segunda-feira

MIXTAPE: "Orelha Negra"

Já podem ouvir em stream o mixtape dos Orelha Negra que conta com a participação da Lúcia Moniz no tema "Tripical" entre muitos outros artistas. Confiram todas as canções aqui:
ANTENA 3

domingo

Lúcia Moniz | C.C. Olga Cadaval | 25 Fevereiro 2011





Decorria o ano de 2005 quando Lúcia Moniz lançara o seu álbum Leva-me p’ra casa e desde então foram necessários seis longos anos para que a também actriz, voltasse a lançar um novo registo musical, desta feita com Fio de Luz.

Um disco que transmite essencialmente a ideia de que se deve encarar a vida de uma forma positiva e ultrapassar assim as dificuldades que surgem, dando valor ao que temos. Um registo Pop e Rock que teve a sua primeira apresentação esta sexta-feira, dia 25 de Fevereiro no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

Pouco passavam das 22h e as cortinas abriam-se ao som da guitarra com o tema Here we are.
Acompanhada por Fred na Bateria, João Leitão na Guitarra, David Santos no Baixo/Contrabaixo, Diogo Santos nas teclas e Vera Ferreira e Tiago Diogo nos coros surgem num palco com ambiente bastante intimista e acolhedor, iluminado essencialmente por candeeiros suspensos e mais três distribuídos pelo palco.

Em seguida interpretou Vê de Vida e Cover Me que, após o fim desta dirigiu-se pela primeira vez ao público presente para mostrar a sua enorme satisfação em poder estrear o seu álbum no Centro Cultural Olga Cadaval. Com o convite ao público para a acompanharem na próxima música, Lúcia Moniz canta Chuva que foi correspondida com um sing along, embora tímido durante os refrões.
Seguiu-se Príncipe do Nada da autoria de Catarina Furtado, de quem a cantora confessou ser uma grande admiradora, pela sua postura na vida na luta pelos direitos humanos, assunto esse que compõe esta canção. Após mostrar a sua admiração, a apresentadora respondeu com um “Obrigada Lúcia” vindo da plateia.
Estes diálogos foram uma constante durante o concerto. A cada pausa entre músicas a cantora aproveitava para trocar algumas palavras com os amigos e familiares que ia encontrando na plateia e que compareceram em bom número para a apoiar, tornando assim num ambiente muito familiar e descontraído e ao mesmo tempo divertido, pois os mesmos metiam-se muitas vezes com a cantora que respondia com uma boa dose de humor ou simplesmente com um sorriso mais tímido.

Try Again, um dos grandes êxitos de Lúcia Moniz, foi um dos momentos da noite, arrancando um forte aplauso do público que a acompanhou durante todo o tema.
Em seguida toca Fio de Luz, O Que Houver De Ti, Sem Mapa Nem Céu, Dança e Tatuada De Mar. Esta última, escrita pela sua mãe umas horas após o nascimento de Júlia, filha de Lúcia Moniz, como confidenciou a cantora a todos os presentes. No fim, sai de palco, as luzes apagam-se e segundos depois surge o seu vulto projectado numa tela com a sua guitarra para interpretar Tudo ou Nada.
O espectáculo estava já quase no fim e despediu-se com Cunducting Wire e Play a Sound To Me que será o primeiro single do seu novo álbum e nos últimos instantes da música, os músicos saíram paulatinamente do palco, apagando os candeeiros que os iluminavam e decoravam simbolicamente o palco.

Com muitos aplausos despediu-se de todos e saiu do palco, mas os mesmos aplausos não terminavam pelos (muitos) que esperavam o tradicional encore e com isto surge Lúcia Moniz sozinha com um enorme sorriso estampado no rosto, que confessa não ter planeado nenhum encore mas em jeito de retribuição pelo apoio, decide presentear o público com mais uma canção.
Pega na sua guitarra e faz um compasso de espera tentando decidir-se que canção podia tocar, sugestões por parte do público não faltaram e surge assim a ideia de cantar o seu single mais antigo e o seu mais recente. Sem a “ajuda” da banda, apenas com a sua guitarra interpreta o tema Dizer que Não, sendo socorrida pelo público que parecia ter a letra toda na ponta da língua. O tema termina com um momento insólito em que Lúcia Moniz reproduz o solo de guitarra eléctrica com a sua voz dando origem a enormes risos da plateia e da própria cantora.
A noite termina com um bis de Play a sound to me, que será o primeiro single de Fio de Luz, onde toda a banda regressou ao palco para a tocar uma vez mais.

Quase sem palavras, agradece uma vez mais a presença de todos no Olga Cadaval e abandona definitivamente o palco após um concerto que foi uma viagem de emoções e que marcou o regresso de Lúcia Moniz aos registos musicais.
Já agendados estão mais 3 concertos de apresentação do novo álbum, sendo o próximo na Figueira da Foz (12/03), depois em Sesimbra (02/04) e por fim em Portalegre (30/04).

Alinhamento:
Here we are
Vê de Vida
Cover Me
Chuva
Príncipe do Nada
Sou Como a Noite
Try Again
Fio de Luz
O Que Houver De Ti
Sem Mapa Nem Céu
Dança
Tatuada De Mar
Tudo Ou Nada
Cunducting Wire
Play a Sound To Me
~Encore~
Dizer Que Não
Play a Sound To Me



Fotos em Tribo da Luz

Fonte:Tribo da Luz

ESPECIAL PRÍNCIPES DO NADA "UM POR TODOS"

Histórias humanas que apelam à nossa consciência de cidadãos...

Depois de transmitidos os treze episódios da segunda série do programa “Príncipes do Nada” e do impacto que o programa teve junto do público dá-se a oportunidade à sociedade civil de se encontrar com alguns destes verdadeiros príncipes do nada. Será uma hora e meia de conversa, de momentos surpreendentes, música e entrega de donativos. Uma emissão dedicada à cidadania, aos valores de solidariedade, justiça social, cooperação, corresponsabilidade, equidade e participação a favor dos direitos humanos e do desenvolvimento. Dentro e fora do nosso país o “Especial – Príncipes do Nada” pretende alertar consciências através de exemplos que devem ser contagiantes e promover compromissos que ajudem aqueles que mais sentem diariamente as desigualdades sociais. Na sequência deste trabalho, realiza-se o espetáculo UM POR TODOS, apresentado por Catarina Furtado, em direto a partir do Convento do Beato, em Lisboa no dia 07 de março.

Convidados musicais: - Clã - Lucia Moniz - Cacique 97 - Tiago Bettencourt - Sara Tavares - Lura


RTP1 Dia 7 de Março de 2011 pelas 22 horas

Fonte:RTP

sexta-feira

Jornal da Região (Entrevista)

Lúcia Moniz antecipa em concerto temas do álbum “Fio de Luz”, a lançar no Verão



A cantora portuguesa Lúcia Moniz apresenta na sexta-feira em Sintra o álbum "Fio de Luz", que só deverá sair próximo do Verão, testando assim ao vivo a recepção às novas canções.



"Fio de Luz" é o primeiro álbum de Lúcia Moniz em sete anos e representa, de certo modo, uma viragem no percurso da cantora, já que as canções são mais depuradas, num registo acústico "e mais orgânico", explicou à Lusa.

"Sempre são sete anos e nesse tempo fui acompanhando a evolução da música e muita coisa mudou. Tenho explorado em cada disco estilos diferentes, mais rock ou mais acústico, gosto disso", referiu.

O novo álbum só sairá daqui a uns meses e dele foi retirado o tema "Play a sound to me", uma das três canções em inglês que fazem parte do alinhamento.

As restantes foram escritas em português por colaboradores como Pedro Malaquias, Catarina Furtado e João Só.

A produção, arranjos e direção musical ficou a cargo de Fred Ferreira, baterista de vários projetos nacionais, como os Orelha Negra, a quem Lúcia Moniz atribui muita responsabilidade pela sonoridade do álbum.

"Tinha muitas maquetas de canções em esboço e ele foi uma peça fundamental do disco", adiantou.

As canções novas são o pretexto para um primeiro conjunto de atuações, a partir de sexta-feira no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

Lúcia Moniz disse estar preparada para a reação do público, até porque este vai ouvir os temas pela primeira vez.

"É bom partilhar música nova e perceber também qual a recetividade antes mesmo do disco sair, mas vou incluir também alguns temas antigos", referiu.

Em palco estará acompanhada por Fred Ferreira na bateria, David Santos no baixo, João Leitão na guitarra, Diogo Santos nos teclados e Vera Ferreira e Tiago Diogo nos coros.

Lúcia Moniz, 34 anos, é atriz e cantora e tem editados os álbuns "Magnólia" (1999), "67" (2002) e "Leva-me pra casa" (2005).

Fonte:SIC

Bastidores de "Música no Coração"

quarta-feira

MIXTAPE: "Orelha Negra"



Ouve na integra no "M" da Mónica Mendes, de dia 27 de Fevereiro, e na próxima semana em stream, aqui!
No próximo dia 2 de Março é editada a Mixtape dos Orelha Negra.

Esta reune as participações de vários artistas como: Orlando Santos, Roulet, Dino Tamin & Fililpe Gonçalves, XEG feat. Hulda, Nerve, Tornados, Dedy dread & Mr. bird , NBC, Mind Da Gap, Junior Thomas, Conductor feat. Tamin, Lucia Moniz, Tiago Bettencourt, Valete, DjRiot, Vhils.

Cada um interveio com a sua arte, e surgem assim novas interpretações de temas que já conhecemos do disco de estreia da banda.

A Antena 3 junta-se à Time Out e ao Canal Fox, para assinalar o lançamento desta Mixtape, que poderão ouvir na integra no "M", da Mónica Mendes, este Domingo (dia 27 de Fevereiro).

A partir de segunda-feira (28 de Fevereiro), e durante uma semana, a Mixtape estará em stream, aqui mesmo.

Para assinalar este lançamento a Antena 3 e os Orelha Negra, avançam com uma das participações da Mixtape. Neste caso a intervenção de Vhils, artista plástico, e a sua interpretação do tema "MIRIAM", que resultou num vídeoclip, em estreia aqui na 3!




MIXTAPE: "Orelha Negra" - Clube dos Portugueses - Antena 3

terça-feira

sábado

Lúcia Moniz: “Sinto-me cada vez mais dividida entre a música e a representação”





De regresso à música, Lúcia Moniz apresenta na sexta-feira, no Centro Olga Cadaval, em Sintra, o novo disco, ‘Fio de Luz'.

- Como é que foi voltar a compor e a gravar depois de sete anos de silêncio?

- A vontade de compor esteve e estará sempre presente. Aliás, em casa, há sempre coisas a surgir, coisas que acabam por ir para a gaveta. O que aconteceu é que levei seis anos a perceber que, se calhar, havia mais alguém que queria ouvir as minhas canções para além da minha família (risos).

- Houve muita gente a pedir-lhe para voltar?

- Sim. As pessoas às vezes abordavam-me na rua, não só porque me reconheciam da televisão, mas para me perguntarem quando é que eu voltava a lançar um disco novo.

- Esta ausência de sete anos aconteceu porque esteve ocupada com outros projectos ou porque achou que não tinha nada de especial para oferecer às pessoas em termos musicais?

- Acho que foi um bocado das duas coisas. Assumo a responsabilidade de ter levado tanto tempo a editar um disco pelo facto de ser eu a compositora das canções. Se tivesse alguém a compor para mim, se calhar isto tinha acontecido mais cedo. Por outro lado, fui adiando este disco porque, entretanto, me apareceram outros trabalhos no meio da representação. Quando dei por mim, tinham passado seis anos.

- O disco é apresentado no próximo dia 25, mas chega apenas no segundo semestre deste ano. De que é que fala este ‘Fio de Luz'?

- Este disco resume-se à ideia de transmitir mensagens positivas. Há coisas na nossa vida que até podem parecer muito negras, mas que, se procurarmos um fio de luz, talvez tenhamos força para as ultrapassar. Mesmo os temas mais tristes deste disco têm uma abordagem muito positiva. Há sempre uma mensagem de "estamos vivos, vamos dar valor ao que temos".

- Mas é um disco sobre si?

- Não, não é um disco sobre mim. Aliás, apesar de ser eu a compositora das canções, apenas dois textos são assinados por mim. Eu acho que, definitivamente, não tenho muito talento para escrever e por isso todas as outras letras foram encomendadas.

- Encomendadas a quem?

- Reuni vários autores, entre os quais a Catarina Furtado, o João Só e o Pedro Malaquias. São pessoas que me conhecem e que perceberam bem qual era a minha intenção para este disco.

- Sente que mudou muito como cantora e compositora nestes sete anos?

- Não. Estou mais velha, mas acho que não mudei assim tanto, apesar de nos últimos anos ter ouvido outras coisas, descoberto novas sonoridades e renovado um bocadinho os meus discos, que me inspiraram de forma diferente. Mas sou exactamente a mesma pessoa.

- Neste momento é uma cantora-actriz ou uma actriz-cantora?

- (risos) Não sei. É tão difícil responder a essa pergunta. Eu acho que me sinto cada vez mais dividida entre a música e a representação. O que acontece é que vou dando prioridade uma vez a uma, outra vez a outra. Agora estou a dar prioridade à música.

- Mas olhando para trás, para a sua carreira, sente que é a música que tem roubado tempo à representação ou a representação que tem roubado tempo à música?

- Não, não sinto nada disso. Se alguma vez o sentisse é porque aquilo que estivesse a fazer no momento não valeria a pena. Sempre tirei o maior partido de tudo o que faço, sobretudo do ponto de vista do prazer e do gozo pessoal.

- Sente que as pessoas a reconhecem mais como actriz ou como cantora?

- Depende. Quando estou na televisão, é mais imediato, as pessoas reconhecem-me mais facilmente. Mas é engraçado, porque mesmo quem me aborda por causa da televisão me pergunta a seguir: "Então e a música?". Saber que as pessoas têm isso na memória é para mim uma grande satisfação e um grande elogio.

- É fácil para si traçar o perfil das pessoas que gostam de ouvir a sua música? Já fez alguma vez esse exercício?

- Não, isso é muito difícil. Acho que tanto pode ser a geração que me acompanha desde o primeiro disco, como também gente mais nova. Não sei. Talvez daqui a uns tempos eu consiga responder a essa pergunta (risos).

- Até que ponto os seus pais (Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo) são importantes na sua carreira?

- Eu tenho sempre um espaço reservado para a opinião deles, que é para mim uma coisa fundamental. Eles acreditam sempre em mim e esse apoio eu tenho-o sempre garantido (risos).

- Mas os pais são quase sempre suspeitos, ou não?

- (risos) Claro que eu nunca tive nenhuma opinião negativa deles, mas posso dizer que já tive algumas chamadas de atenção.

- E qual é a opinião deles em relação a este novo disco?

- Não só eles, mas todas as pessoas que me conhecem e que já ouviram este disco, têm-me dito que este é talvez o trabalho que mais vai ao encontro da minha essência musical. Este disco tem uma sonoridade mais minimalista, é mais cru e mais genuíno, e daí esta opinião que eu tenho ouvido e que tem sido unânime.

- Acha que se não fosse filha de músicos teria seguido esta vida das artes?

- Não sei, mas acredito que o factor genético é muito responsável.

- E a sua filha, Júlia, já ouve as suas músicas?

- Sim, e até já tem as suas preferências.

- Este é o primeiro disco que lança depois de ter sido mãe. Isso teve algum peso?

- Sem dúvida. Ela simplifica muito. É engraçado, porque às vezes basta ouvi-la trautear as minhas composições para esclarecer muitas dúvidas.

- E sente que ela já vai manifestando alguma tendência para a música?

- Completamente, não só para a música mas também para a representação. Mas ela tem seis anos, ainda tem muito tempo pela frente.

- Mas a Lúcia também começou a cantar muito nova. Ainda se recorda?

- Eu já não me lembro muito bem, mas já vi uma fotografia (risos). Foi num infantário, em Linda-a-Velha, e devia ter uns três anos. O microfone era tão grande e pesado que até tinha alguém a segurá-lo para mim.

Fonte:Vidas

sexta-feira

«Fio de Luz», o regresso de Lúcia Moniz - Passatempo

«Fio de Luz», o regresso de Lúcia Moniz

«Fio de Luz», o regresso de Lúcia Moniz

Lúcia Moniz é uma das figuras mais acarinhadas da cena artística nacional. A sua ligação ao palco é inata e originou uma carreira internacional que se divide entre a música, o teatro, o cinema e a televisão.

2011 marca o seu regresso à escrita de canções, após uma ausência de sete anos. Lúcia traz consigo as vivências, as partilhas e influências de mais de dez anos dedicados à vida artística.

«Fio de Luz» é o título do novo álbum, o quarto de originais da sua carreira que revela, nas músicas e nas letras, uma obra mais orgânica e uma musicalidade intensa que marca uma nova fase da vida da artista. Uma mão cheia de canções, «para (re)descobrirmos a razão de sorrir, como um fio de luz a bordar a vida», anuncia a cantora.

Com produção, arranjos e direcção musical de Fred (Orelha Negra, Buraka Som Sistema),«Fio de Luz» tem edição prevista para os próximos meses. O primeiro single chama-se «Play a sound to me» e será conhecido brevemente.

O palco do Centro Cultural Olga Cadaval vai receber no dia 25 de Fevereiro, em absoluta estreia, o espectáculo de apresentação de «Fio de Luz», que seguirá em digressão por todo o país.

O público terá a oportunidade de ouvir as novas canções do seu repertório e recordar alguns dos êxitos anteriores da sua carreira. Num espectáculo intimista mas pleno de energia, em palco, a voz e guitarra de Lúcia Moniz serão acompanhadas por Fred na Bateria, David Santos no Baixo, João Leitão na Guitarra, Diogo Santos nas teclas e Vera Ferreira e Tiago Diogo nos coros.



Participar Aqui

quinta-feira

Festival do Amor (Beja)

Dia 03 de Junho
21h30: A História da Carochinha (Homlet) – Teatro Municipal Pax Júlia (Sala estúdio)
21h30: Lúcia Moniz– Teatro Municipal Pax Júlia (Auditório)
23h00: Irmãos Catita- Praça da República

Fonte:Praça da Republica

terça-feira

Lúcia Moniz regressa à música


Photo by Vera Marmelo

Lúcia Moniz regressa este mês aos concertos e lança um novo álbum nos próximos meses. “Fio de Luz” é o quarto registo da cantora, que é editado seis anos após “Leva-me Pra Casa”, nove após “67” e doze após a estreia com “Magnólia”.

«Seis anos após a edição do último álbum, estou naturalmente mais velha, mais madura. Durante estes anos até apostar em novas canções enquadrei-me numa fase de inspiração, onde a principal fonte era ouvir outras coisas, dentro de estilos variados e também descansar da sensação de "ter que compor". De há 2 anos para cá foi sem dúvida um público saudoso que, ao abordar-me na rua, pedia por mais música. Isso também me fez pensar, refletir e agir», revelou Lúcia Moniz à MTV Portugal. «Em "Fio de Luz", todas as canções transmitem ideias positivas, a procura de uma luz onde o cenário possa ser escuro, contrariando qualquer ideia de desmoralização, ou mesmo de fracasso», completou.

Em breve a cantora de ‘Dizer Que Não’, ‘Try Again’, ‘Asas Na Mão’ e ‘Chuva’ vai divulgar o novo single. Já a edição do novo registo está prevista para o segundo semestre deste ano. Ao todo o álbum vai incluir 10 faixas, com música da autoria de Lúcia Moniz e letras de vários autores, em português e inglês, que a cantora diz terem «uma sonoridade mais genuína, tanto nos instrumentos como em toda a abordagem e tratamento das canções». A produção, arranjos e direção musical tem assinatura de Fred, conhecido pelas colaborações com Orelha Negra e Buraka Som Sistema.

«O Fred foi e é o “Fio de Luz” deste projeto. Num ano de trabalho o Fred foi ouvindo tudo o que lhe dava para ouvir como opção para o álbum. Chegámos a um grupo de 26 canções das quais foram escolhidas 10. Ele, dentro da sua sensibilidade e belíssimo bom gosto, foi propondo aquilo que musicalmente o inspirava a empregar nas canções mas sempre de uma forma tão surpreendente que parecia que lia no meu pensamento aquilo que eu queria fazer da canção e não sabia explicar. Na verdade ele teve uma tremenda capacidade de respeitar a minha essência musical conseguindo ao mesmo tempo desafiar-me a coisas que até então não sabia ser capaz de fazer», revelou Lúcia ao teu canal.

O regresso aos palcos já tem data marcada. Será no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, já no dia 25 de Fevereiro, concerto ao qual se segue uma digressão por todo o país.

«Em primeiro lugar vou revelar as 10 canções do "Fio de Luz". Quem estiver na plateia ouvirá pela primeira vez estes temas cantado e tocados ao vivo antes de o álbum ter sido editado. Vamos quase chegar a uma recriação do que foi trabalhar em estúdio. (...) Será um espetáculo muito intimista mas cheio de vida e fios de luz», contou Lúcia Moniz à MTV Portugal.

Em pausa fica a carreira de atriz, que já levou Lúcia Moniz ao pequeno e grande ecrã, com participações em séries, novelas e filmes, como “Love Actually” ou “Second Life”.

Recentemente esteve em cena no Teatro Nacional D. Maria II, com a peça “Um Elétrico Chamado Desejo”.

Ficam as datas da Digressão “Fio de Luz” 2011:
- 25 de Fevereiro: Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra, 22h
- 12 de Março: CAE, Figueira da Foz, 21h30
- 2 de Abril: Cine Teatro João Mota , Sesimbra, 21h30
- 30 de Abril: CAE, Portalegre, 21h30

Fonte:MTV

Lúcia Moniz - Bastidores de "Fio de Luz"


Maternidade Episódio 3







Maternidade Episódio 2





sexta-feira

"Play a Sound to me" - Música do albúm "Fio de Luz"

http://bit.ly/fqsKEj

Concertos de Apresentação de "Fio De Luz" - Preço dos Bilhetes

Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra
25-02-2011
22h00

Entrada
1ª Plateia: 15,00 euros
2ª Plateia: 12,00 euros
Balcão: 10,00 euros
Desconto de 2,50 euros para menores de 18 anos e maiores de 65 anos.
Site:Centro Cultural Olga Cadaval

Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz
12-03-2011
21:30

Entrada: 5,00; 8,00; 10,00 euros
Site:CAE

Cine Teatro João Mota , Sesimbra
02-04-2011
21h30
Entrada: EUR 10€

Telefone
212234034
E-mail
cineteatro@cm-sesimbra.pt
Site
http://cineteatro.sesimbra.pt/



Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (CAEP)
30-04-2011
22h00
Entrada: EUR 12,00
Reservas: 245307498
Site:Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre

quinta-feira

“FIO DE LUZ”: o regresso de Lúcia Moniz



Lúcia Moniz é uma das figuras mais acarinhadas da cena artística nacional. A sua ligação ao palco é inata e originou uma carreira internacional que se divide entre a música, o teatro, o cinema e a televisão.

2011 marca o seu regresso à escrita de canções, após uma ausência de sete anos. Lúcia traz consigo as vivências, as partilhas e influências de mais de dez anos dedicados à vida artística.

“Fio de Luz” é o título do novo álbum, o quarto de originais da sua carreira que revela, nas músicas e nas letras, uma obra mais orgânica e uma musicalidade intensa que marca uma nova fase da vida da artista. Uma mão cheia de canções, “para (re)descobrirmos a razão de sorrir, como um fio de luz a bordar a vida”, anuncia a cantora.

Com produção, arranjos e direcção musical de Fred (Orelha Negra, Buraka Som Sistema), “Fio de Luz” tem edição prevista para o 2º semestre deste ano. O primeiro single será conhecido em breve.


O palco do Centro Cultural Olga Cadaval vai receber no dia 25 de Fevereiro, em absoluta estreia, o espectáculo de apresentação de “Fio de Luz”, que seguirá em digressão por todo o país .

O público terá a oportunidade de ouvir as novas canções do seu repertório e recordar alguns dos êxitos anteriores da sua carreira. Num espectáculo intimista mas pleno de energia, em palco, a voz e guitarra de Lúcia Moniz serão acompanhadas por Fred na Bateria, David Santos no Baixo, João Leitão na Guitarra, Diogo Santos nas teclas e Vera Ferreira e Tiago Diogo nos coros.

Fonte: MúsicaTotal

terça-feira

@ler.com



No dia 1 de Fevereiro O Clube de Teatro recebeu Lúcia Moniz na BE da ESP.
Num ambiente íntimo e descontraído, em redor de um bolo e um bule de chá, decorreu a conversa com Lúcia Moniz.

De sorriso franco e a partilhar experiências a actriz respondeu às perguntas dos alunos, salientando o trabalho e o empenho profundo que um actor deve ter para se tornar um profissional responsável e credível.


Fonte:@ler.com

Foto


Lúcia Moniz
Upload feito originalmente por mar.melo

sexta-feira

Lúcia na Estrada - Promoção ao novo disco

'Laços de Sangue' lança banda sonora

Cd As músicas da novela Laços de Sangue, da SIC, vão estar à venda num CD a partir de dia 7. Estou Além, de Ana Vieira, Cara de Anjo Mau, de Jorge Palma, Eu Sei..., de Sara Tavares e Dizer Que Não, de Lúcia Moniz, são algumas das faixas do álbum, que inclui ainda o tema cantado por Suzana Vieira, A História de Lily Braun.

Fonte:Diário de Notícias