quinta-feira

Boas entradas em 2011

A blog deseja a todo o pessoal umas óptimas entradas em 2011 com muita saúde e elegria e entusiasmo.
E haja esperança de que a crise falada há tantos anos penso que desde da entrada do euro, nos deixe sossegados em 2011(deixa-me sonhar :P).
O que faz falta é animar a malta, por isso cá vai um vídeo para celebrar o final deste ano.

Maternidade






'Maternidade' conta a história de Madalena Valente, uma obstetra brilhante que é obrigada a trocar um dos mais conceituados hospitais do país, por uma Maternidade privada à beira do encerramento compulsivo. À frente de uma equipa de profissionais desmotivados e sem forças para lutar contra o encerramento inevitável, Madalena terá a árdua tarefa de devolver-lhes o brio profissional e a motivação para, contra tudo e contra todos, transformarem a sua Maternidade numa instituição de referência.

Segundo o site imdb.com a serie irá estrear já em Janeiro possivelmente para o lugar de Pai à Força que passa na rtp 1 por volta das 19 h todos os domingos.

Fonte:Imdb.com e SP Televisão

Concerto no Centro de Artes e Espectáculos Figueira da Foz




12 de Março, 21h30

Depois de 3 álbuns editados e 11 anos após a edição do seu primeiro registo, “Magnolia” (1999), Lúcia Moniz regressa agora aos palcos com um novo repertório, nunca esquecendo as canções que ficaram na memória do público.
Lúcia Moniz apresenta-se, ao vivo, com a sua banda, para apresentar e enriquecer a sua música, num ambiente mais intimista.

Entrada: 5,00; 8,00; 10,00 euros
M 6 anos
Duração aprox.: 1h15

segunda-feira

Concerto de apresentação do novo albúm de Lúcia Moniz


O ano de 2011 começa em grande no Centro Cultural Olga Cadaval. Com uma programação variada e de excelência, os primeiros três meses do ano têm agendados nomes como Marco Rodrigues, Lúcia Moniz, Corvos, Pedro & Os Lobos ou Laurent Filipe & António Zambujo. A Sintra chegam também grandes companhias de bailado, como o ballet Estatal Russo de Rostov ou a Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo.

Fonte:Câmara Municipal de Sintra

Lúcia Moniz passa réveillon no Japão


Actriz vai visitar irmã




Lúcia Moniz está de partida para o Japão. A actriz, que brilhou no filme ‘O Amor Acontece’, ao lado de Hugh Grant, vai passar o réveillon com a irmã, que está a viver em Tóquio.

Sara Moniz é casada com o japonês Hidetoshi Saiga, com quem tem dois filhos: Yuu Aida, de dois anos, e Mii Ana, de um.

Fonte:Vidas

Só Visto-Pão de Todos e para todos

Pão de todos para todos


Fonte:Destak

terça-feira

Feliz Natal

A equipa do blog deseja a todos os visitantes, colaboradores e à Lúcia Moniz um bom natal com o muita saúde e felicidade no sapatinho. E como as prendas dão um colorido diferente a esta época natalícia aqui a nossa prendinha este ano.




Bom Natal!

segunda-feira

Glamour de Mário Galiano em exposição



"Glamour by Mário Galiano" é o nome do livro com fotografias de 47 portuguesas e da exposição que hoje abre ao público no Museu do Oriente.


Foi difícil fotografar estas mulheres, onde se incluem Simone de Oliveira, Lúcia Moniz, Fernanda Ribeiro, etc?
A dificuldade foi marcar as fotografias, devido às agendas preenchidas e ao facto de serem necessárias, em média, seis horas para pentear, maquilhar e fotografar.

Como define o "glamour" made in Portugal?
Contido. Apesar de a palavra ser aplicada, são raras as que se podem rever nesta palavra, que pressupõe um estado máximo de beleza, encanto e um apontamento de inacessibilidade.

Qual é a personalidade que elege como o 'rosto' da nossa República?
É difícil, pois os critérios são: fisionomia, papel que terá na projeção de Portugal e fotogenia. Escolheria Teresa Salgueiro.

Qual a mulher que gostaria de fotografar e ainda não fotografou? E porquê?
Dita Von Teese, pela figura que criou, irreverente e ousada.

Qual o objetivo deste livro?
É comemorar os 20 anos de carreira a fotografar celebridades.


Fonte:Expresso

quinta-feira

Mário Galiano fotografa 47 portuguesas em livro

«Glamour by Mário Galiano» é a obra que reúne 47 mulheres da sociedade portuguesa captadas pela objectiva do autor. Galiano vai apresentar o livro de fotografias no dia 29 de Novembro, às 21:00 horas, no Museu do Oriente (MdO).

A obra tem por tema «o glamour dos anos 40 e 50», segundo o divulgado em comunicado.

São fotografadas celebridades como Ana Salazar, Naide Gomes, Sónia Araújo, Joana Amaral Dias, Sofia Carvalho, Maria João Abreu e Simone de Oliveira.

Paralelamente à edição do livro, o MdO acolhe a partir do mesmo dia uma exposição dedicada aos trabalhos de Mário Galiano.

A sessão de apresentação será conduzida pelo jornalista Mário augusto.

As 47 «divas» são:

Adelaide de Sousa, Alexandra Abreu Loureiro, Ana Bacalhau, Ana Batista, Anabela Teixeira, Ana Borges, Ana Lourenço, Ana Mesquita, Ana Moreira, Ana Rocha, Ana Salazar, Bárbara Norton de Matos, Carla Salgueiro, Elisabete Jacinto, Elza Pais, Fátima Lopes, Fátima Lopes, Fernanda Freitas, Fernanda Ribeiro, Helena Isabel, Idália Salvador Serrão Moniz, Isabel Angelino, Iva Domingues, Joana Amaral Dias, Joana Carneiro, Lúcia Moniz, Margarida Rebelo Pinto, Maria de Belém Roseira, Maria João Abreu, Maria João Luís, Mariza, Marta Crawford, Marta Leite Castro, Mitó, Naide Gomes, Patrícia Vasconcelos, Paula Lobo Antunes, Paula Neves, Sandra Barata Belo, Serenella Andrade, Simone de Oliveira, Sofia Carvalho, Sofia Sá da Bandeira, Sónia Araújo, Susana Bento Ramos, Tânia Ribas de Oliveira, Vanessa Oliveira.

sábado

Voo Directo - Banda Sonora

Já estreou na RTP a série "Voo Directo" protagonizada pela Soraia Chaves, o tema "Leva-me para casa" da Lúcia Moniz faz parte da banda sonora.

segunda-feira

"Live Sessions" @ Silk ft SILK&FRIENDS com LÚCIA MONIZ



O Silk Club apresenta " SILK AND FRIENDS". O Cantor e actor Fernando Nobre o "SILK", convida seus amigos para uma noite inesquecível. Entre os convidados brilha o nome da querida LUCIA MONIZ. A Lucia e o "Silk" (cantor dos Mr Lizard), foram cartaz do Rock in Rio Lisboa ediçao 2010. O palco Sunset foi testemunha desse encontro fantástico que voltará a se repetir no palco do Silk Club na proxima quarta feira dia 10 de Novembro.

"I feel good" e "Sex machine" entre outros grandes temas estarao no repertório acompanhados pela banda :
Miguel Casais(bateria)
Daniel Hewson(teclado e bateria)
Ciro Cruz(baixo)
Tatanka( voz e guitarra)

Local:Silk Club
Quarta-feira às 22:30

RESERVAS PARA A GUEST LIST
SMS: 913009193

Grande festa em Lisboa




Grande festa em Lisboa noite de 11 de Novembro na discoteca BBC, em Lisboa, promete ficar na lista das grandes festas de 2010. A Central Models, que comemora 20 anos, vai reunir ali dezenas de personalidades ligadas ao Mundo da Moda, da Televisão, do Cinema, do Teatro e do Desporto.

Na lista de convidados estão numerosas figuras que nas últimas duas décadas passaram pela agência de Modelos e Talentos criada por Mi e Tó Romano, designadamente Virgílio Castelo, Paulo Pires, Alexandre Lencastre, Núria Madruga, Lúcia Moniz, Afonso Vilela, Pedro e Ricardo Guedes, Rui Porto Nunes, Mafalda Castro, Marta Leite Castro, Joana Freitas, Filipe e Karen Gaidão, Manuel Gião, Pedro Lammy, Raquel Prates, Telma Santos, Débora Montenegro e Paula Neves.

Depois de um jantar de convívio, que reunirá também os actuais agenciados da Central Models, além de estilistas, produtores de moda, fotógrafos e stylists, haverá música pela noite dentro, com o DJ Black Cofee & Bucie no comando das operações.

Na altura será apresentada a revista "Edição Especial dos 20 anos da Central Models", que incluirá um conjunto de imagens absolutamente inéditas e promete ficar como "um item de colecção".

Fonte:Fama.Sapo

5 para a meia a noite com Albano Jerónimo, Lúcia Moniz e Pinto Ferreira (Programa completo)

Programa do dia 13/09



terça-feira

“Um Eléctrico Chamado Desejo” de Tennessee Williams no Teatro D. Maria II







A Dra. Maria Cavaco Silva assistiu, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, à peça de teatro “Um Eléctrico Chamado Desejo”.

Com encenação de Diogo Infante, e interpretação de Alexandra Lencastre, a peça de Tennessee Williams encontra-se em cena na Sala Garrett, até 31 de Outubro.

Fonte:Presidência.pt

segunda-feira

Cd Tabuada já à venda


O CD Tabuada já se encontra à venda nos locais habituais pelo preço de 9,99€ (fnac, worten...)


Um projecto que reúne diferentes estilos musicais, diferentes culturas, diferentes idades e formas de sentir a música.
Em comum têm a excelência na qualidade musical, a dedicação de quem acredita que pode fazer a diferença na sua forma de expressão e a inovação não formatada de quem ousa experimentar sempre o novo e ir mais além.
É um projecto que dá voz e vez à nova geração de músicos portugueses com o objectivo de propor um novo conceito musical para crianças quer na forma, quer no conteúdo.

“A música é por excelência uma forma de intervenção e é por esta via que escolhemos dar o nosso contributo para um novo conceito de educação!”

Todas as letras das músicas interpretadas no disco são da autoria dos alunos da Escola João de Deus.
Além das canções, o disco contém desenhos, vídeos e dá o mote para várias coreografias pedagógicas.

Bandas envolvidas:
- Pontos Negros
- Sam, the Kid
- João Só
- Black Jakers
- Lúcia Moniz
- Pinto Ferreira
- Mundo Complexo
- Macacos do Chinês

Fonte:Fnac

sexta-feira

quarta-feira

Aprender "Segredos da Tabuada"


Ensinar a tabuada aos mais novos com ajuda da música é a proposta do CD “Segredos da Tabuada”, iniciativa à qual aderiu o Jardim Escola João de Deus da Estrela, em Lisboa. Lúcia Moniz, Sam the Kid, Macacos do Chinês, Pinto Ferreira e João Só são alguns dos artistas que deram o “sim” quando convidados a integrar o projecto idealizado por Rute Moreira.

O 2x2, 9x7, 8x6 e 5x5 foram escondidos em histórias escritas pelas crianças do Jardim Escola João de Deus da Estrela e transformadas em melodia pelos artistas convidados a participar no projecto.


Bandas e cantores emprestaram a voz, trabalharam a sonoridade e ajudaram a concretizar o projecto de Rute Moreira.



Com uma componente didáctica e afectiva, o CD pretende ser uma ferramenta útil para miúdos e graúdos decorarem a tabuada sem esforços nem aborrecimentos.




Fonte:Rosa 10

segunda-feira

Entrevista a Rute Moreira

Rute Moreira é Licenciada em Matemáticas Aplicadas e utilizou os seus conhecimentos para, aliados à criatividade e à escrita, construir projectos educativos.

Rute é mãe de três filhos e foi através deles que surgiu o projecto pedagógico "Tabuada". Um CD com letras criadas pelos mais novos e com arranjos musicais de artistas conhecidos, como os Pontos Negros, Lúcia Moniz, Sam the Kid, Macacos do Chinês, etc.

Rute Moreira, pedagoga e criadora do projecto, explicou à jornalista Paula Veran como funciona esta ferramenta útil para pais e filhos.

sábado

Orelha Negra em Lisboa na próxima semana

Orelha Negra em Lisboa na próxima semana

Sam The Kid, DJ Cruzfader, Fred Ferreira, Francisco Rebelo e João Gomes, actuam na Quinta-feira, dia 28 no São Jorge.

Os Orelha Negra actuam em Lisboa já na próxima semana, na Quinta-feira, dia 28. O grupo de Sam The Kid, DJ Cruzfader, Fred Ferreira, Francisco Rebelo e João Gomes, que se escondem atrás de capas de vinil «para elogiar o mundo que nos rodeia e inspira, seja sonora, seja visualmente», vai subir ao palco da Sala 1 do Cinema São Jorge.

«É um espectáculo original, na medida em que, dentro de um contexto “pop”, não é comum uma banda apresentar-se sem vocalistas e nunca haver comunicação directa (feita verbalmente por algum dos músicos) com o público. Nesse aspecto, tem algo a ver com um djset, feito por músicos, e manipuladores de diferentes tipos de tecnologias usadas para fazer música, em que a dinâmica do concerto é fundamental», revelou o grupo à MTV Portugal. «Só o facto de nos apresentarmos num teatro (ao contrario de num espectáculo ao ar livre, ou de num clube) leva a que muitos dos aspectos da nossa actuação sejam revelados ao público de uma forma completamete diferente. O pormenor ganha importância, o aspecto cénico, bem como a própria performance de cada um de nós...», completaram.

Este “super grupo” vai apresentar o álbum homónimo de estreia que, em entrevista à MTV, descrevem como «uma mistura de vários sons», acrescentando que «vai do Hip-hop ao soul, passando pelo funk, música eléctronica e rock, como é o caso do nosso último single, ‘A Cura’». O grupo também deve desvendar alguns dos temas da uma mixtape desse mesmo registo, com remisturas e versões cantadas das músicas, com as vozes de Tiago Bettencourt, Lúcia Moniz ou NBC, entre outros, cuja edição, que será gratuita, está prevista para Dezembro.

«[Com esta mixtape] pretendemos apresentar as nossas músicas retrabalhadas, não tanto por produtores (como é mais usual hoje em dis – remixes) mas mais por cantores (seguindo um pouco a tradição das mixtapes de hip hop). Mas por outro lado, procuramos que essas versões não ficassem apenas pelo Rap, tendo sido convidados cantores de todo o tipo de universos», afirmaram os Orelha Negra. «As escolhas tiveram um pouco a ver com o noso circulo de amigos/conhecimentos, bem como de acasos, ou propostas que nos foram sendo feitas», disseram ainda.

Os Orelha Negra integraram o lote de 5 finalistas ao prémio BEST PORTUGUESE ACT dos MTV EUROPE MUSIC AWARDS 2010, prémio que foi atribuído pelo público da MTV aos Nu Soul Family. Na mesma entrevista ao teu canal os Orelha revelaram ter ficado «um pouco surprendidos, uma vez que que o nosso primeiro disco só saiu em Abril deste ano. Mas ficamos contentes por saber que a MTV aposta e apoia projectos arriscados, como o nosso, de música instrumental».

Se queres ver os Orelha Negra ao vivo, fica a saber que está disponível nas lojas Fnac um pack com CD + bilhete por 9,99€. O concerto na próxima Quinta-feira, dia 28 de Outubro, começa pelas 21h30.

Fonte:MTV Portugal

quarta-feira

Músicos nacionais ensinam tabuada


João Só, Os Pontos Negros, Sam the Kid, Macacos do Chinés, Lúcia Moniz, Pinto Ferreira, Mundo Complexo, MC Ridículo e Black Jakers são os músicos portugueses que vão ensinar a tabuada na edição "Segredos da Tabuada" (capa na imagem).

O disco é apresentado esta quarta-feira no Museu Escola Superior João de Deus, o estabelecimento de ensino lisboeta que levou a cabo esta iniciativa. Todas as letras das músicas interpretadas no disco são da autoria dos alunos da Escola João de Deus.

A edição é apresentada como uma «forma mais eficaz de aprender». Além das canções, o disco contém desenhos, vídeos e dá o mote para várias coreografias pedagógicas.

Fonte:Rádio Comercial

quinta-feira

Um eléctrico chamado Desejo - Crítica (Rua de Baixo)




Um eléctrico chamado Desejo
De Tennessee Williams por Diogo Infante no Teatro Nacional D. Maria II até 31 de Outubro.

Eis um clássico, a receita mágica que faz esgotar a sala dourada de teatro lisboeta: mistura-se um grande texto de teatro, uma peça de Tennesse Williams que muitos recordam dos ecrãs do cinema americano, encenado por um famoso actor, agora encenador e director do Teatro Nacional, que conhece o outro lado de lá e que toda a gente conhece e aprecia, convidam-se excelentes actores, alguns deles famosos e estimados pelo público, uma fabulosa e grandiosa cenografia e luz que encantam qualquer espectador mais inclinado à maledicência gratuita e voilá… é um espectáculo que promete casa cheia até ao fim!

Todo o enredo se centra num jogo de polaridades. Uma viúva americana do sul, aristocrata falida mas requintada, educada para agradar e ser agradada, visita por uns tempos a sua irmã de bom coração a Nova Orleães. Chega a essa cidade da América do Norte, num eléctrico chamado “Desejo” e é assim que conhece o seu cunhado, filho de emigrantes polacos, homem rude, violento e sem tacto, a seu ver, um péssimo partido para sua irmã, mas na verdade, demasiado atraente, viril e magnético ao seu olhar.

Todo o espectáculo é um jogo de contraste entre personagens, formas de viver e entre conceitos como: desejo versus dependência, poder da sedução vs dependência em ser agradado e agradar, desejo vs vício, fragilidade vs brutalidade, amor vs amargura, violência vs amor, casa cheia vs solidão, verdade vs mentiras, bom nome vs má fama, desespero vs ajuda e tranquilidade, truques e manhas vs transparência, passado vs futuro, homem vs mulher.

Blanche Dubois, interpretada fabulosamente por Alexandra Lencastre, que regressa ao teatro 12 anos depois e que se estreia no palco nacional com uma enorme expectativa e entrega, parece e quer parecer alguém que não é, um passado que não teve, um futuro que lhe está vedado e pretende fugir a uma realidade que dói e assusta qualquer mulher que naquele tempo, anos 40, vê a sua vida desgraçada, sem dinheiro, sem homem, sem emprego, sem rumo e sem solução aparente que não o recurso à casa e comida da sua boa irmã, Stella. Todo o seu plano seria de feição se não fosse a astúcia de Stanley Kowalski, seu cunhado, filho de emigrantes polacos, viciado em álcool, jogo e agressividade natural, que trabalhou duro para ter o pouco que tem, que suou para construir uma família e amigos e que aprendeu na escola da vida o suficiente para desconfiar e descobrir os segredos de Blanche.

Blanche, que não quer realismo mas magia na sua vida, não consegue assim enfeitiçar nem o seu cunhado nem o seu pretendente e futuro radioso, a esperança e a sua promessa de sorriso, Mitch. Porém, a marca de Blanche nas suas vidas familiares será, aparentemente, duradoura e irreversível.

O desejo atraiçoa-a. A dependência da vida, do dinheiro e do amor dos outros vira-lhe as costas e devolve-lhe o passado e a solidão. O seu fim é infeliz, triste e surpreendente.

Blanche é vítima de si mesma, da armadilha dos seus filmes e ilusões, da sua educação aristocrata decadente, muda e inútil e sempre continuará a depender “da bondade de estranhos”. Fica no ar, a nosso ver, a história popular do Pedro e do Lobo bem como a dúvida se o fim de Blanche terá sido o antes daquela visita a Nova Orleães.

Albano Jerónimo é, sem qualquer dúvida “the man right for the job”: cru, verdadeiro, brutal, violento, sensual, surpreendente e arrebatador em palco. Trata por tu, com a sua arte e engenho, sem pestanejar, o talento da actriz Alexandra Lencastre, apesar de pertencer a uma nova geração de actores. Um actor promissor e genial, o nosso Marlon Brando, tem como ele, estilo, o olhar penetrante, o charme e a arte de representar.

Lúcia Moniz, não canta mas encanta, pois interpreta lindamente Stella, tem a “luz” que o encenador Diogo Infante disse ter encontrado e brilha, de facto, em palco aos olhos de qualquer espectador mais desatento. É uma delícia ouvi-la e vê-la a representar, foi uma escolha do elenco muito feliz e acertada por parte do encenador.

Mitch um gentleman, interpretado por Pedro Laginha, é igualmente muito bem escolhido. Este actor consegue comover, quase até o coração de Blanche, e dar à sua personagem a naturalidade e o lado leal, naif e amoroso de qualquer homem bom, solteiro de meia-idade que ainda vive com a sua mãe.

Todos os outros actores secundários também são bastante bons. Como tal, todos estão de parabéns, eis uma obra prima do Sr. Encenador-actor-director - foi na qualidade de director que escolheu a peça, na qualidade de encenador que criou este espectáculo e é com o saber da experiência de actor que ajudou os seus actores a imprimir a arte que faz dela o que ela é -, Diogo Infante que não só tem o mérito de ter ousado e desafiado toda a gente para um projecto ambicioso como este, que não era encenado há vinte anos em Portugal, como soube encenar e direccioná-lo para um bom porto, consagrado por mérito e visivelmente, por grande prazer.

A cenografia de Catarina Amaro está exemplar. A construção do edifício, das escadas em caracol para os vizinhos e do interior da casa, quando roda o palco, dá cor, textura e vida real e credível a todas as cenas. A queda simulada de chuva também foi um pormenor criativo realista e soberbo. O desenho de luz de Nuno Meira também foi bem executado e favorável a um ambiente emocional adequado a cada momento.

Eis assim um espectáculo a não perder até ao fim de Outubro que justifica uma fila de espera na compra do bilhete em troca de um garantido serão de bom entretenimento e lazer cultural.

Fonte:Rua de Baixo

segunda-feira

domingo

Living in Your Car - JN

A actriz Rita Pereira estreia-se na televisão canadiana com um papel sensual, juntando-se a Ivo Canelas, que reforça participação na segunda temporada da série cómica "Living in your car", produzida pela portuguesa BeActice.

No Canadá, a primeira temporada estreou em Maio no canal por cabo HBO. O futuro passa por trazer o formato para Portugal, o que agradaria aos portugueses que dele fazem parte.

Desta vez, Lúcia Moniz ficou de fora da série canadiana, por causa da peça de teatro "Um Eléctrico chamado Desejo", actualmente em cena, mas entrou Rita Pereira. Neste caso, não foi para substituir a colega, mas sim para agarrar um novo papel na segunda temporada da comédia co-produzida pela produtora nacional beActive, em associação com a produtora canadiana The Nightingale Company.

A história tem a economia instável como pano de fundo e um executivo, Steve Unger (John Ralston), que acaba preso, acusado de fraude. Livra-se da cadeia através de um acordo, mas acaba a viver no carro.

Carol, interpretada por Lúcia, não entra na série agora gravada, mas está previsto o seu regresso na terceira parte. Estreia-se Mónica, a sensual mulher a quem Rita dá corpo e voz. Mantém-se Bruno, o luso-descendente protagonizado por Ivo Canelas.

Nesta segunda passagem pelo Canadá, o actor português considera que "foi tudo mais fácil". O ano passado, como preparação, Ivo contactou com a comunidade portuguesa em "Little Portugal", um bairro luso em Toronto.

Para Rita Pereira, esta foi a estreia internacional no que respeita a representação. Já tinha era feito publicidade. Foi através da agência que a representa, a Central Models, que agarrou a oportunidade, que considera "fantástica". Falar em inglês não foi problema para ela, até porque a audição preliminar foi feita nesse idioma. Além disso, a actriz estuda actualmente em Los Angeles, Estados Unidos, e "falava regularmente inglês há já 12 dias", antes de ir para o Canadá. A par disso, conta com dois anos de vivência em Toronto, onde fez o pré-escolar.

Um dos realizadores, Shawn Cengiz, considerou a prestação dos portugueses fantástica: "É engraçado, porque estávamos habituados às mesmas caras e aos talentos que temos no Canadá, que falam a mesma língua. Nesta produção, no ano passado, foi a primeira vez que lidamos com novos actores, de uma nacionalidade diferente, com novas ideias, formas diferentes de trabalhar, o que é muito bom".

Prestações distintas

Terminaram esta semana as gravações da segunda temporada de "Living in your car". As cenas a que o JN assistiu realizaram-se na capital do Canadá, Toronto, e Hamilton. Cerca de 45 minutos separam as duas cidades do estado de Ontário.

Na passada segunda-feira, Ivo Canelas gravou em Hamilton, uma localidade que, por causa do seu ambiente ecléctico, já recebeu inúmeras produções de TV e filmes. Um restaurante, actualmente fechado e disponível para arrendar, serviu de cenário a "takes" muitos divertidos, com o actor português em destaque. Bruno, a personagem de Ivo, é "um luso-descendente com estereótipos associados aos povos que emigram". Se na primeira temporada, era funcionário numa padaria, na segunda temporada já é dono de um restaurante de produtos biológicos.

Rita Pereira entrou em cena apenas quarta-feira, estendendo a prestação para o dia seguinte. No último episódio, Rita Pereira interpreta uma manequim. Uma mulher sensual que agradou à jovem: "É a primeira vez que faço um mulherão". Com um vestido justo em tons de tijolo, Rita exibiu a sua excelente forma física numa cena entre homens e ainda numa outra em que Steve tenta fazer a pedicure a Monica.

Fonte:Jornal de Notícias

sábado

Duas sessões extras de 'Eléctrico'

Com a sala principal do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, praticamente esgotada até ao final do mês, foram marcadas duas sessões extras do espectáculo Um Eléctrico Chamado Desejo para os dias 19 e 26 (terça-feira, às 21.30). Com encenação de Diogo Infante, a peça de Tennessee Williams conta com interpretações de Alexandra Lencastre, Albano Jerónimo, Lúcia Moniz, Pedro Laginha, entre outros.

Fonte:DN

sábado

Um Eléctrico Chamado Desejo (Crítica)


“Um Eléctrico Chamado Desejo” é inegavelmente uma das grandes peças do século XX. Foi escrita em 1947 e espelha todo o génio do seu autor, Tennessee Williams, também ele justamente considerado um nome maior do teatro. Assim, como não podia deixar de ser, o anúncio da sua integração nesta temporada do Dona Maria (TNDM) foi recebido com grande satisfação. Restava saber se a encenação de Diogo Infante, actual director artístico do teatro, seria capaz de sobreviver às expectativas que cada reposição desta peça gera. Em suma, se seria capaz de passar um teste tão duro. Quanto a mim, consegue-o. Não saímos dali a pensar que vimos algo inesquecível, mas damos por bem empregues as duas horas e meia que dura a peça. Não passa com distinção, mas leva boa nota.

Vamos por partes.

A encenação opta por um cenário giratório que acaba por se revelar uma boa solução, dado o constante saltitar entre espaços. No entanto, sente-se que falta aqui e ali alguma dinâmica, há uma ou outra quebra de ritmos. Apesar disso, Diogo Infante consegue uma encenação eficaz, colorida pelo excelente trabalho de cenografia e figurinos (que isto representar é muito bonito mas é importante não esquecer o trabalho “invisível” que também existe). Quantos aos actores, a prestação é no geral bastante boa. Além disso, temos o bónus de ver algumas caras conhecidas a mostrar que merecem mais do que as novelas da TVI. É de destacar, em especial, a prestação de Lúcia Moniz, que constrói uma Stella DuBois sensível e ternurenta na dose certa, sem nunca cair na lamechice. Surpreendeu-me. Albano Jerónimo também se sai bem, em especial nas tiradas secas com que Stanley provoca Blanche, mas já não cabe na categoria “surpresa”. Por fim, o tão esperado regresso de Alexandra Lencastre. Devo confessar que demorei um bocadinho a habituar-me ao tom de voz da personagem, e que por vezes se notaram os anos passados na televisão. Apesar disso, não desiludiu, o que não é pouco tendo em conta a dificuldade que é representar, ou antes , “ser” Blanche DuBois.

Para o final, e como é de bom tom, guarda-se o melhor. E o melhor, aqui, é o texto. Tennessee Williams escreveu uma peça com um ritmo alucinante e personagens que impressionam pela sua profundidade. Nela começa gradualmente a formar-se uma espiral de tensão e violência que culmina num drama em que ninguém ganha e todos perdem. A vida é uma merda, que não haja ilusões sobre isso. Apesar de tudo, e como Blanche diz a certa altura, “Deus às vezes existe… tão depressa!”.

Se dúvidas houvesse, "Um Eléctrico Chamado Desejo" é a prova.

Fonte:Arte-Factos

sábado

Alta Definição - vídeos


MTV comemora hoje sete anos em Portugal

MTV comemora hoje sete anos em Portugal


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Para celebrar a data, a MTV organizou uma noite de música e dança que “vai primar pela irreverência e audácia”, assinalando assim o sétimo aniversário do canal no nosso país.


Entre os artistas convidados para animar a pista de dança destacam-se as presenças de David Fossi, Funkyou2, Diego Miranda, Pete Tha Zouk, Pedro Casanova e Andrea, The Bloody Bastards & Gunrose e Stereo Addiction & Heartbreakerz.

Mas outros artistas vão também passar pela festa da MTV. Nomes como Fonzie, Klepht, Moonspell, Tiago Bettencourt, Mind Da Gap, Boss AC, Os Pontos Negros, Filomena Cautela, Dino Alves, Pedro Laginha, Linda Martini, Gomo, Lúcia Moniz, Homem Mau, Lullabye já asseguraram a sua presença no evento.

Um dos destaques vai para os MTV TOYs, figuras do canal que foram costumizadas por artistas plásticos e músicos nacionais para marcar a data.

Fonte:Briefing

7º Aniversário MTV Portugal: Lúcia Moniz

A Lúcia Moniz está a gravar com os ORELHA NEGRA, candidatos ao EMA de BEST PORTUGUESE ACT 2010, mas também deu os parabéns à MTV!

Alta Definição...hoje com Lúcia Moniz

Alta Definição

Lúcia Moniz e Pedro Laginha na Rádio Renascença hoje

Lúcia Moniz e Pedro Laginha têm passado os últimos dias no Teatro Nacional D. Maria II... mas este sábado chegam de eléctrico à Renascença!A partir das 7h, o Carlos Bastos recebe duas ilustres visitas para falar sobre "Um Eléctrico Chamado Desejo". Se ainda não viu esta peça fantástica, este pode ser o fim-de-semana ideal!

sábado

Laços de Sangue-Banda sonora

O tema "Dizer Que Não" do albúm Magnolia faz parte da banda sonora da nova novela da SIC Laços de Sangue

5 para a meia noite - videos

Programa integral:

Video

Alguns momentos - Youtube



segunda-feira

Auto do desejo-teatro-Ípsilon

Na defesa do seu texto, Tennessee Williams sugeria que não procurássemos culpados nem nos quedássemos em julgamentos sumários. Em "Um Eléctrico Chamado Desejo" não existiam bons e maus. Estaríamos perante um evidente e inevitável confronto de mundos, um progressista, construtor de uma multiculturalidade representada por Stanley Kowalski, polaco de ascendência mas "cem por cento americano", e um outro colocado à margem, decadente e elitista, hoje feito mais de fantasias do que poder, representado por Blanche DuBois, crente não na verdade mas "no que a verdade deveria ser".

As duas personagens, antagonistas, deveriam reunir os diferentes lados do debate entre evolução e conformismo e, no confronto, libertar a narrativa de um pendor moralizante.

A força maior do texto de Williams reside, precisamente, na possibilidade de avaliarmos os comportamentos não à luz das suas consequências, mas atentos às razões que levam as personagens - e por identificação os homens no geral - a agir de determinada forma.

"Um Eléctrico..." não é tanto uma peça sobre o corpo quanto é uma peça sobre a corporalidade, mostrando que a tensão não é física mas psicológica. É, por isso, curial que a dramaturgia seja atenta à evolução das personagens, descrevendo-as claramente desde o início e, no desfiar dos seus argumentos, consiga fazer com que sejam os actores a controlar, conforme a contra-cena, o modo como revelam as diferentes camadas que constituem o perfil psicológico das personagens.

Diogo Infante consegue esse jogo a espaços, preferindo uma distância expositiva a um olhar determinista e, curiosamente, parecendo optar pela ilusão de Blanche em detrimento do pragmatismo de Kowalski. É um olhar curioso, que faz com que a sua encenação reflicta o desequilíbrio do debate e que, pelo modo como conduz a peça sem intenções expressionistas, impeça o julgamento sumário temido por Williams.

É certo que, por vezes, essa intenção é contrariada, forçando uma polidez no seu olhar que expõe uma tradução (Helena Briga Nogueira) demasiado preocupada com a cadência poética de Williams e que, por vezes, descura a desmontagem que o autor imprimiu nas frases (o mesmo vale para os figurinos de Manuela Gonzaga).

A versão, se segue o texto original (e portanto não foge às elipses, como no argumento do filme de Elia Kazan), é demasiadamente altiva e educada, sendo irónica quando devia ser crua, e fria quando devia ser cínica. Mas, ainda assim, e mesmo que possamos ver nesta opção uma defesa da magia reclamada por Blanche contra o realismo de Kowalski, há uma vontade de criação de um território neutro, aqui personificado por um cenário de peça única (Catarina Amaro) que é entendido como uma personagem, revelando ou escondendo algumas cenas, no qual o magnífico desenho de luz (Nuno Meira) e a sonoplastia (Rui Dâmaso) - que ganharia em ser ainda mais interior e subterrânea - jogam um papel de extrema importância.

A encenação procura, assim, e bem, dar aos actores o papel de veículos das ideias de Williams. O desempenho de Alexandra Lencastre (Blanche) é rico de cambiantes no olhar, na voz e na gestualidade (mesmo que, por vezes, se insista na sedução, quando o texto é aguerrido e combativo), e o de Lúcia Moniz (Stella) é de uma impressionante solidez, sabendo manobrar, no tempo do gesto e no tempo do diálogo, o amadurecimento a frio da irmã de Blanche. Ambas, conscientes de que o seu tempo de belas de um decadente Sul já acabou, fazem pela peça o que, por vezes, o resto do que se passa em palco não faz por elas. Preenchem o palco com uma inteligência instintiva, ao invés de intuitiva, ganham o combate da argumentação pelo espaço que dão entre as frases e pelo modo como se envolvem, por inteiro (e não apenas com a cabeça como faz Albano Jerónimo com Kowalski), na defesa de um ideal.

É uma versão que entende por que é que Williams sugeria que o único sentimento que se podia ter sobre Blanche era o de piedade. Diogo Infante faz com "Um Eléctrico..." um exercício sobre a passagem do tempo, sendo lírico e fantasioso, em vez de ser inquisitivo. A distância temporal que nos separa do texto não aguentaria outro olhar.

Fonte:Ípsilion

quinta-feira

5 para a meia noite

Na próxima 2ª feira serão convidados de Filomena Cautela: Lúcia Moniz, Albano Jerónimo e os Pinto Ferreira na 2 no programa 5 para a meia noite. A não perder.

Rosa 10 -"Um eléctrico chamado desejo"

Alexandre Lencastre e Lúcia Moniz em "Um Electrico Chamado Desejo"

Estreia esta quinta-feira, no Teatro D. Maria II, “Um Eléctrico Chamado Desejo”. Com Alexandra Lencastre e Lúcia Moniz, a peça está em cena até 31 de Outubro.
Em “Um Eléctrico Chamado Desejo”, “Blanche DuBois”, personagem interpretada por Alexandra Lencastre, dá vida a uma frágil e solitária beldade sulista que decide visitar a irmã, “Stella”, papel interpretado por Lúcia Moniz, que vive num bairro pobre de Nova Orleães.

Com a vida em declínio, “DuBois” acaba por se confrontar com o marido de Stella, “Stanley Kowalski”, cujo temperamento rude ofende e atrai a sensibilidade e educação de que é dona.

A obra de dramaturgia do século XX estabeleceu Tennessee Williams como um dos mais consagrados autores americanos.
Alexandra Lencastre, Albano Jerónimo, Lúcia Moniz, Pedro Laginha, André Patrício, Estevão Antunes, José Neves, Marques D’ Arede, Paula Mora e Sofia Correia integram o elenco de “Um Eléctrico Chamado Desejo”.