações nacionais do centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner, com um concerto liderado pelo maestro Martim Sousa Tavares, neto da escritora, com a orquestra do conservatório de Angra do Heroísmo, que terá como tema a obra "A Menina do Mar".
Serão ainda lidas partes da obra da escritora no espetáculo pela atriz terceirense Judite Parreira.
Sobem ao palco do Auditório do Ramo Grande três peças de teatro neste Outono Vivo: "E Depois do Amor - Um Encontro com Marilyn Monroe", dirigida pela brasileira Marília Pêra, com as atrizes Danielle Winits e Sara Freitas (natural da ilha Terceira); "Meninas Exemplares", com Cristina Carvalhal, Nádia Yracema e Sara Carinhas; e "Para Atravessar Contigo o Deserto do Mundo", com Lúcia Moniz e Pedro Lamares.
Será exibido também um ciclo de três filmes de Charles Chaplin e filmes escolhidos pela atriz Soraia Chaves e pelo crítico de cinema Mário Augusto, no ciclo "O Filme da Minha Vida", em parceria com o Cine-Clube da Ilha Terceira.
Quanto à música, destaca-se o concerto de António Bulcão e Mário Laginha, para assinalar os 60 anos de vida e 45 de canções do músico faialense e o lançamento de um álbum do músico terceirense Luís Bettencourt, com poesia musicada da escritora micalense Natália Correia.
Haverá ainda "Trovas de Francisco Lacerda", com Cláudia Pinto (soprano) e João Lucena e Vale (pianista), e "Suite para Flauta e Trio de Jazz", com Rodrigo Lima, Antonella Barletta, Paulo Cunha e Luís Costa, bem como concertos dos grupos locais Coro Practis e Orfeão da Praia.
O Outono Vivo apresenta três exposições, "Gineceu Androceu", de João Telmo (fotografia), "Além das Palavras", de Ana Maria Ferraz da Rosa (pintura) e uma mostra de aguarelas de Tânia Gaspar, um espetáculo de tango, debates sobre medicina e educação, e 'workshops' sobre costura, jardinagem e representação.
Com um orçamento de 30 mil euros, semelhante ao do ano passado, o festival volta a apostar na proximidade com os mais novos, com deslocações às escolas de Mário Augusto, Pedro Leitão, Ana Ventura, Lara Xavier e Pedro Lamares, e alguns restaurantes da Praia da Vitória criarão menus específicos para o evento.
Fonte: O município da Praia da Vitória, na ilha Terceira, reforçou este ano a programação cultural do festival Outono Vivo, que decorre de 25 de outubro a 10 de novembro, para atrair turistas à cidade em época baixa.
"Este ano temos talvez mais oferta do que no ano passado e o que nós pretendemos é ir aumentado a oferta, mas também ao nível da qualidade", afirmou o vice-presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Carlos Armando Costa, que tem o pelouro da Cultura.
O autarca falava numa conferência de imprensa na Academia da Juventude e das Artes da Ilha Terceira, onde decorrerá parte da programação do festival.
Na sua 14.ª edição, o festival Outono Vivo volta a apostar numa feira do livro, com cerca de 50 mil exemplares, e com a presença de vários escritores, mas conta também com espetáculos de música, teatro, debates, exposições, cinema, 'workshops' e gastronomia.
Segundo Carlos Armando Costa, o festival "já é conhecido a nível nacional", o que tem facilitado o contacto com escritores e artistas, mas o município tem apostado cada vez mais na promoção do evento junto do público, começando a divulgá-lo com mais antecedência, na Feira do Livro de Lisboa.
"Fomos de imediato, mesmo ainda lá na feira, interpelados por algumas pessoas sobre o Outono Vivo, muito admiradas sobre como é que numa ilha nos Açores se fazia um evento desta natureza e isso leva-nos a crer que num futuro próximo teremos o Outono Vivo como uma marca de vinda de pessoas cá na época baixa", avançou.
Este ano, são esperados na Praia da Vitória, entre outros escritores, Miguel Sousa Tavares, José Luís Peixoto, Isabel Stilwell, Júlio Isidro, Fátima Lopes, Bagão Félix, Laborinho Lúcio e os açorianos Urbano Bettencourt e Joel Neto.
O festival vai integrar as comemorações nacionais do centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner, com um concerto liderado pelo maestro Martim Sousa Tavares, neto da escritora, com a orquestra do conservatório de Angra do Heroísmo, que terá como tema a obra "A Menina do Mar".
Serão ainda lidas partes da obra da escritora no espetáculo pela atriz terceirense Judite Parreira.
Sobem ao palco do Auditório do Ramo Grande três peças de teatro neste Outono Vivo: "E Depois do Amor - Um Encontro com Marilyn Monroe", dirigida pela brasileira Marília Pêra, com as atrizes Danielle Winits e Sara Freitas (natural da ilha Terceira); "Meninas Exemplares", com Cristina Carvalhal, Nádia Yracema e Sara Carinhas; e "Para Atravessar Contigo o Deserto do Mundo", com Lúcia Moniz e Pedro Lamares.
Será exibido também um ciclo de três filmes de Charles Chaplin e filmes escolhidos pela atriz Soraia Chaves e pelo crítico de cinema Mário Augusto, no ciclo "O Filme da Minha Vida", em parceria com o Cine-Clube da Ilha Terceira.
Quanto à música, destaca-se o concerto de António Bulcão e Mário Laginha, para assinalar os 60 anos de vida e 45 de canções do músico faialense e o lançamento de um álbum do músico terceirense Luís Bettencourt, com poesia musicada da escritora micalense Natália Correia.
Haverá ainda "Trovas de Francisco Lacerda", com Cláudia Pinto (soprano) e João Lucena e Vale (pianista), e "Suite para Flauta e Trio de Jazz", com Rodrigo Lima, Antonella Barletta, Paulo Cunha e Luís Costa, bem como concertos dos grupos locais Coro Practis e Orfeão da Praia.
O Outono Vivo apresenta três exposições, "Gineceu Androceu", de João Telmo (fotografia), "Além das Palavras", de Ana Maria Ferraz da Rosa (pintura) e uma mostra de aguarelas de Tânia Gaspar, um espetáculo de tango, debates sobre medicina e educação, e 'workshops' sobre costura, jardinagem e representação.
Com um orçamento de 30 mil euros, semelhante ao do ano passado, o festival volta a apostar na proximidade com os mais novos, com deslocações às escolas de Mário Augusto, Pedro Leitão, Ana Ventura, Lara Xavier e Pedro Lamares, e alguns restaurantes da Praia da Vitória criarão menus específicos para o evento.

PEDRO LAMARES E LÚCIA MONIZ em Oliveira do Bairro 19/10/19

BREVE INTRODUÇÃO

PARA ATRAVESSAR CONTIGO O DESERTO DO MUNDO

Para enfrentarmos juntos o terror da mortePara ver a verdade, para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei. A amizade de Sophia e Jorge de Sena é bem conhecida, até pelas cartas publicadas. Juntos, em separado, atravessaram o deserto de um país em
ditadura. Sena exilou-se, Sophia ficou. Desse afastamento físico resulta a
literatura epistolar da sua correspondência. Muito além da direta, há uma profunda correspondência de propósitos. A luta pela liberdade, pela ação, pela palavra. A Sophia é doce, mas não perdoa. Exige a verdade por inteiro para não habitar meio quarto. O Sena é duro e não perdoa. Lembra-nos os que foram e stripados, esfolados, queimados, gaseados, e os seus corpos amontoados tão anonimamente quanto haviam vivido.
Juntos, colocam-nos num lugar onde somos chamados a decidir, a questionar. Um lugar onde a indiferença se mostra imperdoável. Para atravessar contigo o deserto do mundo é um exercício de intertexto. Intertexto entre dois poetas, entre dois atores, intertexto de afetos e uma luta comum, entre o mundo que temos e o que queremos.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda como a exatidão como a firmeza como a justiça. Apenas como elas. Mas brilha. Não na distância. Aqui, no meio de nós. Brilha

Produções: Casca de Noz

PREÇOS

5 Eur por pessoa ( Preço único)

Terra Batida – Ama(r)antes com Lúcia Moniz

terça-feira

Concerto dos Sem Espinhas (Rui Reininho, Xana, Lúcia Moniz e Fred Ferreira)

Lúcia Moniz - 7 Mares

Daniela Ruah regressa à ficção nacional: atriz vai protagonizar série da RTP1



Depois de mais de 10 anos a vestir a pele de Kensi em "Investigação Criminal: Los Angeles", Daniela Ruah vai voltar à ficção nacional. A atriz, que em 2018 apresentou o Festival Eurovisão da Canção, em Lisboa, vai protagonizar a nova série da RTP1.

Em "A Espia", Daniela Ruah vestirá a pele de Maria João Mascarenhas, uma agente dupla que trabalha para os Aliados e para os nazis. Diogo Morgado, Maria JoãoBastos, Lúcia Moniz, Marco d'Almeida, Pedro Lamares, AntónioCapelo, Adriano Luz e Adriano Carvalho também fazem parte do elenco da nova aposta do canal, anunciou a RTP.


"Lisboa. 1941. Maria João é fotógrafa e pertence a uma família de classe alta. O seu marido trabalha em Timor, ocupando-se da plantação de café da família. Quando o sogro adoece, atribui a Maria João os negócios da família. Com a sua melhor amiga é recrutada para a Rede Shell, liderada pelo Major Jack Beevor. Maria João torna-se assim espia ao serviço dos Aliados. A sua posição na empresa é fundamental para partilhar informações sobre pessoas que fogem para a América", começa por explicar o canal em comunicado.

"Na empresa conhece o misterioso engenheiro mineiro alemão Siegfried. A sua missão vai ser seduzi-lo, mas cedo descobre que este também sabe segredos seus. Nasce assim uma relação de forças opostas, tal como as da guerra, que paira no imaginário português sem nunca verdadeiramente chegar", acrescenta a RTP

Fonte : MAG

Apresentação da nova grelha de programação da RTP (19/20) - Fotos



Mais fotos da apresentação «AQUI»

terça-feira

Exerto do concerto de Apresentação de Magnolia na Aula Magna 2000

Sem Espinhas alertam para o futuro do planeta


Banda constituída para encontro da Fundação Francisco Manuel dos Santos vai dar um espetáculo para sensibilizar a situação ambiental da Terra e John Kerry também vai estar presente no encontro em Lisboa.



O encontro sobre "O Futuro do Planeta" vai reunir vários artistas num concerto único. É o que acontecerá dia 14 de setembro com a banda Sem Espinhas, constituída por Lúcia Moniz, Xana, Fred Ferreira e Rui Reininho.

A fundação pretende que a música volte a ocupar um espaço central no próximo evento, reunindo nomes consagrados da música portuguesa para o concerto que se realizará no Teatro Camões, em Lisboa, para um concerto de clássicos da canção portuguesa que de alguma forma abordem a temática do planeta e do seu futuro. A Estrela do Mar de Jorge Palma ou Anzol dos Rádio Macau são alguns dos temas escolhidos para este momento musical.

O encontro da fundação alerta para um planeta cada vez mais ameaçado pela subida das temperaturas, aumento da poluição e pelo aquecimento dos oceanos, pedindo soluções urgentes. No encontro nos dias 14 e 15 de setembro, o ex-secretário de Estado norte-americano John Kerry, a bióloga e exploradora subaquática Sylvia Earle, o ecologista Carl Safina, o escritor Paul Theroux, além de muitos outros especialistas nacionais e internacionais.

Fonte : Diário de Notícias

segunda-feira

Maratona da Leitura Sertã - Fotos

















Fotos : Vitorino Coragem

PEDRO LAMARES E LÚCIA MONIZ no Quartel Artes Dr.Alípio, Oliveira do Bairro 19/10/2019

PARA ATRAVESSAR CONTIGO O DESERTO DO MUNDO


Para enfrentarmos juntos o terror da mortePara ver a verdade, para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei. A amizade de Sophia e Jorge de Sena é bem conhecida, até pelas cartas publicadas. Juntos, em separado, atravessaram o deserto de um país em
ditadura. Sena exilou-se, Sophia ficou. Desse afastamento físico resulta a
literatura epistolar da sua correspondência. Muito além da direta, há uma profunda correspondência de propósitos. A luta pela liberdade, pela ação, pela palavra. A Sophia é doce, mas não perdoa. Exige a verdade por inteiro para não habitar meio quarto. O Sena é duro e não perdoa. Lembra-nos os que foram e stripados, esfolados, queimados, gaseados, e os seus corpos amontoados tão anonimamente quanto haviam vivido.
Juntos, colocam-nos num lugar onde somos chamados a decidir, a questionar. Um lugar onde a indiferença se mostra imperdoável. Para atravessar contigo o deserto do mundo é um exercício de intertexto. Intertexto entre dois poetas, entre dois atores, intertexto de afetos e uma luta comum, entre o mundo que temos e o que queremos.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda como a exatidão como a firmeza como a justiça. Apenas como elas. Mas brilha. Não na distância. Aqui, no meio de nós. Brilha
Produções: Casca de Noz
Bilhetes disponíveis em BOL

Entrevista - Revista Vip




Entrevista - Revista Maria


segunda-feira

Entrevista à Lúcia Moniz e Rodrigo Santoro - Faz Faísca

Video de apresentação de "Solteira e Boa Rapariga"

Solteira e Boa Rapariga à procura de namorado na RTP1

A nova série criada e realizada por Vicente Alves do Ó com Lúcia Moniz como protagonista estreia-se esta segunda-feira, às 21h, mas o primeiro episódio já está disponível no RTP Play.




Lúcia Moniz é Carla em Solteira e Boa Rapariga DR


Carla faz 40 anos e, depois de uma década sozinha e de uma visita à bruxa, decide voltar aos encontros (com a ajuda das redes sociais e do melhor amigo polícia). É esta a premissa de Solteira e Boa Rapariga, a nova série da RTP1, com Lúcia Moniz. A estreia é esta segunda-feira, às 21h, mas o primeiro dos 26 episódios já pode ser visto na RTP Play. Ao longo do decorrer da história que foi escrita e realizada por Vicente Alves do Ó e será exibida de segunda a sexta, Carla sai com vários pretendentes. Estes são interpretados por nomes que incluem os actores portugueses Jorge Corrula, Almeno Gonçalves, Graciano Dias, Philippe Leroux, Pedro Giestas, Nuno Pardal, Miguel Damião e Hugo Van Der Ding, bem como pelo brasileiro Rodrigo Santoro. É um pouco como acontecia em Appaixonados, a série de 2018 do RTP Lab em que os espectadores escolhiam com quem a protagonista saía, só que sem a parte interactiva.



Para Lúcia Moniz, é uma experiência muito desejada. A actriz, diz ao PÚBLICO, queria trabalhar com Vicente Alves do Ó e experimentar fazer comédia, género que considera nunca ter experimentado na vida (isto apesar de a sua estreia em cinema, em 2003, ter sido em O Amor Acontece, de Richard Curtis, que, enquanto guionista, é um dos mais influentes arquitectos da comédia romântica dos anos 1990 e 2000). “É um universo diferente”, explica. “O registo da série, não sei bem defini-lo, mas não é o naturalismo, nem o realismo. Aqui ultrapassa-se um bocadinho a realidade”, explica, por contraposição ao filme de Curtis, de cujo elenco também fazia parte Rodrigo Santoro.



Carla é uma tradutora lisboeta que vive sozinha e nunca teve grande sorte na vida. É desastrada, tal como a maioria das personagens que Sandra Bullock interpreta em comédias românticas. Ao ler o guião, a actriz encontrou vários pontos em comum consigo própria. “Esta característica de ser trapalhona ou tropeçar em coisas que toda a gente vê menos ela tem um bocadinho que ver comigo”, confessa, ressalvando que o criador da série não a conhecia “o suficiente” para “ir buscar essas características”. Lúcia Moniz, que também tem carreira como cantora e vem de uma família de músicos, decidiu que a personagem não deveria saber cantar, para ser ainda mais desastrosa: “Ela é tradutora, toda muito das letras e pouco dada às artes, não tem jeito para desenhar, nem para dançar. O mais difícil, para mim, foi que esse exagero não fosse demasiado e não tornasse a personagem ridícula e inverosímil”, argumenta, referindo-se aos elementos caricaturais da série – que são mais das outras personagens, como a mãe, interpretada por Helena Isabel, do que dela, na verdade.

Para fazer de Carla, Lúcia Moniz teve de aprender muito. E de descobrir os tempos próprios da comédia. “Foi muito difícil para mim, apoderar-me deles e saber manobrá-los. Não é que eu não tivesse respeito pela comédia ou pelos actores de comédia, mas quando estamos lá é que nos apercebemos da dificuldade das coisas”, diz. Ia vendo o que funcionava pelas gargalhadas que ouvia nas rodagens. “Muito disso eu vou perceber agora, se resultou ou não; a edição também é muito responsável, pode-me safar de muitas cenas como também me pode lixar”, comenta.

Fonte : Público

Quer ver Lúcia Moniz e Rodrigo Santoro 16 anos depois? “Solteira e Boa Rapariga” estreia-se na RTP


A RTP estreia na noite desta segunda-feira a série “Solteira e Boa Rapariga”, com Lúcia Moniz na pele de uma mulher que procura um companheiro. Dezasseis anos depois, a intérprete reencontra-se com Rodrigo Santoro, com quem participou em “O Amor Acontece”, em 2003.
É provavelmente, a seguir a “Sozinho em Casa”, o filme mais passado pelas televisões generalistas no Natal: “O Amor Acontece” – “Love Actually”, na versão inglesa – é uma comédia romântica que junta na mesma película a portuguesa Lúcia Moniz e o brasileiro Rodrigo Santoro.
Dezasseis anos e uma grande amizade depois, os dois voltam a estar juntos, agora em “Solteira e Boa Rapariga”, a série que a RTP estreia esta segunda-feira às 21.00 H.
“Nós mantemos uma amizade de longa distância, por email e whatsapp. Sempre que ele vem a Portugal dá-me um sinal, mas às vezes não conseguimos ver-nos. Mostrámos sempre vontade de voltar a trabalhar juntos. Quando surgiu esta possibilidade eu liguei ao Rodrigo e ele aceitou logo”, começa por referir Lúcia Moniz.
“Leu o guião, houve uma partilha de ideias, mas voltou logo uma vontade de estar connosco”, acrescenta a artista, que tem em Rodrigo Santoro um dos seus pretendentes na série. Será que é com o brasileiro que a personagem vai ficar no fim?
TEXTO: Rui Pedro Pereira
Fonte : N-TV

Entrevista Tv Guia 26/07/2019






quarta-feira

Portugal: Conheça os nomeados dos 'Troféus Impala de Televisão 2019'


O grupo Impala revelou, recentemente, os nomeados para os Troféus Impala de Televisão 2019. Ella Nor, Lúcia Moniz, Vasco Palmeirim, Filomena Cautela, Catarina Furtado e o documentário 'All Aboard - Dentro da Eurovisão 2018' são alguns dos nomeados.


O grupo Impala revelou, recentemente, os nomeados das 24 categorias dos Troféus Impala de Televisão 2019, edição que assinala o 10.º aniversário da criação das premiações. Nuno Vaz (responsável pela área de Desenvolvimento de conteúdos da RTP), Aida Pinto (Subdirectora de Programação de Antena e Grelha da SIC), Margarida Vitória Pereira (directora-adjunta de Antena e Programas da TVI), Paula Rodrigues (directora-geral de Publicações da Impala), Vítor Crisótomo (director da TV7 Dias), João Diogo Ferreira (central director of tv content da NOS) e Tiago Silva Lopes (Content and TV product director da MEO) tiveram a árdua tarefa de escolher os 120 nomeados das 24 categorias em causa.

"Bang", tema de Ella Nor (nome artístico de Leonor Andrade, representante de Portugal no Festival Eurovisão 2015), está nomeada para Melhor Canção de Genérico, juntamente com canções de Carlão, Silk & Moulinex, HMB, Rodrigo Leão e Blaya. Por outro lado, Lúcia Moniz, sexta classificada no Festival Eurovisão de 1996, está nomeada para Melhor Atriz devido à sua participação em 'Soldado Milhões', da RTP1.

Vasco Palmeirim, responsável pela condução do Festival da Canção de 2019, está nomeado para Melhor Apresentador pela condução de Joker e The Voice, enquanto Catarina Furtado e Filomena Cautela, apresentadoras do Festival Eurovisão 2018, estão nomeadas para Melhor Apresentadora. Por fim, o documentário 'All Aboard - Dentro da Eurovisão 2018', que contou com a colaboração do ESCPORTUGAL, está nomeado para Melhor Reportagem/Documentário

Aceda AQUI a todos os nomeados.

Fonte : ESCPortugal

Apresentação de "Solteira e Boa Rapariga" - Faz Faísca

terça-feira

Promo de estreia Solteira e Boa Rapariga: Dia 29 de julho, às 21h00, na RTP1

Lúcia Moniz procura o par perfeito na RTP1… e vai reencontrar amor antigo!

Lúcia Moniz vai ter encontros amorosos com mais de duas dezenas de homens. A atriz dá vida a Carla, a protagonista de Solteira e Boa Rapariga, a nova série da RTP1, que estreia a 29 de julho.

Solteira e Boa Rapariga vai aquecer as noites de Verão da RTP1. A série, da autoria de Vicente Alves do Ó e protagonizada por Lúcia Moniz, estreia a 29 de julho às 21h00, e vai estar no ar todos os dias da semana.
A série, uma comédia entre o romântico e o absurdo, conta a história de Carla, uma mulher solteira de 40 anos que ainda sonha com o príncipe encantado, vai ter nada mais nada menos do que 26 encontros amorosos (retratados em cada um dos episódios), na esperança de, num deles, conhecer o homem que a vai levar ao altar.
«O registo de comédia foi uma coisa completamente nova. Nunca tinha feito nada assim. Foi mesmo um desafio completamente às cegas. O Vicente arriscou, eu adorei e tenho muita vontade de voltar a fazer comédia», começa por dizer Lúcia Moniz.
Apesar de a sua personagem utilizar uma aplicação de encontros amorosos para conhecer os potenciais candidatos a namorado, Lúcia Moniz revela que nunca recorreu a estas tecnologias. «Para mim, é inconcebível ter um relacionamento através das redes sociais (risos)», explica. «Ela não está desesperada. Acho que o raciocínio é ‘é possível viver sem amor? É. Mas não é a mesma coisa’».

Rodrigo Santoro aceitou logo o convite


Em Solteira e Boa Rapariga, Lúcia Moniz vai ter como pretendente nada mais nada menos do que Rodrigo Santoro. A atriz portuguesa e o brasileiro fazem parte do elenco de uma das comédias mais emblemáticas das últimas décadas, O Amor Acontece, rodada em 2003.
Recorde Lúcia Moniz em O Amor Acontece
Apesar de nunca terem contracenado no filme, Lúcia Moniz e Rodrigo Santoro mantiveram uma relação de amizade. Tanto que foi a protagonista da série quem convidou o ator brasileiro para participar em Solteira e Boa Rapariga.
«Fui eu que fiz o contacto, pelo facto de sermos amigos. Ele veio cá à estreia de O Amor Acontece e nós mantemos uma amizade à distância. Nestes 15 anos, mostrámos sempre vontade de trabalhar juntos. Como surgiu esta possibilidade, eu liguei ao Rodrigo e disse ‘olha, eu acho que é desta!’».
Recorde Rodrigo Santoro em O Amor Acontece
Rodrigo Santoro «aceitou logo» o convite, após ler o guião e partilhar ideias com Vicente Alves do Ó. Resta saber se será David (personagem interpretada por Santoro) o par ideal de Carla.

Solteira e Boa Rapariga estreia-se a 29 de julho às 21h00

Texto: Raquel Costa | Fotos: RTP
Fonte : TV7 Dias

Lúcia Moniz à procura de namorado em série


"Expectante", é assim que Lúcia Moniz se apresenta antes da estreia da série "Solteira e boa rapariga", na RTP1, que protagoniza. Ela é Carla e, a partir do dia 29, o telespetador vai testemunhar 25 encontros em busca do homem ideal.
Para a atriz, o desafio foi "um voto de confiança cega de Vicente Alves do Ó [o realizador]" que a convidou "para o registo cómico" nunca antes experimentado. Por ser inédito, "não foi fácil despertar esse lado". "Foi um terreno que teve de ser desbravado, sempre com o Vicente a dirigir-me, o que também facilitou. E o ambiente também foi ótimo, ajudando-me a encontrar o registo pretendido. Mas não foi pera doce", contou ao JN.
Em paralelo, Lúcia tem outros projetos em andamento e até estava "a fazer as malas para ir para Londres". "Vou filmar, a partir de sexta-feira [amanhã), o "Listen" da Ana Rocha de Sousa, com coprodução inglesa, durante umas cinco semanas", revelou. A história retrata a vida de um casal português que trabalha na capital britânica, cujos filhos são levados pelos serviços sociais. Um deles é surdo e a artista teve "e quis aprender língua gestual".
"Espelho d'água" na SIC foi a última novela que fez, assumindo que está agora mais virada para "cinema e teatro e há que aproveitar a maré". No palco, o derradeiro trabalho foi como encenadora, com uma peça infantil, "As aventuras de João sem medo" e "correu muito bem". O espetáculo será reposto no final do ano, no Centro Cultural da Malaposta, em Odivelas.
Além da representação, Lúcia também tem carreira na música e já representou Portugal no Festival da Eurovisão, mas "cantar está um bocadinho de molho". Porém, foi desafiada pelo amigo e realizador Sérgio Graciano "para escrever a banda sonora do seu novo filme".
A nível pessoal, a atriz mantém a discrição que sempre a caracterizou, deixando apenas escapar que, tal como na série que protagoniza, está "solteira e boa rapariga". Faltou saber se tem tantos pretendentes como a personagem. "Promovo o meu trabalho e não a minha vida pessoal", justificou. Mãe de Júlia, de 15 anos, vê a adolescência como "uma fase curiosa e também de reflexos da educação" que a jovem tem recebido, e isso "traz doses de orgulho".
Fonte : JN

Solteira e Boa Rapariga - Fotos da Apresentação

































Fonte : RTP

AS AVENTURAS DE JOÃO SEM MEDO de Palco13 - CC Malaposta - 02/11 a 17/11

SINOPSE Cansado dos constantes lamentos dos habitantes de Chora-Que-Logo-Bebes, João Sem Medo resolve partir à descoberta do mundo, em ...