quarta-feira

Agências recrutam bebés para figuração

Mal acabam de nascer e tornam-se logo numa espécie de actores, ainda que com papel passivo. As agências de figuração para televisão contam com bebés a partir de um mês para integrarem ficções, como sucede em “Maternidade”, conteúdo em marcha para a RTP1.

Reza o aforismo popular que “De pequenino é que se torce o pepino”, e também no universo da representação do pequeno ecrã a máxima se aplica.

A série, que resulta de um original italiano, que a SP Televisão está a produzir para o canal do Estado, ainda sem data de estreia, recorre a recém-nascidos inscritos em agências de figuração por forma a tornar as cenas de parto mais realistas, não fosse a acção da trama, aliás, como o nome indica, passada num serviço de obstetrícia de uma clínica.

Todo o cuidado é pouco

Segundo fonte da produtora, são várias as empresas a prestar estes serviços. Ora, naturalmente, são os progenitores que inscrevem os seus rebentos em “castings” para este efeito.

No entanto, é garantido que todas as condições estão precavidas por forma a poupar os bebés à violência que as gravações de uma série pode acarretar.

“Ensaiamos vezes sem conta com bonecos numa primeira fase e é filmado apenas um ‘take’ por cena com a criança”, certificou Lúcia Moniz, protagonista de “Maternidade”. “Há um cuidado muito rigoroso por parte de toda a equipa”, prosseguiu.

Não obstante, a própria admitiu que lhe faz “muita confusão um bebé tão pequeno exposto perante as câmaras, embora passem o menos tempo possível em estúdio”. Certo é que seria incapaz de sujeitar a sua filha a tal situação.

Interrogada se encara este fenómeno como uma tentativa dos pais de verem cumpridos os seus sonhos através dos filhos, Lúcia respondeu: “Haverá inúmeras razões e não condeno nenhumas”.

Por sua vez, José Fidalgo - actor que divide o protagonismo com Lúcia Moniz na intriga, também ele pai, e por sinal bem recente (o seu filho soma apenas oito meses) - preferiu não se pronunciar sobre o assunto quando confrontado com a mesma pergunta.

“Cada qual sabe de si”, limitou-se a dizer. “Maternidade” inaugurou ontem a terceira semana de filmagens.


Fonte:Jornal de Notícias

quinta-feira

Um eléctrico Chamado desejo - Teatro D. Maria II

Sala Garrett
09 de Set a 31 de Out 2010

4ª a Sab. 21h30 Dom. 16h

Tennessee Williams (1911-1983) foi um dos autores que transformou o teatro americano do século XX. Disso é exemplo a sua peça “Um Eléctrico Chamado Desejo” (“A Streetcar Named Desire”), uma das obras-primas da dramaturgia contemporânea, celebrizada no cinema por Vivian Leigh e Marlon Brando. Considerada uma referência pela versatilidade psicológica das suas personagens, esta peça é agora protagonizada por Alexandra Lencastre que interpreta a heroína de Tennessee Williams, Blanche DuBois. A célebre frase de DuBois, “eu não quero realismo. Eu quero magia”, reflecte a história de uma mulher (caracterizada pela crítica como um auto-retrato de Williams) literalmente atormentada quer pelo seu passado, quer pela sua imaginação.

Blanche DuBois (Alexandra Lencastre) é uma frágil e solitária beldade sulista que decide visitar a sua irmã, Stella (Lúcia Moniz), que vive num bairro pobre de Nova Orleães. Blanche sente que se aproximado fim de um caminho em declínio na sua vida, mas acaba por se confrontar repetidamente com o marido sexualmente agressivo de Stella, Stanley
Kowalski (Albano Jerónimo), cujo temperamento rude tanto ofende como atrai a sua educada sensibilidade.
Enquanto o jazz dos anos 40 enche os bares locais durante a noite, as tensões crescem até atingirem um ponto de ruptura inevitável.



de Tennessee Williams
encenação Diogo Infante
tradução Helena Briga Nogueira
cenografia Catarina Amaro
figurinos Maria Gonzaga
desenho de luz Nuno Meira
desenho de som Rui Dâmaso
com Alexandra Lencastre, Albano Jerónimo, Lúcia Moniz, Pedro Laginha, José Neves, Marques D'Arede, Paula Mora, André Patrício e Estêvão Antunes
produção TNDM II


Preços

Sector
P.Un.Livres
Plateia
16,00€174
1º Balcão
10,00€48
2º Balcão
7,50€48
Camarotes 1ª Ordem
30,00€1
Camarotes 2ª Ordem
25,00€2

quarta-feira

terça-feira

Drama holandês vence Porto7

Zand foi o principal vencedor do Festival Internacional de Curtas-Metragens do Porto, que chegou este domingo ao fim. O filme de Joost van Ginkel não apenas foi considerado o melhor em competição, como Jack Wouterse foi o melhor actor.

Os cerca de 20 minutos que Joost van Ginkel levou ao Rivoli valeram-lhe o principal prémio da terceira edição do Porto7 – Festival Internacional de Curtas-Metragens do Porto. Zand foi distinguida como a melhor curta-metragem da competição internacional. Mas não se ficou por aí: Jack Wouterse, o protagonista, conquistou o prémio para melhor actor.

O filme é «um drama em torno da agressão parental. O camionista Luuk vê-se como um bom pai para Isabel. A filha vive com a mãe após o divórcio dos pais. Sempre que pode, Luuk leva Isabel a passear no seu camião até à praia e brincam na areia. Até que um dia, percebe que a filha está diferente, mais apática. A verdade vem ao de cima e, daí em diante, tem de lidar com uma situação que lentamente o vai corroendo», revela a organização do festival.

Osvaldo Pinto, o melhor entre portugueses

O Encontro possibilitou a Osvaldo Pinto estar também entre os premiados. O júri considerou a curta-metragem, uma comédia com Lúcia Moniz, Bernardo Mendonça, Joel Branco e Hugo Sousa, a melhor entre as portuguesas em competição. «Um ensaio real sobre compromisso, sexo e narcisismo. Tudo com uma visão irónica que nos coloca no papel dos sujeitos», adianta o mesmo comunicado.

Luís Lobo e João Azevedo receberam uma menção honrosa, pelo filme Sobre Vivência. Na competição internacional também houve uma menção honrosa, para a russa Ilya Severov, pelo filme Abyss. Na animação, referência para Homeland, do checo Juan de Dios Marfil. Por fim, nos videoclips, foram o português António Rodrigues, por Dança do desprazer (Melech Mechaya), e o italiano Marco Marcheis, por Pazza (Tying Tiffany), a merecerem honras.

A faltar ficam dois vencedores: Il planeta perfetto, do italiano Astutillo Smeriglia, foi o melhor em competição na animação; nos videoclips, o principal galardoado foi Chalk Stars, que Thomas Hicks (Reino Unido) dirigiu para os Animal Kingdom.

Fonte: Rascunho.net

quarta-feira

Paulo Gonzo e Lúcia Moniz nomeados para melhor colaboração

O TV and Music Awards, procura sobre uma forma virtual premiar os artistas portugueses na categoria de TV e Musica. Temos uma vasta lista de nomeados com trabalhos entre 01/01/09 e 07/06/10. Todos os produtos feitos até esta data, podem receber uma nomeação neste site. Vote, convide amigos, mas sobretudo premiem os artistas nacionais.
Vote votar desde 13/06/10 até 13/07/10.
Nomeados para melhor colaboração:






Site: TV and Music Awards

sábado

Lúcia Moniz hoje no DELUXE

Entrevista à Lúcia Moniz a propósito da sua participação no filme "Nanny McPhee"
Na TVI às 12h15

Living In Your Car nomeado para o Rose d'Or

A serie canadiana Living in Your Car na qual Lúcia Moniz e Ivo Canelas participam está nomeada para o Rose d'Or Festival Global de Televisão na categoria de Drama e Mini Serie.

Fonte:Rose d'Or

Excerto da "A Grande Aposta"



Maternidade- Apresentação à Imprensa









Fonte: Sapo

Lúcia Moniz ajuda bebés a nascer


Actriz protagoniza «Maternidade», a nova série da RTP, que começa a ser gravada na segunda-feira.

Lúcia Moniz vai estar à frente do elenco de «Maternidade», a nova série da RTP, que começa a ser gravada na segunda-feira, dia 14 de Junho.

A actriz será «Madalena Valente», uma obstetra brilhante que se vê obrigada a mudar-se para uma maternidade à beira do encerramento compulsivo. Lúcia Moniz vai medir o pulso à equipa e injectar-lhes motivação. Terá em José Fidalgo e Isabel Figueira duas preciosas ajudas.

«A série irá desenrolar-se em 13 episódios que não são ‘fechados', existe uma trama que irá propagar-se por toda a série», conta Jorge Marecos, administrador da SP Televisão, a empresa que idealizou e irá produzir o projecto.

A história de «Maternidade» «gira em torno da vida dos personagens e dos problemas que vão aparecendo e apresenta as características globais de uma série familiar para passar no prime-time», adianta José Fragoso, director de Programas da RTP.

As gravações da série terminam no final de Julho mas «Maternidade» ainda não tem data de estreia marcada, embora José Fragoso estime que «possa ir para o ar ainda em 2010».

«Maternidade» pretende ser mais um projecto na senda de séries como «Conta-me Como Foi», «Cidade Despida» (em exibição) ou «Voo Directo» (em gravação) «que têm diferenciado a RTP dos restantes canais generalistas e conquistado um público regular», sublinha o director de programas da estação pública.

«Maternidade» conta também no elenco com Patrícia Bull, Custódia Gallego, Cláudia Semedo, Alexandre de Sousa, Joaquim Horta, Alda Gomes, Martinho da Silva, José Mata, Fernando Pires, Miguel Costa e Adriane Garcia.


Fonte:Sapo Tv

quinta-feira

Bebés em foco na RTP1

"Maternidade", série baseada emoriginal italiano, versa um serviço deObstetrícia. Lúcia Moniz protagoniza


Está numa fase semiembrionária. O "parto" das gravações sucederá na próxima segunda-feira. No embrulho de 13 episódios de "Maternidade", mais recente projecto de ficção da RTP, ainda sem data de estreia, cabe aos bebés desempenhar o principal papel.

Trata-se de uma colagem ao guião de "Naciere", conteúdo italiano o qual ganha, desta feita, uma versão lusa assegurada pela equipa da SP Televisão. A matriz da narrativa é idêntica, bem como o palco da acção: um serviço de Obstetrícia, inserido num hospital particular, abordando dramas associados à gravidez e à experiência da maternidade, por um lado, e focando o quotidiano dos profissionais de Saúde, por outro.

Lúcia Moniz, afastada do pequeno ecrã já há algum tempo, vestirá a protagonista Madalena Valente - uma médica que viu a sua reputação manchada e que tudo fará para recuperar o prestígio, numa unidade de obstetrícia com um fecho anunciado. José Fidalgo co-protagoniza a trama que conta ainda no elenco com Custódia Gallego, Patrícia Bull, António Botelho e Isabel Figueira.

Realismo é força motriz

"É uma intriga que se desloca e propaga, não são capítulos fechados, embora se encerre um caso em cada um deles", esclarece Jorge Marecos, responsável pela produtora. José Fragoso, director de Programas da estação pública, realçou "o carácter familiar da série", que viverá na antena do canal em horário nobre, mas, para já, sem data de arranque prevista.

Sérgio Graciano, que tem a cargo a realização da série, garantiu que esta se pauta "por uma estética diferente", fugindo, pois, "ao convencional". A grande aposta, prosseguiu, "é no máximo realismo", chegando mesmo a tocar, embora ao de leve, o género documental. Não obstante tenha admitido que a comparação com produções como "Clínica privada, ou "Anatomia de Grey", sejam inevitáveis, o realizador sublinhou a "aproximação à identidade portuguesa e o cuidado em comunicar com os espectadores".

Quanto aos bebés, "as imagens de recém-nascidos reais serão apenas as necessárias, o resto será gravado com bonecos vindos do estrangeiro", revelou Sérgio, que frisou também a importância de que se reveste a banda sonora em "Maternidade". "O Tiago Bettencourt assina cinco temas originais, entre eles o genérico", adiantou. Rita Redshoes, ou extintos "Ornatos Violeta" integram outras das participações musicais.

Fonte:Jornal de Notícias

quinta-feira

Destak Rock in Rio





LÚCIA MONIZ | Nanny McPhee e o Toque de Magia | D'Magia



Fonte:www.dmagia.net

Lúcia Moniz em "Nanny McPhee e o Toque de Magia"



Estreia a 10 de Junho nas salas de cinema.

Sinopse:
Em Nanny McPhee e o Toque de Magia, a vencedora de 2 Óscares® da Academia, Emma Thompson, volta a dar vida à ama mágica que surge sempre que alguém precisa de ajuda, no segundo capítulo da hilariante e emocionante fábula que encantou crianças por todo o mundo.
Nesta nova aventura, Nanny McPhee (Maria João Luis na versão portuguesa) bate à porta de uma jovem mãe, Mrs. Isabel Green (Maggie Gyllenhall , voz de Lúcia Moniz na versão portuguesa), que tenta desesperadamente gerir a sua quinta familiar enquanto o seu marido está longe na guerra. Mas quando chega, Nanny McPhee descobre que os filhos de Mrs. Green travam uma guerra contra dois primos mimados vindos da cidade, que se mudaram para a quinta.
Socorrendo-se de tudo, desde uma mota voadora e uma estátua que ganha vida, a um porquinho que trepa árvores e um elefante bebé que surge nos lugares mais estranhos, Nanny McPhee usa a sua magia para ensinar às suas crianças cinco novas lições.

Ficha artística:
Maria João Luís, Lúcia Moniz, João Gamboa, Francisco Fernandez, Carolina Sales, Tiago Delfino, Patricia Belém, Diogo Pedro, Ana Catarina, Ana Vieira, Teresa Faria, João Perry, Rui Luís Brás, José Jorge Duarte, Francisco Pestana, Mário Redondo e Ricardo Monteiro.
Vozes adicionais: Quimbé, Ricardo Monteiro, Carla de Sá e Ermelinda Duarte.

Ficha técnica:
Estúdio de som: On Air
Direcção de Actores: Ermelinda Durate
Tradução & Adaptação: Patricia Vilhena
Engenheiro de Som: Pedro Góis
Direcção de Produção: Raul Barbosa
Assistentes de Produção: Isabel Barbosa e Sílvia Sotta.

Fonte: Central Models

Lúcia Moniz conta com o apoio da filha na sua carreira




Lúcia Moniz conta com o apoio da filha na sua carreira

"É muito giro ver a compreensão e até sentir o incentivo por parte da Júlia"

Lúcia Moniz subiu pela quarta vez ao palco do Rock in Rio. A primeira vez foi de improviso, a convite do cantor Zé Ricardo, que a viu na plateia e desafiou a fazer um duo improvisado. Depois disso, já participou três vezes, enquanto artista convidada pela organização. Foi por isso na Cidade do Rock, espaço onde decorre o festival de música, que a actriz e cantora conversou com a CARAS sobre esta experiência e sobre a relação próxima que tem com a filha, Júlia, de seis anos. De fora ficou a relação com o namorado, Bernardo Mendonça, que Lúcia, de 33 anos, pretende manter reservada.

- Como é actuar no Rock in Rio?
Lúcia Moniz - É maravilhoso e proporciona um nervoso miudinho agradável, o que também sinto em televisão ou cinema, mas aí é outro tempo e há outra forma de trabalhar. Em concertos ou peças de teatro tem-se uma só oportunidade. Gosto muito do Rock in Rio, é um espectáculo com história, um grande desafio, e estou muito contente.

- Está a gravar um novo álbum e há seis anos que não o fazia, precisamente a idade que a Júlia tem. Apercebeu-se que já tinha passado tanto tempo?
- Costuma-se dizer que é com as crianças que se vê o tempo a passar, e foi isso que aconteceu neste caso. Fui fazendo outras coisas, oportunidades na área da representação que não poderia perder, e agora senti saudades de cantar, de compor. Além disso, o público na rua também começou a pedir-me regularmente para gravar, e isso foi um incentivo.

- Esteve dois meses a gravar no Canadá a série Living in Your Car. Nessas ocasiões, como se lida com as saudades, com o facto de não poder acompanhar o dia-a-dia da sua filha?
- Não faço muita ginástica mental nesse aspecto, porque acho que só iria antecipar o sofrimento. Quando a Júlia não está comigo, sei que está bem entregue, mas custa muito, porque temos muitas saudades uma da outra. Essa separação é, de facto, a que custa mais.



- A Júlia entende as suas ausências?
- Muito, é algo a que já está habituada e que tem surgido naturalmente. Ela é muito compreensiva com as minhas ausências, até porque sempre lhe expliquei tudo. Para ela é normal, e eu também passei por isso em miúda, e não é nada do outro mundo. É muito giro ver essa compreensão e até sentir o incentivo por parte dela.

- A Júlia já começa a demonstrar aptidão para a representação ou a música?
- Ela faz tudo, não há nada a fazer. É uma artista. [risos] Acho muita piada a todas essas vocações que ela tem e gosto que as explore. Quando chegar a altura de decidir o que vai fazer, logo se vê.

- O que vai ganhando mais valor, a música ou a representação?
- Está muito equilibrado, por isso mesmo é que, conforme o que vai surgindo, vou dando prioridade a uma coisa ou a outra.

- Nesta fase da sua vida está totalmente dedicada ao trabalho?
- Completamente. Estou com imensos projectos giros e quero aproveitar tudo com muito empenho, mas claro que estou sempre dedicada à família em primeiro lugar.

Fonte:Caras