segunda-feira

Bom ano de 2019

A equipa do blog deseja um ótimo ano de 2019 para todos os visitantes e amigos.
Happy new year!

Feliz Natal

As Aventuras de João Sem Medo


A Palco13 vai começar o ano da melhor maneira. Dia 19 de Janeiro, estreia a sua próxima produção, "As Aventuras de João Sem Medo", de José Gomes Ferreira. A encenação é da Lúcia Moniz e do Paulo Quedas e conta com o Alexandre Carvalho, a Catarina Couto Sousa, o Diogo Fialho e a Soraia Tavares. Tem ainda a música original do pianista Fernando Frias. Um espectáculo infantojuvenil para toda a família, que estará em cena de 19 de Janeiro a 10 de Março, todos os sábados e domingos às 16h. Já podem reservar bilhetes e comprar através da bol.pt.

"Maternidade" está de volta nas tardes da RTP1


A série portuguesa Maternidade está de volta à RTP1 a partir do dia 26 de dezembro. A produção composta por 39 episódios, divididos em duas temporadas, será exibida de segunda a sexta, pelas 14h10.

Maternidade conta a história de uma vasta equipa de profissionais que luta contra o provável fecho de uma maternidade e tenta transformá-la numa instituição de referência. Na trama, Madalena Valente (Lúcia Moniz), uma obstetra brilhante, vê-se obrigada a trocar um dos mais conceituados hospitais públicos do país, onde trabalhava, por uma maternidade privada à beira do encerramento compulsivo.

Madalena Valente tem a difícil tarefa de chefiar uma equipa de profissionais desmotivados que se deparam com dramas associados à gravidez e à experiência da maternidade.

Lúcia Moniz, José Fidalgo, Patrícia Bull, Martinho da Silva, Joaquim Horta, Isabel Figueira, Alexandre de Sousa, Custódia Gallego, Alda Gomes, José Mata, Fernando Pires, Cláudia Semedo, Adriane Garcia e Miguel Costa são os atores que compõem o elenco fixo.

Fonte : Fantastic TV

Os 8 melhores filmes de Natal para ver na Netflix

Desde "O Amor Acontece", o clássico de cinema, ao mais recente filme com Kurt Russell no papel principal, estas são as nossas sugestões.



por FÁBIO MARTINS



Há também um filme de animação fofinho, que conta uma história de amor e de ternura pelos olhos de uma criança



A pensar naquelas pausas entre as várias opções de comida a compor a sua mesa de Natal, fomos à procura dos filmes mais engraçados que retratassem esta época com alguma originalidade e diversão.

Encontrámos vários: desde “O Amor Acontece”, aquele clássico de cinema que é capaz de estar ao mesmo nível de um “Sozinho em Casa” ao “The Christmas Chronicles”, o novo filme da Netflix que conta com Kurt Russell enquanto Pai Natal, há de tudo um pouco para garantir que não se aborrece nos dias 24 e 25 de dezembro.


Estes são os 8 filmes de Natal que pode ver (e rever) na Netflix.
“The Christmas Chronicles”


“The Christmas Chronicles” é o novo filme da Netflix que promete animar a família durante as festividades. No filme, a mãe de Teddy (Judah Lewis) e Kate (Darby Camp) tem de deixar os filhos sozinhos na noite de Natal e os miúdos começam a notar alguns movimentos estranhos pela casa.

Kate, a mais nova, acredita que é o Pai Natal (Kurt Russell) e está disposta a provar ao irmão que ele existe. Juntos, encontram o seu trenó e escondem-se nele sem que o Pai Natal seja capaz perceber o que está a acontecer. Quando, finalmente, vê os miúdos no seu trenó, perde o controlo, as renas acabam por fugir e o saco dos presentes de todos os miúdos desaparecem. Juntos, terão de arranjar uma forma de salvar o natal
“The Princess Switch”


Em “The Princess Switch”, Stacy DeNovo (Vanessa Hudgens) tem uma pastelaria com bastante sucesso em Chicago, nos Estados Unidos da América, e é inscrita pelo colega Kevin (Nick Sagar) num concurso internacional de pasteleiros em Belgravia, no Reino Unidos.




Quando chega ao concurso e conhece os restantes concorrentes, Stacy dá de caras com a Duquesa de Montenaro, Margaret Delacourt e percebe que é igual a ela, literalmente. Ao verem as suas semelhanças, Stacy e Margaret fazem um acordo: durante alguns dias, irão de trocar de lugar uma com a outra, mas nem tudo vai correr bem no momento em que cada uma tiver de regressar às suas vidas reais.
“A Wish for Christmas”


As ideias e opiniões de Sara Thomas (Lacey Chabert) sempre foram ignoradas, mas tudo muda no dia em que o chefe da empresa onde trabalha lhe tenta roubar uma ideia pensada por ela para uma iniciativa de Natal. Farta de ser menosprezada pelo chef, Sara pede ao Pai Natal (Howard Storey) que lhe dê coragem para o enfrentar.

O desejo é-lhe concedido mas só terá apenas 48 horas para realizar aquilo que antes não fora capaz. Com o decorrer da história de “A Wish for Christmas”, Sara vai aproveitar todo o tempo que tem para dizer aquilo que sempre quis dizer — mas que não teve coragem para o fazer.
“Christmas Wedding Planner”


Em “Christmas Wedding Planner”, a história acompanha a figura de Kelsey Wilson (Jocelyn Hudson), que está a planear aquilo que considera ser o casamento de Natal perfeito para a prima. No entanto, tudo parece correr mal quando um detetive privado, Connor McClane (Stephen Huszar) é contratar para arruinar o casamento.

Depois de vários pedidos, Kelsey aceita trabalhar com Connor para desmascarar o noivo, ao mesmo tempo que finge organizar a festa perfeita.
“O Amor Acontece”


É capaz de ser um dos filmes clássicos de Natal, quase ao mesmo nível de outras produções como “Sozinho em Casa” ou “Música no Coração”. Falamos de “O Amor Acontece” onde vários casais (alguns protagonizados por Lúcia Moniz, Colin Firth ou Hugh Grant) têm de lidar com os vários problemas das relações amorosas.




Tudo isso, claro, enquanto festejam (ou tentam festejar) o Natal e tudo o que a época representa. O clássico de cinema está disponível na Netflix e promete um serão repleto de boa disposição e nostalgia.
“Angela’s Christmas”


“Angela’s Christmas” é um filme de animação onde a história se passa em meados de 1919, na Irlanda. No file, Angela é apenas uma criança cujo único desejo é que todas as pessoas tenham amor, carinho e se sintam protegidas no Natal.

É essa inocência e ingenuidade tipicamente infantil que a levam a roubar a estátua do menino Jesus, do presépio da igreja da sua aldeia, com o objetivo de tomar conta dela para que não se sinta sozinha durante a época natalícia. O filme conta uma história de amor e de ternura pelo olhar carinhoso e inocente de uma criança.
“I’ll be Home for Christmas”


Em “I’ll be Home For Christmas”, Jackie Foster (Mena Suvari), a personagem principal, é mãe solteira e nunca teve uma relação fácil com o pai, Jack (James Brolin), um polícia reformado. Tudo parece sofrer uma reviravolta enorme quando Jack aparece em sua casa, poucos dias antes do Natal, e conhece Gracie (Giselle Wisenberg), a filha de Jackie.




Durante a consoada, toda a família volta a estar unida e tudo parece ter sido deitado para trás das costas mas a verdade é que ainda há muitos problemas (alguns graves) por resolver.
“48 Christmas Wishes”


Os elfos do Pai Natal destroem, por acidente, as cartas das crianças da pequena cidade fictícia de Minnedoza. É durante o caos e o pânico de não saber que prendas oferecer, que descobrem que se pelo menos um dos desejos dos miúdos não se concretizar, o Natal corre o risco de desaparecer de todo o mundo para sempre.

É por isso que dois elfos, Mindy (Clara Kushnir) e Cam (Etham Yang), tentam recolher todos as desejos dos miúdos, ao mesmo tempo que tentam ajudar uma família que se recusa a celebrar o Natal depois da morte de um dos membros da família.

Fonte : MAGG

terça-feira

Love Actually - Especial 15 anos - Parte XV

LOVE ACTUALLY 2017


LOVE ACTUALLY - 2003


Love Actually - Especial 15 anos - Parte XIV

Love Actually Especial 15 anos - Parte XIII


Colin FIRTH & Lucia MONIZ in LOVE ACTUALLY the sequel from FirthFirst on Vimeo.

Love Actually - Especial 15 anos - Parte XII

Especial - Love Actually - 15 anos - Parte XI

Especial - Love Actually - 15 anos - Parte X

Especial - Love Actually - 15 anos - Parte IX

NOTÍCIAS MAGAZINE 2003

segunda-feira

Especial - Love Actually - 15 anos - Parte VIII





Especial - Love Actually - 15 anos - Parte VII



Revista Ego

Especial - Love Actually - 15 anos - Parte VI

Lúcia em Hollywood

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Em Novembro, Lúcia Moniz estreia-se no cinema ao lado de Hugh Grant, Emma Thompson, Colin Firth, Liam Neeson, Rowan Atkinson...
Lúcia Moniz tem 27 anos. Ao olhá-la, na simplicidade do seu rosto nu de maquilhagem, na despretensão do seu corpo vestido de conforto, dá-se-lhe menos idade. Ao ouvir as vontades de mulher teimosa e determinada, dá-se-lhe mais. Nessa inconstância temporal que lhe compõe a personalidade co-habitam uma actriz e uma cantora «rock», sem ordem de preferência ou domínio. Até agora. Com a sua participação no filme Love Actually, cujo elenco integra Hugh Grant, Emma Thompson, Rowan «Mr. Bean» Atkinson, Liam Neeson, Colin Firth, Alan Rickman e Billy Bob Thornton, a representação arrisca-se a ganhar no futuro.
Lúcia prende os olhos negros ao Tejo espelhado à beira da Expo. Descontrai-se na cadeira. Acende um cigarro. Prepara-se para recordar aquilo que é apenas novidade para o público. Para ela, o «sonho de Hollywood» já tem um ano. Certinho. As filmagens decorreram em Setembro de 2002, em França. A ansiedade começou um mês antes, no «casting», em Lisboa.
No princípio, era só mais um, para cinema, semelhante aos muitos a que se tinha já submetido e nos quais não tinha vingado. Sabia que era para um filme inglês, recheado de actores consagrados, mas não esperava mais - em caso de «vitória» - do que uma participação muda, talvez a oferecer um café às estrelas principais. Quando leu as primeiras cenas começou o nervoso miudinho. A dor no estômago. O pânico interior. O realizador Richard Curtis, argumentista de O Diário de Bridget Jones e Quatro Casamentos e Um Funeral, não queria figurantes. Queria uma protagonista. «Eu estava uma pilha de nervos. Mas passei à fase seguinte. Quando soube que tinha ficado com o papel, tive uns cinco segundos de histeria, de muitos pulos e gritos. É a minha estreia no cinema, e logo assim».
O filme é uma comédia romântica, cujo enredo se desenvolve à volta de dez histórias, simultaneamente independentes e interligadas. Lúcia é uma emigrante portuguesa em França, que trabalha como criada na casa de férias de um escritor inglês, papel interpretado por Colin Firth - o eterno Mr. Darcy de Orgulho e Preconceito e de O Diário de Bridget Jones. Durante a estada, destinada a curar um desgosto de amor e a terminar o último livro, Jamie (assim se chama o artista) aproxima-se da serviçal, apesar da imensa dificuldade de comunicação. «Eu falo português o filme todo. Ele fala inglês e às vezes um esforçado espanhol italianado misturado com francês. Há conversas completamente loucas».
Lúcia Moniz conheceu o restante elenco em Londres, aquando do «read through» (leitura total) do guião, poucos dias antes do início das filmagens em Marselha. «‘Olá, bom dia, eu sou a Lúcia. Eu sei quem você é’, dizia-lhes eu. Tive o privilégio de apertar a mão a Mr. Bean, de cumprimentar o Alan Rikman. Ao Liam Neeson... não sei se pela voz, que impõe respeito, se pelo porte enorme... nem bom dia consegui dizer». Mas quando viu Emma Thompson encheu-se de coragem e caminhou até ela. A admiração da mãe, Maria do Amparo, pela actriz inglesa a isso obrigou. «E, então, descobri um senhora da cabeça aos pés, fantástica, que adora o Algarve. O Alan Rikman até nos tirou uma fotografia».
LUZ, CÂMARA, ACÇÃO


LUIZ CARVALHO
A personagem de Lúcia obrigou a uma mudança de visual. O cabelo recuou até ao nível do queixo e tingiu-se de castanho-escuro. O rosto manteve-se quase sem maquilhagem. As roupas tornaram-se ainda mais simples do que na vida real. E, quando a «claquette» anunciou o início das gravações, a actriz estava novamente em pânico. «Na primeira cena só tinha que dizer ‘Bom dia’, mas mesmo isso... Estava a ser dirigida em inglês, tinha de falar português. Tudo foi superado com o apoio da equipa. Mimaram-me muito. Durante as cenas em que só filmavam o meu lado, o Colin Firth dava tudo dele para eu reagir, dava-me as intenções certas. Ele nem era obrigado a estar ali».
Foi graças à camaradagem que Lúcia conseguiu divertir-se até quando teve de entrar sucessivamente - tantas vezes quantos os «takes» - num lago com mais lama que água. «As folhas do livro voam para a água e eu, qual Camões, entro num lago muito feio para salvar o trabalho. A água ia pelos joelhos, mas tinha de fingir que chegava ao pescoço. Tive de me enterrar na lama, sentia coisas a mexer».
Durante os 15 dias das gravações, Lúcia viveu num mundo à parte. Quando lhe apontaram a sua roulote, um veículo enorme - com cama «king size», cozinha, sala de estar -, ela pensou que a dela, necessariamente mais modesta, estaria escondida atrás. No dia em que sentiu uma leve dor de cabeça e pediu que lhe levassem ao quarto uma aspirina, foi surpreendida por uma enfermeira com um balde de comprimidos e aparelhómetros de «check up». Quando filmaram em Londres e Lúcia e Laura Linney (nomeada para o Óscar de Melhor Actriz no filme Podes Contar Comigo) decidiam ir a pé para o estúdio ou para a casa de chá próxima, um carro com «chauffeur» acompanhava-as.

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SAUDADES DE CASA

Todos os dias enviava à família «e-mails» onde descrevia pormenorizadamente os medos, as aventuras, as emoções: as noites passadas ao piano com a equipa para matar saudades do duo com a irmã Sara Moniz; o aniversário com a «nova família» que coincidiu com o de Hugh Grant, o do produtor Duncan Kenworthy e o de Collin Firth (no dia seguinte); o imenso tempo para preparar as cenas, ao contrário do das novelas A Grande Aposta, Terra Mãe, Ajuste de Contas e Saber Amar, em que participou; as filmagens dos outros a que assistia religiosamente. «Ela andou sempre de antenas no ar, a absorver tudo. Chegou a substituir os ‘substitutos de actores’ que ajudam os técnicos nas afinações», recorda a mãe.
Um ano depois das gravações restam os ensinamentos, as memórias, os amigos. Já conheceu as famílias de Colin Firth, Laura Linney, Duncan Kenworthy e continua em contacto com muitos outros pelo «e-mail» que a mantém ligada ao mundo. A representação está agora na sua fase adormecida, para dar lugar à música que nunca morreu. Quinze dias entre estrelas de Hollywood não apagam a vocação que se revelou ainda na barriga da mãe, quando, durante um espectáculo musical, deu um pontapé tão grande que obrigou Maria do Amparo a arremessar a guitarra. Ainda no berço, já ia para o palco com a mãe e o pai, Carlos Alberto Moniz, com maracas para se entreter. Garantem os progenitores que começou a cantar com 11 meses - a canção da novela Gabriela - e a compor aos 4 anos. Estudou composição nos EUA, ganhou o Festival da Canção em 1996, editou o primeiro álbum Magnólia (disco de ouro) em 1999 e o segundo intitulado 67 dois anos depois, ambos com a participação de Nuno Bettencourt. Agora voltou a fechar-se em casa para compor e criar o terceiro álbum.
Em Novembro, quando Love Actually estrear, sabe que a sua vida pode mudar radicalmente. Ou não. Lúcia diz-se preparada para os dois embates. Sempre com os pés bem assentes na terra. Só receia ver-se no cinema, «Ainda não vi o filme. Acho que vou morrer de vergonha. Resta-me esconder-me atrás das pipocas».

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Fonte:revista expresso novembro 2003

Especial - Love Actually - 15 anos - Parte V

Fonte: Público

Especial - Love Actually - 15 anos - Parte IV

Entrevista na TV+

Especial - Love Actually - 15 anos - Parte III


Especial - Love Actually - 15 anos - Parte II



Fotos bastidores Love Actually




Especial - Love Actually - 15 anos - Parte I

Love Actually-Movie Artwork


Fonte:Justin Reed

"Bem-Vindos a Beirais" ganha adaptação televisiva na Letónia


Bem-Vindos a Beirais está prestes a chegar à Letónia. A série produzida em Portugal pela SP Televisão trata-se de um original português e, no início de 2019, será adaptada para a televisão letã.

A primeira temporada da série protagonizada por Pêpê Rapazote, que na Letónia terá como protagonista o ator Dainis Grübe, será emitida em horário nobre. O diretor da RTP1, José Fragoso, sublinha que a exportação deste formato português demonstra “que o investimento consistente da RTP1 na produção de séries nacionais está sintonizado com a realidade do mercado audiovisual internacional e que é possível criar histórias em português capazes de viajar para lá das nossas fronteiras e de serem interpretadas noutras línguas e noutras geografias”.

A série conta a história de Diogo Almada, um bem-sucedido gestor de contas numa empresa de telecomunicações que se confronta com problemas graves de stress e ansiedade. Numa tentativa de reaver a sua qualidade de vida, Diogo muda-se para a pequena aldeia de Beirais.


O ator principal da produção portuguesa refere que este "é um motivo de imenso orgulho a prova do sucesso deste formato que agora parece incontestável com a sua adaptação numa realidade tão diferente como a letã. Ou talvez não. Numa observação mais atenta percebemos que a história em Bem-Vindos a Beirais parte de uma premissa quase universal". 

Pepê Rapazote continua, acredita que esta exportação poderá ser a "primeira de muitas".  Bem-Vindos a Beirais foi emitida entre 2013 e 2016 pela RTP1, contando com quatro temporadas e mais de 600 episódios, sendo uma das produções nacionais mais bem sucedidas na estação pública na última década.

Fonte: Fantastictv

Berlin: Lucia Moniz To Play Mom Fighting London Social Services in ‘Listen’

CREDIT: ERIK PENDZICH/REX/SHUTTERSTOCK Portuguese actress  Lucia Moniz  (“Love Actually”) is attached to star in “Listen,” a drama abou...