segunda-feira

Entrevista à Lúcia Moniz e Rodrigo Santoro - Faz Faísca

Video de apresentação de "Solteira e Boa Rapariga"

Solteira e Boa Rapariga à procura de namorado na RTP1

A nova série criada e realizada por Vicente Alves do Ó com Lúcia Moniz como protagonista estreia-se esta segunda-feira, às 21h, mas o primeiro episódio já está disponível no RTP Play.




Lúcia Moniz é Carla em Solteira e Boa Rapariga DR


Carla faz 40 anos e, depois de uma década sozinha e de uma visita à bruxa, decide voltar aos encontros (com a ajuda das redes sociais e do melhor amigo polícia). É esta a premissa de Solteira e Boa Rapariga, a nova série da RTP1, com Lúcia Moniz. A estreia é esta segunda-feira, às 21h, mas o primeiro dos 26 episódios já pode ser visto na RTP Play. Ao longo do decorrer da história que foi escrita e realizada por Vicente Alves do Ó e será exibida de segunda a sexta, Carla sai com vários pretendentes. Estes são interpretados por nomes que incluem os actores portugueses Jorge Corrula, Almeno Gonçalves, Graciano Dias, Philippe Leroux, Pedro Giestas, Nuno Pardal, Miguel Damião e Hugo Van Der Ding, bem como pelo brasileiro Rodrigo Santoro. É um pouco como acontecia em Appaixonados, a série de 2018 do RTP Lab em que os espectadores escolhiam com quem a protagonista saía, só que sem a parte interactiva.



Para Lúcia Moniz, é uma experiência muito desejada. A actriz, diz ao PÚBLICO, queria trabalhar com Vicente Alves do Ó e experimentar fazer comédia, género que considera nunca ter experimentado na vida (isto apesar de a sua estreia em cinema, em 2003, ter sido em O Amor Acontece, de Richard Curtis, que, enquanto guionista, é um dos mais influentes arquitectos da comédia romântica dos anos 1990 e 2000). “É um universo diferente”, explica. “O registo da série, não sei bem defini-lo, mas não é o naturalismo, nem o realismo. Aqui ultrapassa-se um bocadinho a realidade”, explica, por contraposição ao filme de Curtis, de cujo elenco também fazia parte Rodrigo Santoro.



Carla é uma tradutora lisboeta que vive sozinha e nunca teve grande sorte na vida. É desastrada, tal como a maioria das personagens que Sandra Bullock interpreta em comédias românticas. Ao ler o guião, a actriz encontrou vários pontos em comum consigo própria. “Esta característica de ser trapalhona ou tropeçar em coisas que toda a gente vê menos ela tem um bocadinho que ver comigo”, confessa, ressalvando que o criador da série não a conhecia “o suficiente” para “ir buscar essas características”. Lúcia Moniz, que também tem carreira como cantora e vem de uma família de músicos, decidiu que a personagem não deveria saber cantar, para ser ainda mais desastrosa: “Ela é tradutora, toda muito das letras e pouco dada às artes, não tem jeito para desenhar, nem para dançar. O mais difícil, para mim, foi que esse exagero não fosse demasiado e não tornasse a personagem ridícula e inverosímil”, argumenta, referindo-se aos elementos caricaturais da série – que são mais das outras personagens, como a mãe, interpretada por Helena Isabel, do que dela, na verdade.

Para fazer de Carla, Lúcia Moniz teve de aprender muito. E de descobrir os tempos próprios da comédia. “Foi muito difícil para mim, apoderar-me deles e saber manobrá-los. Não é que eu não tivesse respeito pela comédia ou pelos actores de comédia, mas quando estamos lá é que nos apercebemos da dificuldade das coisas”, diz. Ia vendo o que funcionava pelas gargalhadas que ouvia nas rodagens. “Muito disso eu vou perceber agora, se resultou ou não; a edição também é muito responsável, pode-me safar de muitas cenas como também me pode lixar”, comenta.

Fonte : Público

Quer ver Lúcia Moniz e Rodrigo Santoro 16 anos depois? “Solteira e Boa Rapariga” estreia-se na RTP


A RTP estreia na noite desta segunda-feira a série “Solteira e Boa Rapariga”, com Lúcia Moniz na pele de uma mulher que procura um companheiro. Dezasseis anos depois, a intérprete reencontra-se com Rodrigo Santoro, com quem participou em “O Amor Acontece”, em 2003.
É provavelmente, a seguir a “Sozinho em Casa”, o filme mais passado pelas televisões generalistas no Natal: “O Amor Acontece” – “Love Actually”, na versão inglesa – é uma comédia romântica que junta na mesma película a portuguesa Lúcia Moniz e o brasileiro Rodrigo Santoro.
Dezasseis anos e uma grande amizade depois, os dois voltam a estar juntos, agora em “Solteira e Boa Rapariga”, a série que a RTP estreia esta segunda-feira às 21.00 H.
“Nós mantemos uma amizade de longa distância, por email e whatsapp. Sempre que ele vem a Portugal dá-me um sinal, mas às vezes não conseguimos ver-nos. Mostrámos sempre vontade de voltar a trabalhar juntos. Quando surgiu esta possibilidade eu liguei ao Rodrigo e ele aceitou logo”, começa por referir Lúcia Moniz.
“Leu o guião, houve uma partilha de ideias, mas voltou logo uma vontade de estar connosco”, acrescenta a artista, que tem em Rodrigo Santoro um dos seus pretendentes na série. Será que é com o brasileiro que a personagem vai ficar no fim?
TEXTO: Rui Pedro Pereira
Fonte : N-TV

Entrevista Tv Guia 26/07/2019






quarta-feira

Portugal: Conheça os nomeados dos 'Troféus Impala de Televisão 2019'


O grupo Impala revelou, recentemente, os nomeados para os Troféus Impala de Televisão 2019. Ella Nor, Lúcia Moniz, Vasco Palmeirim, Filomena Cautela, Catarina Furtado e o documentário 'All Aboard - Dentro da Eurovisão 2018' são alguns dos nomeados.


O grupo Impala revelou, recentemente, os nomeados das 24 categorias dos Troféus Impala de Televisão 2019, edição que assinala o 10.º aniversário da criação das premiações. Nuno Vaz (responsável pela área de Desenvolvimento de conteúdos da RTP), Aida Pinto (Subdirectora de Programação de Antena e Grelha da SIC), Margarida Vitória Pereira (directora-adjunta de Antena e Programas da TVI), Paula Rodrigues (directora-geral de Publicações da Impala), Vítor Crisótomo (director da TV7 Dias), João Diogo Ferreira (central director of tv content da NOS) e Tiago Silva Lopes (Content and TV product director da MEO) tiveram a árdua tarefa de escolher os 120 nomeados das 24 categorias em causa.

"Bang", tema de Ella Nor (nome artístico de Leonor Andrade, representante de Portugal no Festival Eurovisão 2015), está nomeada para Melhor Canção de Genérico, juntamente com canções de Carlão, Silk & Moulinex, HMB, Rodrigo Leão e Blaya. Por outro lado, Lúcia Moniz, sexta classificada no Festival Eurovisão de 1996, está nomeada para Melhor Atriz devido à sua participação em 'Soldado Milhões', da RTP1.

Vasco Palmeirim, responsável pela condução do Festival da Canção de 2019, está nomeado para Melhor Apresentador pela condução de Joker e The Voice, enquanto Catarina Furtado e Filomena Cautela, apresentadoras do Festival Eurovisão 2018, estão nomeadas para Melhor Apresentadora. Por fim, o documentário 'All Aboard - Dentro da Eurovisão 2018', que contou com a colaboração do ESCPORTUGAL, está nomeado para Melhor Reportagem/Documentário

Aceda AQUI a todos os nomeados.

Fonte : ESCPortugal

Apresentação de "Solteira e Boa Rapariga" - Faz Faísca

terça-feira

Promo de estreia Solteira e Boa Rapariga: Dia 29 de julho, às 21h00, na RTP1

Lúcia Moniz procura o par perfeito na RTP1… e vai reencontrar amor antigo!

Lúcia Moniz vai ter encontros amorosos com mais de duas dezenas de homens. A atriz dá vida a Carla, a protagonista de Solteira e Boa Rapariga, a nova série da RTP1, que estreia a 29 de julho.

Solteira e Boa Rapariga vai aquecer as noites de Verão da RTP1. A série, da autoria de Vicente Alves do Ó e protagonizada por Lúcia Moniz, estreia a 29 de julho às 21h00, e vai estar no ar todos os dias da semana.
A série, uma comédia entre o romântico e o absurdo, conta a história de Carla, uma mulher solteira de 40 anos que ainda sonha com o príncipe encantado, vai ter nada mais nada menos do que 26 encontros amorosos (retratados em cada um dos episódios), na esperança de, num deles, conhecer o homem que a vai levar ao altar.
«O registo de comédia foi uma coisa completamente nova. Nunca tinha feito nada assim. Foi mesmo um desafio completamente às cegas. O Vicente arriscou, eu adorei e tenho muita vontade de voltar a fazer comédia», começa por dizer Lúcia Moniz.
Apesar de a sua personagem utilizar uma aplicação de encontros amorosos para conhecer os potenciais candidatos a namorado, Lúcia Moniz revela que nunca recorreu a estas tecnologias. «Para mim, é inconcebível ter um relacionamento através das redes sociais (risos)», explica. «Ela não está desesperada. Acho que o raciocínio é ‘é possível viver sem amor? É. Mas não é a mesma coisa’».

Rodrigo Santoro aceitou logo o convite


Em Solteira e Boa Rapariga, Lúcia Moniz vai ter como pretendente nada mais nada menos do que Rodrigo Santoro. A atriz portuguesa e o brasileiro fazem parte do elenco de uma das comédias mais emblemáticas das últimas décadas, O Amor Acontece, rodada em 2003.
Recorde Lúcia Moniz em O Amor Acontece
Apesar de nunca terem contracenado no filme, Lúcia Moniz e Rodrigo Santoro mantiveram uma relação de amizade. Tanto que foi a protagonista da série quem convidou o ator brasileiro para participar em Solteira e Boa Rapariga.
«Fui eu que fiz o contacto, pelo facto de sermos amigos. Ele veio cá à estreia de O Amor Acontece e nós mantemos uma amizade à distância. Nestes 15 anos, mostrámos sempre vontade de trabalhar juntos. Como surgiu esta possibilidade, eu liguei ao Rodrigo e disse ‘olha, eu acho que é desta!’».
Recorde Rodrigo Santoro em O Amor Acontece
Rodrigo Santoro «aceitou logo» o convite, após ler o guião e partilhar ideias com Vicente Alves do Ó. Resta saber se será David (personagem interpretada por Santoro) o par ideal de Carla.

Solteira e Boa Rapariga estreia-se a 29 de julho às 21h00

Texto: Raquel Costa | Fotos: RTP
Fonte : TV7 Dias

Lúcia Moniz à procura de namorado em série


"Expectante", é assim que Lúcia Moniz se apresenta antes da estreia da série "Solteira e boa rapariga", na RTP1, que protagoniza. Ela é Carla e, a partir do dia 29, o telespetador vai testemunhar 25 encontros em busca do homem ideal.
Para a atriz, o desafio foi "um voto de confiança cega de Vicente Alves do Ó [o realizador]" que a convidou "para o registo cómico" nunca antes experimentado. Por ser inédito, "não foi fácil despertar esse lado". "Foi um terreno que teve de ser desbravado, sempre com o Vicente a dirigir-me, o que também facilitou. E o ambiente também foi ótimo, ajudando-me a encontrar o registo pretendido. Mas não foi pera doce", contou ao JN.
Em paralelo, Lúcia tem outros projetos em andamento e até estava "a fazer as malas para ir para Londres". "Vou filmar, a partir de sexta-feira [amanhã), o "Listen" da Ana Rocha de Sousa, com coprodução inglesa, durante umas cinco semanas", revelou. A história retrata a vida de um casal português que trabalha na capital britânica, cujos filhos são levados pelos serviços sociais. Um deles é surdo e a artista teve "e quis aprender língua gestual".
"Espelho d'água" na SIC foi a última novela que fez, assumindo que está agora mais virada para "cinema e teatro e há que aproveitar a maré". No palco, o derradeiro trabalho foi como encenadora, com uma peça infantil, "As aventuras de João sem medo" e "correu muito bem". O espetáculo será reposto no final do ano, no Centro Cultural da Malaposta, em Odivelas.
Além da representação, Lúcia também tem carreira na música e já representou Portugal no Festival da Eurovisão, mas "cantar está um bocadinho de molho". Porém, foi desafiada pelo amigo e realizador Sérgio Graciano "para escrever a banda sonora do seu novo filme".
A nível pessoal, a atriz mantém a discrição que sempre a caracterizou, deixando apenas escapar que, tal como na série que protagoniza, está "solteira e boa rapariga". Faltou saber se tem tantos pretendentes como a personagem. "Promovo o meu trabalho e não a minha vida pessoal", justificou. Mãe de Júlia, de 15 anos, vê a adolescência como "uma fase curiosa e também de reflexos da educação" que a jovem tem recebido, e isso "traz doses de orgulho".
Fonte : JN

Solteira e Boa Rapariga - Fotos da Apresentação

































Fonte : RTP

Maratona de Leitura, 24 Horas a Ler - 2019 - Castelo da Sertã

sábado

SÉRIES Da “Terra Nova” às mães de Bragança: RTP estreia pelo menos quatro séries de ficção nacional até ao final do ano

A estação pública tem “vários projetos em fase de finalização” na área da ficção nacional. Séries como “Sul”, "Lua Vermelha" ou “Auga Seca” estarão disponíveis a partir de setembro.


A RTP planeia estrear, até ao final do ano, pelo menos quatro séries de ficção nacional, novas, cujas temáticas vão das mães de Bragança à vida dos pescadores de bacalhau, anunciou esta terça-feira o diretor de programas da RTP1 e da RTP Internacional.
A estação pública tem “vários projetos em fase de finalização” na área da ficção nacional, que entrarão na programação a partir de setembro, revelou esta terça-feira o diretor de programas da RTP1, José Fragoso, num encontro com jornalistas, para anunciar as novidades de verão deste canal.
Durante o verão será exibida a série “Solteira e boa rapariga”, protagonizada por Lúcia Moniz, que conta a história “de uma mulher a passar os 30 anos, que não tem noivo e vai andar em cada episódio à procura de um noivo para casar”. A série tem estreia marcada para o final deste mês. Depois, até ao final do ano, estão previstas as estreias de “Sul”, de Ivo M. Ferreira, “Luz Vermelha”, de André Santos e Marco Leão, e “Terra Nova”, de Joaquim Leitão.
“Sul”, produzida pela Arquipélago Filmes, foi apresentada no ano passado no mercado de coproduções do festival de Berlim, e exibida este ano no European Film Market, um mercado de cinema e audiovisual que acontece durante o festival na capital alemã.
Do tipo policial, com dez episódios, a série decorre em Lisboa, em plena crise financeira, e conta no elenco com Adriano Luz, Ivo Canelas, Margarida Vila-Nova, Jani Zhao e Afonso Pimentel, entre outros atores. Edgar Medina, Rui Cardoso Martins e Guilherme Mendonça assinam o argumento.
“Luz Vermelha”, cujos dois primeiros episódios serão estreados na 27.ª edição do ‘Curtas’ Vila do Conde, que se realiza a partir de sábado, é uma série “que se centra numa terra imaginária, mas que se baseia no caso das ‘Mães de Bragança’”, adiantou José Fragoso. Com argumento de Patricia Muller e produção da Vende-se Filmes, a série conta no elenco com atores como Joaquim Monchique, Sofia Nicholson, Afonso Pimentel, Margarida Vila-Nova, João Lagarto e a brasileira Mariana Badam.
A história de “Terra Nova”, com Virgílio Castelo, João Reis e João Catarré, entre outros, “parte da atividade dos pescadores de bacalhau, da região Centro/Norte de Portugal”. “É uma viagem na pesca, com a situação das famílias que ficam e os homens que partem. É uma série muito diferente em termos de perspetiva, que vai para um ambiente muito agressivo que é o alto mar”, referiu José Fragoso.
Até ao final do ano, poderá ainda estrear-se a versão televisiva de “A Herdade”, filme de Tiago Guedes que chega aos cinemas em setembro, com produção da Leopardo Filmes de Paulo Branco. “Temos a versão de quatro episódios para televisão de um filme muito poderoso, que conta a história de uma herdade alentejana ao longo de três gerações”, referiu José Fragoso.
Com argumento de Rui Cardoso Martins, o filme conta no elenco com Albano Jerónimo, Victoria Guerra, Miguel Borges, João Vicente e Sandra Faleiro, entre outros.
Já para o próximo ano, “mas embora possam ter ainda episódios estreados no final deste ano”, ficam “Auga Seca” e “A Espia”, duas coproduções com Espanha.
José Fragoso acredita que, para se chegar “a um patamar de internacionalização”, que considera ser “possível alcançar”, é preciso “também que em termos de produção se consigam valores de financiamento mais elevados, e aí a coprodução é muito importante”. “A coprodução permite financiamento mais forte, que permite ter conteúdos mais fortes”, disse o responsável pela programação da RTP1.
“Auga Seca”, uma coprodução com a TV Galiza, gravada em Portugal e Espanha, conta a história “de uma mulher – interpretada por Vitória Guerra – que entra dentro de uma quadrilha de tráfico de armas”. O elenco conta ainda com João Reis, Adriano Luz e vários atores espanhóis.
“A Espia”, de Jorge Paixão da Costa, uma coprodução entre a Ukbar Filmes e a Ficción Producciones, conta no elenco com Daniela Ruah, Maria João Bastos, Diogo Morgado e Marco d’Almeida. A ação desta série centra-se “naquela fase da II Guerra Mundial em que Portugal era uma zona neutra, mas onde a espionagem funcionava”. De acordo com este diretor da RTP, na área da ficção “já há resultados muito interessantes do ponto de vista do efeito que estas séries – séries que são séries, não novelas pintadas de séries – podem ter junto do público”.
“O Nosso Cônsul em Havana”, atualmente em exibição na RTP1, “está a fazer 300 mil espectadores por episódio e é um número muito interessante”, disse José Fragoso à Lusa, dando também como exemplo “Soldado Milhões”, que atingiu 650 mil espectadores.
O diretor da RTP1 recorda que não é possível comparar “séries portuguesas com financiamentos muito baixos, às vezes na casa dos 50/60 mil euros [por episódio], com episódios [de séries estrangeiras] que têm 14 milhões de euros de custo”.
Além da ficção, a RTP tem apostado também nos documentários, tendo atualmente “dois projetos grandes em desenvolvimento”: “Deus Cérebro” e “Montado”. “Deus Cérebro”, com realização de António José Almeida e produção da Panavídeo, é uma série documental de quatro episódios sobre o cérebro, “com amplo contributo de cientistas do planeta inteiro”. “A equipa de produção correu o mundo à procura de testemunhos de cientistas sobre o cérebro. Está um episódio feito e outros a terminar”, adiantou José Fragoso, revelando que a série poderá “ser lançada este ano”.
“Montado” é uma coprodução com Espanha, “sobre a região de montado da Extremadura espanhola e que apanha parte do Alentejo”, Realizado por Joaquín Gutiérrez Acha, “que tem muitos documentários feitos sobre Natureza, é um conteúdo que vai à procura dos habitats naturais desta região, que tem uma vida animal selvagem muito significativa”, referiu José Fragoso sobre a série de dois episódios, com estreia prevista para 2020.
Entretanto, para este verão, a RTP1 volta a estar “na estrada”, com uma programação que inclui “mais de 60 programas pelo país inteiro”, como o Sete Maravilhas dos Doces de Portugal e Há Volta, que acompanha a Volta a Portugal em bicicleta, e uma semana dedicada às vindimas, com programas transmitidos a partir de cinco regiões onde se produz vinho.
Além disso, o Preço Certo terá uma edição especial a partir de Barcelos, haverá um concerto La Banda no Campo Pequeno, em Lisboa, emissões em direto do NOS Alive, com transmissão de concertos, e um concurso apresentado por Vasco Palmeirim e Filomena Cautela, o I <3 entre="" outros.="" p="" portugal="">
Fonte: Observador

Sara Sampaio regressa ao cinema para filme com elenco de luxo





Sara Sampaio prepara-se para protagonizar um filme integralmente gravado no Alto Minho, em Viana do Castelo. A trama chamar-se-á “Sombra – Uma mãe sabe” e terá como argumento original de Bruno Gascon.


Vitória Guerra, Vítor Norte, Sara Sampaio, Ana Bustorff, Lúcia Moniz, Miguel Borges e Fernando Luís juntam-se à modelo, na produção que tem contrato assinado com o sales agent Wide Management, responsável pela distribuição de filmes nos Estados Unidos, Canadá e América Latina e tem como parceiro a Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas.



A história, baseada num caso real, conta a história de uma mulher que faz de tudo para encontrar o seu filho desaparecido há alguns anos e que a justiça não consegue resolver.


As gravações decorrerão entre 21 de setembro e 23 de novembro de 2019 em Viana do Castelo e serão integralmente feitas na capital do Alto Minho.


Fonte : ATelevisão

Maratona de Leitura com oitava edição em tons africanos


Concelho da Sertã recebe importante evento literário, com escritores africanos e portugueses e um programa recheado de iniciativas. CPLP é parceiro institucional.



Germano Almeida, Ondjaki, Mbate Pedro, Abdulai Silá, Valter Hugo Mãe, Olinda Beja, Goretti Pina, Lopito Feijóo, Dulce Maria Cardoso ou Fernando Dacosta. Estes são alguns dos escritores presentes na oitava edição da Maratona de Leitura, que decorre, no concelho da Sertã, entre os dias 4 e 6 de Julho.
A edição deste ano da Maratona de Leitura é dedicada à literatura africana de língua portuguesa e o programa reflecte essa aposta. Estão previstos encontros com escritores africanos e portugueses, passeios literários (de barco e pedestres), workshops de escrita e leitura, espectáculos performativos, sessões temáticas, concertos narrativos, projecção de filmes, lançamento de livros, oficinas culturais, exposições, showcooking de gastronomia africana, além da já icónica maratona de 24 horas a ler em voz alta entre as 0 e as 24 horas do dia 6 de Julho (sábado).
As Festas na Aldeia serão outro dos pontos altos do programa, repetindo-se assim uma iniciativa de grande sucesso nos anos anteriores. A ideia é levar às aldeias mais isoladas do concelho da Sertã os livros e a leitura, recorrendo-se a performances com contadores de histórias, acompanhados de bibliotecas itinerantes de vários pontos do país. 
O alargamento para três dias da Maratona de Leitura é uma das novidades e “vem responder às inúmeras solicitações que tivemos para que o evento durasse mais dias e não se cingisse apenas às 24 horas habituais”, explicou José Farinha Nunes, presidente da Câmara Municipal da Sertã.
José Farinha Nunes não tem dúvidas de que “este é o melhor programa de sempre da Maratona de Leitura e reflecte uma aposta clara num certame que tem o condão de, não só, promover os livros e a leitura mas também divulgar a nossa região, pois muitas das iniciativas decorrem em lugares paradisíacos do concelho”.
O autarca considera que “a Maratona de Leitura é diferente de tudo o que se faz no meio cultural português”, destacando a “singularidade e originalidade do projecto que, por exemplo, desafia as pessoas a participarem numa sessão de leitura em voz alta, com a duração de 24 horas”.
A escolha da literatura africana de língua portuguesa como tema da edição deste ano é justificada “pelo crescente impacto que tem vindo a registar no contexto literário internacional, sendo relevante lançar um olhar mais amplo sobre os seus livros e escritores”. Além disso, “somos sensíveis à importância, cada vez maior, da lusofonia, no quadro das relações portuguesas com os seus parceiros africanos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP)”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal da Sertã.
Aliás, a CPLP é um dos parceiros institucionais da Maratona de Leitura, “o que nos deixa particularmente felizes, pois este é um sinal do crescimento e da importância que o evento tem vindo a assumir nos anos mais recentes”, notou José Farinha Nunes.
Ana Sofia Marçal, responsável pela Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes e coordenadora da Maratona de Leitura, considera que a oitava edição representa “um passo em frente na dinâmica da Maratona de Leitura, pois crescemos em número de dias e também na ambição do programa: vamos ter, por exemplo, a habitual sessão de leitura em voz alta durante 24 horas; as aguardadas Festas na Aldeia; os tradicionais passeios literários, mas também um leque de espectáculos extraordinários, de onde destaco o projecto «O Telhado do Mundo», que reúne o escritor Ondjaki, o artista visual António Jorge Gonçalves e o pianista Filipe Raposo, e a performance «Para atravessar contigo o deserto do mundo»,  que junta Pedro Lamares e Lúcia Moniz”.
Durante os dias da Maratona de Leitura, vários restaurantes do concelho da Sertã vão ter nos seus menus pratos africanos, associando-se, desta forma, ao tema da edição deste ano, cujo ponto central será uma tenda montada na Alameda da Carvalha, onde decorrerá a sessão das 24 horas de leitura em voz alta (o arranque está previsto para as 0 horas do dia 6 de Julho).
Referência também para a cerimónia de abertura da Maratona de Leitura, que acontece a partir das 21h30m, do dia 4 de Julho, nas imediações do antigo hotel da Foz da Sertã (freguesia de Cernache do Bonjardim), estando agendado um espectáculo musical de influência africana e um encontro com escritores, que discorrerão sobre as memórias da diáspora.

AS AVENTURAS DE JOÃO SEM MEDO de Palco13 - CC Malaposta - 02/11 a 17/11

SINOPSE Cansado dos constantes lamentos dos habitantes de Chora-Que-Logo-Bebes, João Sem Medo resolve partir à descoberta do mundo, em ...