sábado

Alta Definição - vídeos


MTV comemora hoje sete anos em Portugal

MTV comemora hoje sete anos em Portugal


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Para celebrar a data, a MTV organizou uma noite de música e dança que “vai primar pela irreverência e audácia”, assinalando assim o sétimo aniversário do canal no nosso país.


Entre os artistas convidados para animar a pista de dança destacam-se as presenças de David Fossi, Funkyou2, Diego Miranda, Pete Tha Zouk, Pedro Casanova e Andrea, The Bloody Bastards & Gunrose e Stereo Addiction & Heartbreakerz.

Mas outros artistas vão também passar pela festa da MTV. Nomes como Fonzie, Klepht, Moonspell, Tiago Bettencourt, Mind Da Gap, Boss AC, Os Pontos Negros, Filomena Cautela, Dino Alves, Pedro Laginha, Linda Martini, Gomo, Lúcia Moniz, Homem Mau, Lullabye já asseguraram a sua presença no evento.

Um dos destaques vai para os MTV TOYs, figuras do canal que foram costumizadas por artistas plásticos e músicos nacionais para marcar a data.

Fonte:Briefing

7º Aniversário MTV Portugal: Lúcia Moniz

A Lúcia Moniz está a gravar com os ORELHA NEGRA, candidatos ao EMA de BEST PORTUGUESE ACT 2010, mas também deu os parabéns à MTV!

Alta Definição...hoje com Lúcia Moniz

Alta Definição

Lúcia Moniz e Pedro Laginha na Rádio Renascença hoje

Lúcia Moniz e Pedro Laginha têm passado os últimos dias no Teatro Nacional D. Maria II... mas este sábado chegam de eléctrico à Renascença!A partir das 7h, o Carlos Bastos recebe duas ilustres visitas para falar sobre "Um Eléctrico Chamado Desejo". Se ainda não viu esta peça fantástica, este pode ser o fim-de-semana ideal!

sábado

Laços de Sangue-Banda sonora

O tema "Dizer Que Não" do albúm Magnolia faz parte da banda sonora da nova novela da SIC Laços de Sangue

5 para a meia noite - videos

Programa integral:

Video

Alguns momentos - Youtube



segunda-feira

Auto do desejo-teatro-Ípsilon

Na defesa do seu texto, Tennessee Williams sugeria que não procurássemos culpados nem nos quedássemos em julgamentos sumários. Em "Um Eléctrico Chamado Desejo" não existiam bons e maus. Estaríamos perante um evidente e inevitável confronto de mundos, um progressista, construtor de uma multiculturalidade representada por Stanley Kowalski, polaco de ascendência mas "cem por cento americano", e um outro colocado à margem, decadente e elitista, hoje feito mais de fantasias do que poder, representado por Blanche DuBois, crente não na verdade mas "no que a verdade deveria ser".

As duas personagens, antagonistas, deveriam reunir os diferentes lados do debate entre evolução e conformismo e, no confronto, libertar a narrativa de um pendor moralizante.

A força maior do texto de Williams reside, precisamente, na possibilidade de avaliarmos os comportamentos não à luz das suas consequências, mas atentos às razões que levam as personagens - e por identificação os homens no geral - a agir de determinada forma.

"Um Eléctrico..." não é tanto uma peça sobre o corpo quanto é uma peça sobre a corporalidade, mostrando que a tensão não é física mas psicológica. É, por isso, curial que a dramaturgia seja atenta à evolução das personagens, descrevendo-as claramente desde o início e, no desfiar dos seus argumentos, consiga fazer com que sejam os actores a controlar, conforme a contra-cena, o modo como revelam as diferentes camadas que constituem o perfil psicológico das personagens.

Diogo Infante consegue esse jogo a espaços, preferindo uma distância expositiva a um olhar determinista e, curiosamente, parecendo optar pela ilusão de Blanche em detrimento do pragmatismo de Kowalski. É um olhar curioso, que faz com que a sua encenação reflicta o desequilíbrio do debate e que, pelo modo como conduz a peça sem intenções expressionistas, impeça o julgamento sumário temido por Williams.

É certo que, por vezes, essa intenção é contrariada, forçando uma polidez no seu olhar que expõe uma tradução (Helena Briga Nogueira) demasiado preocupada com a cadência poética de Williams e que, por vezes, descura a desmontagem que o autor imprimiu nas frases (o mesmo vale para os figurinos de Manuela Gonzaga).

A versão, se segue o texto original (e portanto não foge às elipses, como no argumento do filme de Elia Kazan), é demasiadamente altiva e educada, sendo irónica quando devia ser crua, e fria quando devia ser cínica. Mas, ainda assim, e mesmo que possamos ver nesta opção uma defesa da magia reclamada por Blanche contra o realismo de Kowalski, há uma vontade de criação de um território neutro, aqui personificado por um cenário de peça única (Catarina Amaro) que é entendido como uma personagem, revelando ou escondendo algumas cenas, no qual o magnífico desenho de luz (Nuno Meira) e a sonoplastia (Rui Dâmaso) - que ganharia em ser ainda mais interior e subterrânea - jogam um papel de extrema importância.

A encenação procura, assim, e bem, dar aos actores o papel de veículos das ideias de Williams. O desempenho de Alexandra Lencastre (Blanche) é rico de cambiantes no olhar, na voz e na gestualidade (mesmo que, por vezes, se insista na sedução, quando o texto é aguerrido e combativo), e o de Lúcia Moniz (Stella) é de uma impressionante solidez, sabendo manobrar, no tempo do gesto e no tempo do diálogo, o amadurecimento a frio da irmã de Blanche. Ambas, conscientes de que o seu tempo de belas de um decadente Sul já acabou, fazem pela peça o que, por vezes, o resto do que se passa em palco não faz por elas. Preenchem o palco com uma inteligência instintiva, ao invés de intuitiva, ganham o combate da argumentação pelo espaço que dão entre as frases e pelo modo como se envolvem, por inteiro (e não apenas com a cabeça como faz Albano Jerónimo com Kowalski), na defesa de um ideal.

É uma versão que entende por que é que Williams sugeria que o único sentimento que se podia ter sobre Blanche era o de piedade. Diogo Infante faz com "Um Eléctrico..." um exercício sobre a passagem do tempo, sendo lírico e fantasioso, em vez de ser inquisitivo. A distância temporal que nos separa do texto não aguentaria outro olhar.

Fonte:Ípsilion

quinta-feira

5 para a meia noite

Na próxima 2ª feira serão convidados de Filomena Cautela: Lúcia Moniz, Albano Jerónimo e os Pinto Ferreira na 2 no programa 5 para a meia noite. A não perder.

Rosa 10 -"Um eléctrico chamado desejo"

Alexandre Lencastre e Lúcia Moniz em "Um Electrico Chamado Desejo"

Estreia esta quinta-feira, no Teatro D. Maria II, “Um Eléctrico Chamado Desejo”. Com Alexandra Lencastre e Lúcia Moniz, a peça está em cena até 31 de Outubro.
Em “Um Eléctrico Chamado Desejo”, “Blanche DuBois”, personagem interpretada por Alexandra Lencastre, dá vida a uma frágil e solitária beldade sulista que decide visitar a irmã, “Stella”, papel interpretado por Lúcia Moniz, que vive num bairro pobre de Nova Orleães.

Com a vida em declínio, “DuBois” acaba por se confrontar com o marido de Stella, “Stanley Kowalski”, cujo temperamento rude ofende e atrai a sensibilidade e educação de que é dona.

A obra de dramaturgia do século XX estabeleceu Tennessee Williams como um dos mais consagrados autores americanos.
Alexandra Lencastre, Albano Jerónimo, Lúcia Moniz, Pedro Laginha, André Patrício, Estevão Antunes, José Neves, Marques D’ Arede, Paula Mora e Sofia Correia integram o elenco de “Um Eléctrico Chamado Desejo”.

LÚCIA MONIZ faz 34 anos no dia em que estreia “Um Eléctrico Chamado Desejo”



“É uma prenda que qualquer actriz gostaria de receber pelo Natal e eu recebo no dia de aniversário”, diz
Lúcia Moniz comemora esta quinta-feira 34 anos, no dia em que estreia no Teatro D. Maria II a peça Um Eléctrico Chamado Desejo, na qual participa.


A actriz contracena ao lado de Albano Jerónimo, André Patrício, Estevão Antunes, José Neves, Marques d'Arede, Paula Mora, Pedro Laginha, Sofia Correia e Alexandra Lencastre, que volta nesta peça aos palcos, após 13 anos afastada das “tábuas”.


Em conferência de Imprensa, Lúcia Moniz contou que quando recebeu o convite ficou “eufórica”. “Fiquei contente, surpreendida.” Lúcia diz estar a adorar representar ao lado de nomes sonantes do teatro nacional. “É uma honra. É um privilégio enorme. Uma prenda que qualquer actriz gostaria de receber no dia de Natal e que eu recebo mais cedo, no dia de aniversário”, contou.


Cantora e actriz, Lúcia Moniz nasceu a 9 de Setembro de 1976, em Lisboa. É filha de Carlos Alberto Moniz e de Maria do Amparo. Por ser filha de dois músicos esteve desde muito cedo ligada à música. Aos seis anos integrou a Academia de Música de Santa Cecília e aos 14 iniciou os estudos de piano e violino. Aos 19 anos participou no Festival RTP da Canção com o tema O Meu Coração Não Tem Cor. Venceu o concurso e representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção, onde alcançou o sexto lugar.


Lançou o seu primeiro álbum em 1999, intitulado “Magnólia”, e tem participado em filmes, novelas e peças de teatro. Tem uma filha, Júlia, fruto do relacionamento que teve com o músico Donovan Bettencourt.

Fonte:Vip

Feliz Aniversário Lúcia



Parabéns Lúcia e boa sorte para a estreia da peça de teatro logo à noite, deixo aqui a minha modesta prendinha espero que gostes :)

Um Eléctrico Chamado Desejo no D. Maria II


Metro



Fonte:Metro

sábado

"Um Eléctrico Chamado Desejo" (fotos)










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Concursos e ficção são os trunfos

Canais generalistas investem na nova temporada. RTP aposta no regresso de Sílvia Alberto, SIC entrega as tardes a Conceição Lino e TVI põe Fátima Lopes a pagar contas.

RTP, SIC e TVI preparam o arranque da nova grelha. A estação pública mantém a aposta na produção nacional, assim como numa nova edição do concurso de talentos ‘Operação Triunfo’, apresentado por Sílvia Alberto. O formato deverá fazer concorrência directa a ‘Ídolos’, da SIC, que estreia a 12, domingo. A estação de Carnaxide pretende ainda reforçar a área da Informação e roubar a liderança da TVI nas novelas, com ‘Laços de Sangue’. A grande novidade, contudo, é a aposta de Conceição Lino na condução das tardes, com ‘Boa Tarde’. Na TVI continua-se a apostar forte na ficção nacional, sendo que uma das novidades da grelha é a novela de Rui Vilhena ‘Bem me Quer, Mal me Quer’. Outros trunfos da estação de Queluz de Baixo para a rentrée são o programa de Fátima Lopes e ‘Casa dos Segredos’, o regresso aos ‘reality shows’ dez anos após o primeiro ‘Big Brother’.

Na RTP1, é já no dia 11 que arrancam, no Porto, os ‘castings’ para ‘Operação Triunfo’, da RTP. Sílvia Alberto conduz a 4.ª edição deste concurso de talentos, que deverá ocupar as noites de domingo da estação pública. No mesmo dia, Catarina Furtado e José Carlos Malato apresentam a gala ‘7 Maravilhas Naturais de Portugal’, em directo das Portas do Mar, em Ponta Delgada, nos Açores. O humor é outra aposta forte da RTP1. Bruno Nogueira regressa com mais de ‘Lado B’ e Herman José promete muitas surpresas em ‘Herman 2010’. "As novidades vão acontecer todas as semanas. ‘Herman 2010’ é como as impressões digitais: nunca há dois iguais!", afirma o humorista. No que se refere à ficção nacional, o investimento mantém-se forte com novos episódios de ‘Conta-me como Foi’. Ao núcleo-duro vão juntar-se duas novas personagens, interpretadas pelas actrizes Rita Durão, que vai trabalhar no supermercado do bairro, e Rita Loureiro, uma nova vizinha. A nova, e última fase da série, vai até 25 de Abril de 1974.

Das estreias previstas, destaque para ‘Voo Directo’, uma co-produção entre a RTP e a TPA (Televisão Pública de Angola), que tem Soraia Chaves, Maya Booth, Micaela Reis e Erica Chissapa nos principais papéis, e acompanha as aventuras amorosas de quatro amigas hospedeiras, e ‘Tempo Final’, uma mini-série de seis episódios em que as histórias são contadas em tempo real. Leonel Vieira, Pedro Varela e Yuri Alves dirigem um elenco que inclui Diogo Morgado, Rui Unas, Ivo Canelas, Lúcia Moniz e São José Cor-reia, entre outros. Por fim, a estação pública exibe quatro mini-séries de dois episódios, com estreia agendada para Outubro, sobre o centenário da República. São elas: ‘República’, de Jorge Paixão da Costa, ‘O Segredo de Miguel Zuzarte’ e ‘A Noite do Fim do Mundo’, ambas realizadas por Henrique Oliveira, e ‘O Segredo da República’, de Tiago Guedes e Frederico Serra. No domínio desportivo, onde o futebol é rei, além da transmissão dos jogos da Liga dos Campeões, a estação pública vai exibir os jogos de apuramento para o Euro’2012 e ainda da selecção de Sub-21. Na RTP 2, destaca-se a estreia da série infantil, de 30 episódios, ‘República das Perguntas’. Setembro marca o regresso dos programas habituais da grelha: ‘Sociedade Civil’, no dia 13, ‘Bairro Alto’, a 14, ‘A de Autor’, a 16, e ‘Câmara Clara’, a 19.

Na SIC, a partir do dia 12, Cláudia Vieira e João Manzarra regressam com mais uma edição de ‘Ídolos’. As primeiras emissões serão, como já é habitual, dedicadas aos ‘castings’, onde os ‘cromos’ vão, certamente, proporcionar momentos de boa disposição. Segunda-feira, 13, é dia forte de estreia no canal. Conceição Lino arranca com o novo formato ‘Boa Tarde’, que substitui ‘Vida Nova’. "É um programa pensado de raiz para a Conceição. Vai ter uma componente informativa, recuperando temáticas que faziam parte do ‘Nós Por Cá’", adianta à Correio TV Luís Marques, director-geral da SIC. Emitido em directo, de segunda a sexta-feira, este formato terá a duração de duas horas. À noite, Miguel Sousa Tavares está de regresso ao ecrã, desta vez para comentar a actualidade no ‘Jornal da Noite’. Depois de ‘Sinais de Fogo’ não está previsto que o jornalista venha a ter um programa seu. "Vou ter um espaço fixo de comentário à segunda-feira e colaborar em projectos de informação e debate, sem que exista uma periodicidade fixa", revela. Logo a seguir, a estação exibe o primeiro episódio de ‘Laços de Sangue’, novela que marca o início da parceria com a Globo. Diana Chaves, Diogo Morgado e Joana Santos lideram o elenco desta ficção.

Outro investimento da SIC é o reforço da informação. O ‘Jornal da Noite’ vai ainda contar com novas rubricas e até ao final do ano a estação estreia dois formatos na vertente reportagem e investigação jornalística. Assim, ‘Histórias com Gente Dentro’, narrativas de cidadãos anónimos com histórias cativantes, volta à grelha com duas novas edições de cinco episódios cada. Em Outubro, Sofia Pinto Coelho apresenta um espaço de investigação dedicado à Justiça. "É um formato inovador que marca a nossa grande aposta na reportagem", afirma Alcides Vieira, director de Informação da SIC. Já em Setembro, assuntos de criminologia vão ser abordados no ‘Companhia das Manhãs’, numa rubrica conduzida por Hernâni Carvalho. No domínio do futebol, e ainda neste mês, a SIC emite a fase de grupos da Liga Europa. O canal transmite ainda a Taça da Liga.

Na TVI, são grandes as expectativas relativamente ao novo desafio de Fátima Lopes. O programa de entretenimento, exibido de segunda a sexta-feira num horário a definir (no período entre as 17 e as 19 horas), vai ajudar os portugueses a pagar as suas contas. Uma multa com uma história insólita, a festa de casamento que saiu mais cara do que se esperava, a conta da luz, que disparou com o ar-condicionado nos dias mais quentes, e ainda as despesas do dia--a-dia que se vão acumulando, são motivos mais do que suficientes para concorrer a este formato, que testa as capacidades dos participantes ao longo de vários desafios. A data de estreia, tal como o nome do formato, ainda não está definida, mas tudo indica que será na segunda quinzena de Setembro. No dia 15, realiza-se a gala da TVI para anunciar as novidades da grelha, com apresentação de várias figuras conhecidas da casa.

Cinco dias depois, arranca a 8.ª temporada da série juvenil ‘Morangos com Açúcar’, cujo elenco, mais adulto, passa a contar com o veterano João Lagarto, que terá um papel de destaque no desenrolar da acção. Entre os muitos actores que transitam de temporada estão Carla Vasconcelos, Bruno Simões, Filomena Gonçalves e Sofia Duarte Silva. Ainda neste mês, deverá estrear ‘Casa dos Segredos’, nova versão do famoso ‘Big Brother’ (ver caixa). Já a nova novela de Rui Vilhena, ‘Bem me Quer, Mal me Quer’), que marca o regresso de Fernanda Serrano ao pequeno ecrã, chega em Outubro. Nesta ficção, a actriz interpreta a vilã Júlia, que se envolve romanticamente com o cunhado, Belmiro (Nuno Homem de Sá), e faz a vida negra à mulher deste, Alice (Maria João Luís), que o autor descreve como "uma espécie de Sophia Loren nos filmes de Vittorio de Sica ou Carlo Ponti". A novela conta com a presença de uma personagem hermafrodita, o que promete gerar polémica. Entretanto, a estação de Queluz de Baixo continuará a transmitir semanalmente um jogo da Liga Zon Sagres com o Benfica, FC Porto ou Sporting como protagonistas.

LAÇOS DE SANGUE: PARCERIA ENTRE SIC E TV GLOBO

Gravada em Portugal e no Rio de Janeiro, ‘Laços de Sangue’ marca o começo da cooperação entre a SIC e a TV Globo. O romance entre um médico, interpretado por Diogo Morgado, e uma gestora hoteleira, Diana Chaves, conduzirá a teia da acção da novela. Joana Santos, Sisley Dias, Joana Seixas, Custódia Gallego, Pepê Rapazote, Carlos Vieira e Hugo Sequeira integram o elenco.

REALITY-SHOW DA TVI: 'A CASA DOS SEGREDOS'

Cidadãos anónimos vão ser os protagonistas do próximo reality-show da TVI, uma versão do mediático ‘Big Brother’ que fez furor em 2000. Para coadjuvar Júlia Pinheiro, que conduzirá o formato, aponta-se os nomes de Leonor Poeiras, de 30 anos, a apresentadora do ‘Quem Quer Ganha’, e do actor Pedro Granger, de 31 anos.