quarta-feira

Fotos - Homenagem à Tozé Brito






























Fonte:Câmara Municipal de Cascais ,GoodLiving, Caras, Lux, Starlounge

Rui M. Leal Photography

Alfredo Matos Fotografia

João Marques Martins 

Tribo da Luz

Paula Mendes

40 mil em tributo a Tozé Brito

Durante duas horas artistas e público homenagearam esta figura da música portuguesa.

@Alexandra Costa
As Festas do Mar em Cascais terminaram ontem com um concerto de tributo aos mais de 30 anos de carreira de Tozé Brito, não só como intérprete mas principalmente como compositor para outros artistas.
O espectáculo começou com um concerto de uma hora dos Tenis Bar já uma tradição das Festas do Mar. A banda “aqueceu” o público e preparou o mote para o que se seguia.
Numa noite algo fresca, mas agradável, não havia lugar para mais ninguém na baía. Ontem foi a maior enchente do programa com as previsões a apontar para mais de 40 mil pessoas presentes.
O concerto apresentado por Francisco Mendes teve uma nota introdutória de Tozé Brito. Seguiu-se a banda que não se reunia há muito, muito tempo, o Quarteto 1111. “Lenda D’El rei D. Sebastião”, e “Doce e Fácil Reino do Blá, Blá, Blá” foram as canções recordadas.
Vítor Espadinha fez questão de estar presente e cantar a música que o celebrizou, “Recordar é Viver”.
Entre cada artista, Francisco Mendes relembrava fases importantes da carreira de Tozé Brito. Com uma composição de letras de canções participantes e, em alguns casos, vencedoras do Festival da Canção.
As Doce, com Lena Coelho, foram um grupo sensação na sua época. E dois dos hits do grupo foram compostos por Tozé Brito. É o caso de “Amanhã de Manhã” e “Bem Bom”.
O público delirou e aplaudiu quando Simone de Oliveira, uma das rainhas da música portuguesa, surgiu a cantar “À Tua Espera”. Com a voz poderosa e forte presença em palco não houve quem ficasse indiferente.
A cumplicidade de Paulo de Carvalho e Tozé Brito foi evidente na apresentação de “Olá, então como vais?”. Mais do que cantar, os dois artistas e amigos brindaram o público com “cenas de teatro”.

Mais do que simplesmente cantar “A cor do teu batôn”, com que concorreu ao Festival da Canção, Herman José aproveitou para realizar um momento de comédia e paródia bem ao seu estilo. Desde recordar participantes passados, a gozar com José Castelo Branco, houve inclusive espaço para o improviso.
Adelaide Ferreira relembrou dois dos seus principais êxitos, “Penso em Ti, eu sei” e “Papel Principal”.
À medida que a cronologia avançava surgiam artistas mais recentes. Lúcia Moniz foi uma das primeiras a bater à porta de Tozé Brito quando ele criou a sua editora. Resolveu apresentar-lhe umas músicas. Só havia um problema. Não tinham letra. E assim surgiu mais uma ligação no mundo da música e Tozé Brito compôs para Lúcia Moniz.
Francisco Mendes também tomou o gosto ao microfone quando foi a sua vez de recordar “Dá-me Luz”.
A energia de Marta Plantier contagiou tudo e todos quando veio ao palco cantar “Remédio Santo”. Canção que fez sucesso quando foi apresentada e que hoje é tema de uma novela da TVI.
Pedro Vaz, membro da banda que acompanhou todo o espectáculo, e um dos organizadores do concerto, apresentou “Tinhas razão”, enquanto os Anjos fecharam com chave de ouro com “Virar a Página”.
No fim todos os artistas subiram ao palco para se despedirem ao som de “Vinte Anos”.
A noite terminou com uma sessão de fogo de artifício enquanto se ouviam outras canções da autoria de Tozé Brito.

Fonte:Goodliving



quarta-feira

Fotos: Portugal Acústico em concerto - Ricardo Soler - Site Oficial

No dia 18 de Agosto o projecto Portugal Acústico liderado pelo Ricardo Soler na voz deu mais um concerto da sua digressão pelo país desta feita no Cineteatro de Sesimbra que contou com duas convidadas especiais Denisa e Lúcia Moniz vejam as fotos no link abaixo.
Fotos: Portugal Acústico em concerto - Ricardo Soler - Site Oficial

terça-feira

Lúcia Moniz na 1ª pessoa fala de Fio de Luz

Após uma ausência de sete anos, Lúcia Moniz regressou com o quarto álbum de originais Fio de Luz – editado recentemente pela Farol Música – cujo videoclipe do primeiro single, “Play A Sound To Me”, estreou no principio do mês em exclusivo no canal MTV Portugal. O C&H este à conversa com a cantora e actriz e ficou a saber tudo sobre este regresso.

De volta à escrita de canções, Lúcia traz consigo as vivências, as partilhas e influências de mais de dez anos dedicados à vida artística. Depois de sete anos afastada das lides musicais, que segundo a artista “passaram a correr”, Lúcia Moniz confessa que no último ano começou a sentir uma abordagem das pessoas na rua a relembrarem-lhe que ela também fazia música. “Aí comecei a pensar um pouco mais a sério, então percebi que tinha passado este tempo todo e comecei a dedicar-me mais à música, porque também tinha saudades”, revela a cantora, que confessa que o facto de ter recebido um ‘chamamento’ do público foi uma grande motivação.

Lúcia Moniz é uma das figuras mais acarinhadas da cena artística nacional. A sua ligação ao palco é inata e originou uma carreira internacional que se divide entre a música, o teatro, o cinema e a televisão, uma situação que a deixa muito feliz, ao ser reconhecida como cantora e actriz. Acima de tudo, Lúcia Moniz considera ter “uma grande sorte por conseguir fazer tudo de uma forma muito equilibrada e o mais importante é que reconheçam o meu trabalho e é para isso que o exponho”, sublinha.

Questionada sobre o que a preenche mais, a artista não hesita em afirmar que é sempre o trabalho que está a fazer no momento: “é a envolvência que tenho com esse trabalho e o tempo que lhe dedico que me preenche. Neste momento é a música, daqui a uns meses possivelmente será outra coisa…”.

Neste novo álbum, a cantora revela, nas músicas e nas letras, uma obra mais orgânica e uma musicalidade intensa que marca uma nova fase da vida da artista. Uma mão cheia de canções, “para (re)descobrirmos a razão de sorrir, como um fio de luz a bordar a vida”, anuncia a cantora.

Compositora de todos os dez temas do disco, Lúcia Moniz escreveu algumas das letras, mas fez questão de reunir outros autores como Pedro Malaquias e João Só e também a amiga Catarina Furtado, o padrasto Samuel e a irmã Inês Fonseca. Colaborações que apesar de parecerem inusitadas, para a cantora fazem todo o sentido. No caso da participação de Catarina Furtado, Lúcia sublinha que desafiou a apresentadora a dar palavras à sua música pois sente-se bastante “sensibilizada pelo seu tipo de escrita e também pela sua postura perante a vida”. Para a cantora, esta “é uma ligação muito especial, porque tem o objectivo de dar voz a uma luta pelos direitos humanos, através de uma canção da qual iremos ceder os direitos para uma organização que está fortemente activa em Cabo Verde na ajuda de arranjar casa a famílias sem abrigo”.

Novo álbum transmite uma visão positiva da vida

Composto entre o Canadá e Lisboa, Fio de Luz tem uma ligação directa com a cidade de Toronto, já que foi lá que começou o processo criativo. A cantora recorda que, aquando da sua estadia no Canadá (onde esteve durante dois meses), teve muito tempo para si próprioa. “Muitas tardes e noites foram passadas mesmo no quarto do meu aparthotel a compor e foi o trabalho que estava a fazer no momento que me inspirou bastante para a mensagem principal deste álbum”.

É de referir que no ano passado a cantora esteve no Canadá, juntamente com o actor Ivo Canelas, a gravar uma série televisiva cómica, na qual interpretou uma personagem que garante ter-lhe servido de inspiração. “Eu só tinha boa onde à minha volta: os textos que tinha que dizer, a postura que tinha que viver naquela personagem foi a melhor coisa que me podia ter acontecido, porque era quase o optimismo em pessoa”. A propósito da sua personagem, Lúcia recorda tratar-se “de uma personagem que enfrenta situações difíceis, mas que tenta sempre superá-las. Por isso, quando distribui as músicas pelos letristas, disse-lhes que escrevessem sobre o que quisessem, mas que fosse sempre sob uma visão positiva, não incidindo nos fracassos da vida. Daí o álbum chamar-se Fio de Luz, explica.

Texto de Cristina Alves
Fotos de Sara Santos
Agradecimentos ao Terrace Lounge do Corinthia Hotel Lisbon

Fonte: Canela e Hortelã

2 º Single de "Fio de Luz" - O que houver de ti

Foi oficialmente lançado para as rádios nacionais o 2º single de "Fio de Luz" deixem o vosso feedback no Facebook e Twitter Oficial da Lúcia ;)

quinta-feira

Passatempo Cotonete: Cd Lúcia Moniz

Cd "Fio de Luz" autografado, passatempo a decorrer no site cotonete.
Link da participação:
COTONETE

quarta-feira

Cartaz das Artes

04 de AGOSTO

O «Cartaz das Artes» desta semana apresenta o que de melhor se faz nas áreas do cinema, artes plásticas, música, e oferece ainda uma sugestão para descobrir Portugal em tempo de férias.

No grande ecrã estreia o filme «Chefes Intragáveis», uma comédia hilariante que retrata as relações conflituosas entre o chefe e os funcionários. A ação é garantida no filme «Capitão América ¿ O primeiro Vingador», uma longa-metragem que traz ao universo da sétima arte o herói de banda desenhada da Marvel.
Os palcos oferecem aos portugueses duas comédias musicais bem-humoradas: «A Flor do Cacto» de Lá Féria, e «Vai dar Banho ao Cão», de Óscar Branco.
Particular destaque para as exposições dos artistas portugueses Paula Rego, que inaugurou no passado mês de Julho as exposições «Oratório» e «O corpo tem mais cotovelos» na Casa das Histórias, e de Pedro Cabrita Reis, com a exposição do seu mais recente trabalho, «The Wispering Paper», na Fundação Carmona e Costa.
Ainda tempo para a apresentação dos últimos trabalhos das cantoras Lúcia Moniz, com a criação do «Fio de Luz», e Carla Baptista, com o álbum de originais intitulado «Noutro Lugar».
O programa de cultura da TVI sugere ainda um passeio pelo chalet e jardins da Condessa D¿Ella, em Sintra, que garante a descoberta de recantos de beleza incomparável.

O melhor da cultura no «Cartaz das Artes», esta quinta-feira dia 4 de Agosto

04/08/2011___01:40___TVI