terça-feira

Bom Ano de 2014!!!!


O blog deseja  a todos umas óptimas entradas em 2014!
Como som de fim de ano deixo ficar um som bem quentinho!

Feliz Natal

O blog e toda a sua a equipa deseja um Feliz Natal!!!Com muito amor e saúde!
The blog and your team wish a Merry Christmas!!!With a lot of love and healty!


A noite de Ciro no Teatro do Bairro

No último sábado, no Teatro do Bairro, viveu-se uma noite especial com uma maratona de música de mais de cinco horas, dedicada a um grande músico e um grande ser humano que tem travado nos últimos tempos a maior das batalhas, a batalha pela vida. Pelo palco passaram cerca de 40 artistas, com a presença da banda do homenageado Ciro B. Cruz, os The Black Mamba e também Aurea, Brass Wires Orchestra, HMB, Luiz Caracol, Cais Sodre Funk Connection, Trio Cadmira+1, Groove Quartet, Rui Veloso, Lúcia Moniz, Guilande, entre outros.

Desta mágica noite, que permanecerá da memórias dos que esgotaram a sala lisboeta, fica também o testemunho de Luís Grade Ferreira, músico dos Brass Wires Orchestra e dos Trio Cadmira+1, com dedicatória ao homenageado:

"Limpo a lágrima do canto do olho ao ler os comentários sobre a noite de ontem. Nunca tinha vivido nada parecido. É indescritível o sentimento que todos vivemos naquele sítio, todos juntos por uma causa tão nobre. Todos juntos por ti, Ciro. Foi lindo, arrepiante... Ontem voltei a descobrir como é ter um Natal em FAMÍLIA, como já não tinha a muito tempo. E tu és família, irmão. Nos bons e nos maus momentos. Obrigado por estares perto desta gente tão linda e seres um dos maiores dinamizadores de toda a música e de tudo o que gira à sua volta, pai de muitos e irmão de todos. ÉS GIGANTE!

O meu muito obrigados a todos os envolvidos pelo companheirismo, partilha, e amor. É Natal, estou feliz e de coração cheio."


Fotos: © Alex Coelho


domingo

Germano Campos Entrevista Lúcia Moniz

Entrevista Audio

‘Beirais’ terá nova temporada na RTP



Operador público terá mais produção nacional e os concursos continuam.

'Bem-vindos a Beirais', a série da RTP protagonizada por Pêpê Rapazote, com Ruy de Carvalho no elenco, vai ter uma terceira temporada. "A série tem sido um êxito, ilustrado pelas audiências. É um projeto consolidado, cujo interesse por parte do telespectador tem vindo a aumentar, pelo que nenhuma razão há para a não continuação da série", diz ao CM fonte oficial da RTP.

De recordar que, aquando da estreia da segunda temporada, em exibição neste momento, Hugo Andrade, diretor de programas da RTP, havia dito ao CM que "numa economia de escala, faz-se uma série longa a baixo custo; e ‘Bem-vindos a Beirais' é disso exemplo". "A ideia é continuar a apostar na produção própria até porque as adaptações ficam sempre mais caras", explicou.

Responsável revelou ainda ao CM que a primeira temporada da série da SP Televisão já foi vendida para o Canadá. Em 2014, "a RTP continuará a apostar e a transmitir séries e novelas de produção portuguesa existindo paralelamente uma obrigação de transmissão de séries e novelas de língua portuguesa, transmissão que será feita pontualmente", revela fonte oficial ao CM.

Também os concursos vão estar em grelha, uma vez que se "enquadram naquilo que é denominado serviço público".

Para já, de fora, fica a adaptação de séries do género de ‘Conta-me como Foi'. Curiosamente, um dos conteúdos mais pedidos "para reposição ao provedor do Telespectador", adianta ao CM o próprio Jaime Fernandes.

Fonte:Correio da Manhã

Lúcia Moniz - "Fio de Luz"

Lúcia Moniz - "Fio de Luz" from MPAGDP on Vimeo.

GERMANO CAMPOS ENTREVISTA


GERMANO CAMPOS ENTREVISTA
EMISSÕES DE 16 A 21 DEZEMBRO
RDP INTERNACIONAL
ENTRE AS 16 E AS 17 HORAS



2ª - dia 16 - IRENE PIMENTEL - Chama-se "Os Espiões em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial", e é o novíssimo trabalho de investigação da historiadora, que vem à RDP-Internacional, revelar de que forma se comportaram, sobretudo na zona do Estoril, os espiões, afectos aos aliados e ao regime nazi. Mas também os duplos espiões e os espiões portugueses. Histórias verdadeiramente surpreendentes são reveladas nesta entrevista.

3ª - dia 17 - JORGE RIO CARDOSO - "O Professor do Futuro" é o mote para a conversa com este docente universitário, que faz uma análise surpreendente e aberta, sobre o papel dos professores no actual sistema de ensino. Mas fala também do polémico ranking das escolas e de outras questões quentes em matéria educativa.

4ª - dia 18 - ANDRÉ SILVA - Trabalha num restaurante de Amarante, e foi há dias eleito o cozinheiro do ano em Portugal. Hoje vem à RDP-I, revelar quais os pratos que lhe valeram esta distinção, o que significa ser o melhor chefe português e como antevê o futuro da sua profissão. Mas faz confissões: como o facto de não cozinhar em casa e de gostar de um prato muito especial.

5ª - dia 19 - RICARDO MIRANDA - "Gungunhana - O Último Rei de Moçambique" é o titulo do novo romance histórico deste autor, sobre uma das personalidades mais fascinantes da colonização portuguesa em África. Um chefe que veio para Portugal, preso, exposto aos olhares do público e que acabou por morrer exilado nos Açores. Um tema fascinantes, que nos faz recuar no tempo.

6ª - dia 20 - LUCIA MONIZ - Cantora e actriz, é uma das caras centrais da série "Bem-vindos a Beirais", em exibição na RTP. Mas Lucia Moniz é, também, uma belíssima cantora, que já representou Portugal no Festival da Canção da Eurovisão e é intérprete de grandes temas da música nacional. Mas nesta emissão, vamos recuar ao passado, à sua infância e à influência possível que os pais tiveram na sua carreira.

Sábado - dia 21 - ANDRÉ BAPTISTA - Tem 24 anos, e é um fadista que todas as noites se tenta afirma como um novo valor deste tipo de música. Nasceu em Lisboa, mas foi em Sines que descobriu a veia artística. Acaba de lançar o segundo álbum e hoje vem à RDP-I contar tudo sobre a sua vida e ainda curta mas promissora carreira.

Imagens que valem mil palavras




Fonte:Notícias Magazine - Jornal de Notícias

Versão Online


Já sabíamos que ela canta e que representa. Mas não sabíamos que também fotografa. E bem. Lúcia Moniz acaba de editar um livro, que nasce desta paixão antiga pela imagem.
Esta vontade de fotografar não chegou de um dia para o outro. Começou devagarinho, antes mesmo de o pai lhe oferecer uma máquina aos 14 anos, cansado de ver a filha levar-lhe a sua. Seguiram-se os primeiros disparos mais a sério, uns desfocados, outros sem luz, revelando muitos rolos em que só se aproveitava uma fotografia. E então Lúcia Moniz foi percebendo sozinha como funciona o diafragma, as velocidades, os arrastamentos, a profundidade de campo, e o mundo abriu-se diante dos seus olhos com uma qualidade mais próxima dos sonhos que do real. Vou Tentar Falar Sem Dizer Nada é o livro que resulta desta paixão de Lúcia pela imagem. Foi lançado no mês passado na ilha Terceira, terra natal dos pais que teve direito ao capítulo central.
«Sou muito assídua no Instagram. Lembro-me de, no início, ainda ter pensado as imagens deviam ser publicas ou privadas, mas a minha intenção era mesmo fotografar o que me apetece, sem pretensão nenhuma, e que as pessoas vissem as minhas fotos. Até porque não são um relato da minha vida.». A cantora está agora, aos 37 anos, muito mais segura dos disparos que faz com a câmara. «Nem sequer tenho o hábito de andar com a máquina atrás. Depende muito do que estou a fazer no momento, se tenho tempo livre durante as gravações ou vou poder pousar o material de vez em quando.»
Sabendo deste gosto pessoal e do jeito de Lúcia Moniz, a editora Marcador desafiou-a a publicar um registo biográfico em imagens, sem legendas, para não influenciar a interpretação de cada um, em que percorre as ruas de Lisboa, do Porto, Toronto, Tóquio, do Carvalhal, a música, a velhice, a Terceira dos pais que também lhe corre nas veias. «Gosto muito de fotografar pessoas e expressões, pormenores que me chamam a atenção por algum motivo.» Como a senhora de bicicleta que viu em Toronto quando lá esteve em setembro, a sondar o mercado de trabalho como atriz. Ou as paisagens do Carvalhal, Alentejo, captadas no início das gravações da série Bem-Vindos a Beirais , este verão. Ou os ritmos de Tóquio, em maio de 2012, de visita à irmã Sara e às sobrinhas Yuu Alda e My Ana - as crianças da sua vida, juntamente com a filha Júlia.
«No livro estão reunidos momentos dos últimos dois ou três anos e continua a não haver pretensão nenhuma, embora vá para uma livraria enfiar-se no meio dos outros livros todos», ri-se a autora. Também não há ali nenhuma ordem cronológica: está sobretudo organizado por capítulos, sendo a Terceira aquele que reúne mais imagens sobre o mesmo tema pelo valor afetivo. «As minhas raízes estão lá. Temos casa na Praia da Vitória, terra da minha mãe. Todos os anos as minhas férias de verão são passadas naquela ilha.»
Lúcia escolheu estas cidades e estas pessoas por lhe dizerem tanto, mas terá mais pessoas e mais cidades para um próximo livro. «Quando não tenho a minha Canon 250 comigo uso o iPhone. Foi com ele que tirei as fotos Tóquio e de Toronto - não levei a câmara e arrependi-me amargamente assim que cheguei ao Canadá. A qualidade de imagem já é muito boa.». Na verdade, ela nem tem mala própria tem para a câmara, porque a emprestou ao irmão João e nunca mais a viu. E foi também Lúcia Moniz quem fez o tratamento de imagem e a paginação do livro, valendo-se do curso de Design que não chegou a terminar na Universidade Lusófona. «O terceiro ano coincidiu com a altura em que comecei a ter várias oportunidades como atriz e cantora, achei que não seria capaz de conciliar.» Nada que a tenha impedido de assinar a montagem e edição de arte do livro de culinária experimental 2780 Taberna , editado pela Bertrand, que lhe valeu em 2011 o Best Cookbook Design, prémio de melhor design a nível mundial atribuído pelo Gourmand World Cookbook Awards. «Estava a acompanhar o desenvolvimento do livro com um grupo de amigos. Ia dando ideias, mostrava-lhes como podiam concretizá-las na prática, e acabei por fazer cento e tal páginas. Resultou muito bem, por acaso.»
Lúcia tem uma boa disposição contagiante. É, de resto, a esse sentimento positivo inato que vai buscar a garra para construir personagens marcantes como a de Laura, na novela Vingança , a de Susana Fontes na série Bem-Vindos a Beirais , a de Carol na série canadiana Living in Your Car , ou a de Anita no musical West Side Story encenado por Filipe La Féria, pela qual recebeu o Globo de Ouro na categoria de Melhor Peça/Espetáculo em 2009. «A música tem sido a sacrificada agora. Está de molho, como se costuma dizer, porque ando mais focada nos textos, na série, nos trabalhos de casa da minha filha, na fotografia.»
Aqui parece sobrar-lhe a inspiração que lhe tem faltado na música. A começar pela imagem de capa, um autorretrato muito particular: «Houve um dia em que acordei com o cabelo todo no ar, vi-me ao espelho e pensei que dava uma foto gira.» Pegou no telemóvel, tapou os olhos que «estavam um susto» e fotografou-se sem filtros nem receio de se rir de si mesma, como faz com tudo. «Eu não sou fotógrafa, não tenho intenção de seguir uma carreira de fotógrafa. Aceitei fazer este livro porque foi uma oportunidade de me partilhar e espero que, se houver outro, seja ainda melhor do que este nesse sentido.» As imagens valem mais que mil palavras para falarem também acerca da pessoa que as capta. Lúcia prefere assim.

sexta-feira

Ciro & Friends 21/12/2013 no Teatro do Bairro


Lançamento do livro "Vou Tentar Sem Dizer Nada" - Só Visto


Lisbon Film Orchestra - Fotos



Fotos by Raquel Cordeiro

Lisbon Film Orchestra comemorou sétimo aniversário com amigos

Lisbon Film Orchestra comemorou sétimo aniversário com amigos

Quando o cinema era mudo, havia desde um simples piano até uma grande orquestra, nos espaços onde os filmes eram projectados. A necessidade que o cinema teve (e tem!) de recorrer a composições musicais, ao longo da sua história, é, como se sabe, inegável. O espectáculo, conduzido pelo maestro Nuno de Sá, começou com uma variação de alguns dos temas de Howard Shore, da trilogia d'O Senhor dos Anéis. “Concerning hobbits” e “The breaking of the fellowship”, entre outros, transportaram a audiência para o mundo fantástico da Terra Média. O humorista Carlos Moura foi, mais um ano, o mestre-de-cerimónias. Tal Lumière, em A Bela e o Monstro, fez uma paródia no discurso de apresentação cantado com “Be our guest”, de Alan Menken. A celebrar o seu sétimo aniversário, esta orquestra, dedicada a homenagear a sétima arte, convidou alguns dos grandes artistas do panorama musical português. Aos repetentes Henrique Feist e Lúcia Moniz, juntaram-se Anabela e Ricardo Soler. Foram os estreantes que transportam a audiência para o fim dos anos 50 de Grease, com o tema “You're the one that I want”. Anabela cantou, também, um outro tema de Menken para a Walt Disney, “Part of your world” d'A Pequena Sereia. O tema foi soberbamente cantado na língua de Camões, já que foi Anabela quem deu voz às músicas na adaptação portuguesa. Lúcia Moniz substitiuiu Sheryl Crow e, do filme homónimo da série James Bond, cantou “Tomorrow never dies”. Henrique Feist intepretou, com a música “Empty chairs at empty tables”, a personagem de Marius de Les Misérables, o musical de Claude-Michel Schönberg adaptado para o grande ecrã em 2012, 22 anos depois da sua estreia em Paris. De Moulin Rouge!, os duetos “Come what may” e “Elephant Love medley” foram intepretados por Lúcia Moniz, com Henrique Feist e Ricardo Soler, respectivamente. Curiosidade: “Come what may” foi originalmente escrito para Romeo + Juliet, outro dos icónicos filmes de Baz Luhrmann. “Adagio for strings”, de Samuel Barber II, foi tocado numa variação musical. Esta música, com quase 80 anos, foi utilizada em inúmeros filmes, sendo, provavelmente, mais associada ao filme de Oliver Stone, Platoon, apesar de estar presente noutros dois grandes filmes: O Fabuloso Destino de Amélie e O Homem Elefante. “When you believe”, vencedora de um Oscar, do filme "Príncipe do Egipto", foi cantada pelas vozes que fizeram a adaptação portuguesa do filme, Lúcia Moniz e Anabela. Às cantoras juntou-se um coro feminino infantil que cantou a parte da música escrita em hebraico. A orquestra fechou com “Mambo!”, de Leonard Bernstein, do musical West Side Story, seguido de uma última miscelânea de temas de "Os Piratas das Caraíbas". Um espectáculo memorável para amantes do cinema e da música, com a fantástica improvisação de Carlos Moura, e o soberbo som da Lisbon Film Orchestra pela batuta de Nuno de Sá.

Fonte:HardMusica

VIP - Lúcia Moniz Lança livro de fotografia

A paixão pela fotografia há muito que despertou em Lúcia Moniz. Era pequena quando o pai, o cantor Carlos Alberto Moniz, lhe ofereceu a primeira máquina fotográfica e, desde então, a vida da cantora e atriz parece não fazer sentido sem os cliques do dia-a-dia.


Muitos anos passados e muitas imagens depois – algumas já mostradas através das redes sociais como o Instagram, onde tem atualmente mais de nove mil seguidores – Lúcia Moniz foi desafiada pela editora Marcador a eternizar em livro os momentos que tem fotografado ao longo dos anos. Momentos esses que estão na lista das vivências mais marcantes e importantes da vida de Lúcia. Vou Tentar Falar Sem Dizer Nada é o nome deste livro, que foi apresentado na passada semana no bar Park, em Lisboa. Presente no lançamento esteve a mãe da atriz e cantora, Maria do Amparo, que não escondeu o orgulho por mais um marco na carreira da filha.


Fonte:VIP