sexta-feira

Eleição das 7 Maravilhas Naturais de Portugal em contagem decrescente para o final

A contagem decrescente para se ficar a conhecer as 7 maravilhas naturais de Portugal está a acabar, o anúncio vai ser feito no próximo sábado, 11 de Setembro, nas Portas do Mar em Ponta Delgada, numa gala que vai ser transmitida em directo pela RTP e que vai contar com a presença de Mariza e Pauleta, padrinhos da iniciativa.

A votação vai decorrer até ao próximo dia 7 de Setembro, e até lá vai ser possível votar numa das 21 maravilhas a concurso, em sete categorias distintas: Zonas Marinhas; Grutas e Cavernas; Praias e Falésias; Florestas e Matas; Grandes Relevos; Zonas Protegidas e Zonas Aquáticas não Marinhas, via internet no site das 7 Maravilhas, por sms e por telechamada.

As 21 paisagens naturais a votos, estão distribuídas pelas regiões do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira (havendo representantes de todas as regiões do país), e são na categoria de Florestas e Matas: Floresta Laurissilva – Madeira, Mata Nacional do Buçaco, Paisagem Cultural de Sintra – Património da Humanidade, na categoria de Grandes Relevos, os nomeados são Paisagem Vulcânica da Ilha do Pico, Parque Natural da Arrábida e Vale Glaciar do Zêzere.

Na categoria de Grutas e Cavernas as finalistas são Algar do Carvão – ilha Terceira, Açores, Furna do Enxofre e Grutas de Mira de Aire, já na categoria de Praias e Falésias os finalistas são Pontal da Carrapateira, Portinho da Arrábida e Praia do Porto Santo, na Madeira.

Na categoria de Zonas Marinhas os nomeados são Arquipélago das Berlengas, Ponta de Sagres e Ria Formosa, já na categoria de Zonas Não Marinhas os nomeados são Lagoa das Sete Cidades – S. Miguel, Açores; Portas de Ródão e Vale do Douro.

Na categoria de Zonas Protegidas as finalistas são o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e a Reserva Natural da Lagoa do Fogo.

Promover as paisagens naturais existentes em Portugal, de norte a sul do país e também nas ilhas, alertar para a necessidade da preservação da natureza e para a sustentabilidade ambiental, numa altura em que se assinala o Ano Internacional da Biodiversidade, são alguns dos objectivos da iniciativa, que tem como inspiração a natureza.

“Queremos conseguir a preservação do ambiente através da eleição das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, e também trazer o tema da preservação para cima da mesa”, afirmou ao C&H Luís Segadães responsável das New 7 Wonders Portugal, por altura da apresentação dos embaixadores do projecto, em Maio passado, no Algar do Carvão, na ilha Terceira.

E chamar à atenção para a natureza e para o seu estado foi uma das tarefas de Mariza, “Eu estou muito contente com o convite, e é para mim um enorme prazer estar aqui para chamar à atenção e ajudar a preservar as belezas naturais de Portugal”, disse na mesma altura ao C&H a artista de cariz internacional.

Uma opinião partilhada pelo internacional português, Pauleta, natural dos Açores, que confessou ao C&H estar muito orgulhoso e contente com o convite. “Foi com grande orgulho que aceitei o convite de embaixador da iniciativa e divulgar as belezas naturais de Portugal”.

Foi também aos dois embaixadores que coube a tarefa de apresentar a “tábua dos 7 mandamentos”: 1-Planear; 2- Escolher; 3- Respeitar; 4- Proteger; 5-Aprender; 6-Colaborar e 7-Divulgar.

Para ajudar a chamar à atenção e promover cada candidata, as respectivas regiões escolheram também padrinhos e madrinhas conhecidos do grande público, como por exemplo Tim, Rui Veloso, Lúcia Moniz ou o Maestro António Vitorino de Almeida.

As sete maravilhas vencedoras vão ser conhecidas já no próximo dia 11, numa gala que vai ser transmitida em directo na RTP, a televisão oficial da iniciativa. Cada uma das sete maravilhas vencedoras vai receber um troféu, criado propositadamente para esta eleição, da autoria da SPAL.

A eleição das 7 Maravilhas Naturais de Portugal conta com o apoio do Governo Regional dos Açores e da Associação de Turismo dos Açores, do Instituto do Turismo de Portugal, Ministério do Ambiente, Instituto de Conservação da Natureza, entre outras instituições ligadas ao ambiente e à natureza e antecede a eleição das “7 Maravilhas da Natureza do Mundo®”, que vai decorrer em 2011, na qual a região do Douro Vinhateiro foi a paisagem portuguesa a ir mais longe, ficando entre os 77 finalistas.



Fonte: Canela e Hortelã

O Algar do Carvão candidata a uma das Maravilhas Naturais - RTP Noticias, Vídeo

Maravilhas Naturais: Algar do Carvão

Hoje, saiba tudo sobre o Algar do Carvão. A reportagem é de Paulo Ribeiro Pinto, que viaja ainda por uma fotogaleria comentada. Veja tudo AQUI.

Os antigos chamavam-lhe o “Sacrum Promontorium”. Um extremo continental, carregado de misticismo e de cultos variados. Ali pode ter existido um local de culto a Hercules e, mais tarde, no século IV, Sagres dedicou-se a São Vicente. No século XII, D.Afonso Henriques mandou resgatar as relíquias do santo, trasladando-as para Lisboa, onde São Vicente ficou como padroeiro.

Ao contrário do que durante muito tempo se propagou, Sagres nunca terá sido sede de uma Escola Náutica fundada pelo Infante D.Henrique. Na vila que construiu sobre o promontório, o Infante montou uma praça militar que controlava o tráfego marítimo, mantendo Lagos como o grande porto comercial do Sul.

Ouça também Isabel Pereira à conversa com Carlos Alberto Moniz, pai da madrinha do Algar do Carvão, Lúcia Moniz. Veja tudo AQUI.

Fonte :Rádio Renascença

quinta-feira

Apresentação da temporada 2010/2011 do Teatro D.Maria II - Só Visto

“Considero-me bastante privilegiada na minha profissão”

“Considero-me bastante privilegiada na minha profissão”
Actriz está a ensaiar peça do Teatro D. Maria II.

Ao seu estilo discreto, a actriz tem participado em projecto de sucesso em Portugal e lá fora. Entre os muitos trabalhos em que esteve envolvida este ano, Lúcia Moniz participou numa série no Canadá, “Living in your Car”, está a preparar o seu próximo disco e, no início de Setembro, estreia a peça “Um Eléctrico Chamado Desejo”, onde participa. O tempo livre de qualidade é para dedicar à filha, Júlia, de seis anos.

Está há um mês em ensaios da peça “Um Eléctrico Chamado Desejo”…
É verdade. O projecto está a andar com calma, mas em passos seguros. Estou a gostar muito desta experiência e também de ser dirigida por um colega, o Diogo Infante, com quem já trabalhei como actor. Agora aprendo todos os dias qualquer coisa.

É uma boa equipa?
Estou a adorar. Além do Diogo, só tinha trabalhado com o Pedro Laginha, mas gostei muito de conhecer o Albano Jerónimo e a Alexandra Lencastre. A maioria do elenco não conhecia e a partilha e a envolvência da peça está a ser muito engraçada.

O facto de ter muitas caras conhecidas faz com que esta peça se adivinhe um sucesso?
Talvez ter a Alexandra Lencastre e o Albano Jerónimo como cabeça de cartaz motive o público a sair de casa para vê-los ao vivo, mas o sucesso depende do trabalho de toda a equipa. Esta peça é um clássico, um texto belíssimo, as caras motivam o público, por isso vamos aproveitar todos estes ingredientes para ter sucesso.

Voltou a haver o hábito de ir ao teatro?
Acho que sim e esta casa, o Teatro D. Maria II, é a prova disso, com salas sempre cheias. É um prazer enorme diariamente.

A Lúcia tem feito televisão, teatro, cinema e ainda há tempo para a música…
Raramente faço projectos em simultâneo. Tenho o meu próximo disco de molho até a peça estrear em Setembro, porque agora estou só focada e ligada a “Um Eléctrico Chamado Desejo”.

Sente-se mais actriz ou cantora?
Depende. Agora sinto-me mais actriz, pois ultimamente trabalho mais na representação e há seis anos que não gravo um álbum. Embora em casa pegue na guitarra e componha umas coisas, há anos que não apresento nada ao público. A música já estava nas veias e a representação tem vindo a ganhar um espaço na minha vida e eu tenho vindo a trabalhar para evoluir.

Prevê lançar o próximo álbum quando?
A intenção é ser no início do próximo ano, mas é muito cedo para prometer datas para lançar o meu quarto álbum. Assim que a peça estrear já me posso dedicar mais ao disco, mas com calma.

Esteve a gravar uma série no Canadá, “Living in your Car”…
Foi uma experiência maravilhosa. Estive dois meses em Toronto a filmar uma série cómica, que é um registo no qual não estava muito à vontade e assim aprendi imenso, com um elenco todo estrangeiro, à excepção de mim e do Ivo Canelas, e depois o facto de ter de falar em inglês tornou o desafio ainda maior.

A série vai passar em Portugal?
Julgo que está a ser negociada essa hipótese, mas não sei para que canal.

Acha que se ganha mais qualidade ao trabalhar lá fora?
A Daniela Ruah, por exemplo, está a fazer um trabalho que ganhava notoriedade aqui ou lá fora. É um orgulho nosso saber que temos uma actriz portuguesa a fazer um bom trabalho e muito sucesso internacional. Eu e o Ivo é normal que sintamos algo especial por termos sido convidados para trabalhar fora do nosso país.

A série já estreou no Canadá?
Sim, em Maio. E teve uma recepção engraçada, de tal forma que vai ser gravada agora uma segunda temporada.

Mas não vai fazer esta segunda série…
Não porque estou a fazer a peça “Um Eléctrico Chamado Desejo”. Já tinha este compromisso e estou muito feliz por fazer esta peça. Se houver uma terceira série pode ser que regresse ao Canadá.

Esta série não é o seu primeiro trabalho no estrangeiro…
É verdade, fiz também o filme ‘Love Actually’. Foi um trabalho muito importante para mim porque foi a primeira vez que fiz cinema e tudo o que vivi ajudou-me a ser a pessoa que sou hoje e aprendi imenso profissionalmente. Este filme marcou a minha carreira, foi um filme internacional que me deu contactos lá fora que mantenho até hoje.

Neste filme conheceu o Hugh Grant…
Tive o privilégio de lhe apertar a mão, mas não contracenei com ele nem um segundo. Convivemos muito pouco.

Tem sempre bastante trabalho?
Considero-me bastante privilegiada na minha profissão, porque faço o que gosto e é também o meu ganha-pão. Há anos melhores que outros, este está a correr bem e eu tenho aproveitado bastante. Sinto-me bastante feliz e realizada com o caminho que escolhi.

Já deu provas do seu trabalho, mas acha que teve sorte na carreira por ser filha de quem é?
Dou graças todos os dias aos pais que tenho e àquilo que eles me permitiram viver e aprender. Eles têm muita influência na minha vida diariamente. Sou autónoma desde os 21 anos, quando comecei a trabalhar, mas a ajuda e acompanhamento deles foi e é fundamental.

Apesar de toda a exposição profissional tem uma vida muito discreta…
Passo muito despercebida felizmente, mas não faço nada para esconder a minha vida ou deixo de fazer. Tenho uns dias normais, apenas resguardo a minha filha. A Júlia tem seis anos e apareci publicamente com ela duas vezes. Mas realmente não há uma invasão da minha vida.

Como vive a Júlia a profissão da mãe?
Ela acha piada eu fazer da minha vida aquilo a que ela brinca em casa, ao faz de conta. Depois acompanha-me na música, coisa que eu fazia com os meus pais. Acha muita piada à profissão dos pais. Noto que ela tem alguma sensibilidade para estas áreas e nós fazemos com que ela brinque com isso, lhe dê prazer, seja divertido, mas não a incentivamos a nada.


Fonte: STARLOUNGE PORTUGAL

terça-feira

Voluntário


Está em reposição o documentário apresentado por Lúcia Moniz na RTP 2 às 19:00 diariamente.
Site : Voluntário

sexta-feira

Fotos da gravação de Maternidade









Mais fotos da série AQUI

Fonte:Sapo

Lúcia Moniz fala sobre «Maternidade»


Actriz é a protagonista da nova série que a RTP1 se prepara para estrear em Setembro.

Ao lado de José Fidalgo, Lúcia Moniz vai estar à frente do elenco de «Maternidade», a nova série da RTP1, que vai marcar a rentrée da estação, já em Setembro. A actriz veste a pele de «Madalena Valente», uma obstetra conceituada que se vê obrigada a mudar-se para uma maternidade à beira do encerramento compulsivo. Lúcia Moniz vai medir o pulso à equipa da clínica e injectar-lhes uma boa dose motivação. A actriz conta a SapoTV como se inspirou para o papel.

Este é um grande desafio para uma actriz?
É muito engraçado. São dias inteiros enfiados numa clínica a ajudar futuras mães a dar à luz. Já passaram por nós alguns bebés recém-nascidos. Sãos uns queridos.

Assistiu a algum parto?
Ao vivo ainda não, o que vi foi muitos partos na internet. Depois vi o meu, embora que numa perspectiva bem diferente. Já fizemos visitas a maternidades e de certa forma deu para perceber o ambiente que aqui vivemos. Temos enfermeiras aqui em estúdio que nos ajudam nas cenas de parto. São as melhores pessoas para nos ajudarem. Dão dicas de como proceder nesse momento tão maravilhoso e ajudam-nos também nos diálogos, que acabam por trazer veracidade às cenas. É um trabalho muito interessante.

Sendo assim já está capaz de trazer um bebé ao mundo?
Às vezes as enfermeiras dizem-nos que o que estamos a dizer ou fazer não é muito credível. Aí queremos logo saber como se faz.

Enquanto mãe não lhe faz confusão ver estes bebés, tão pequenos, já agenciados para fazerem televisão?
Completamente. Faz-me muita confusão. Não condeno, nem critico, mas não posso negar que me faz impressão ver um bebé já exposto a luzes, acção, corta e vamos gravar outra vez. Mas é certo que há um cuidado acrescido, da parte do realizador e de toda a equipa, pois nós ensaiamos, vezes sem conta, com um boneco e depois só fazemos um take com o bebé recém-nascido. É-nos exigida uma enorme concentração para não submeter o bebé a isto tudo.

Como mãe não faria isto?
Não e a minha filha já tem seis anos. Não faço ideia porque os pais fazem isto, mas devem haver milhentas razões que os motivam a fazer isto. Por isso não condeno.

Quem é «Madalena Valente»?
Fazer este personagem é muito engraçado. Primeiro porque nunca na vida pensei em ser médica, nem em criança me passou isso pela cabeça. Faço de médica pela primeira vez. Depois, porque a «Madalena» é uma pessoa muito interessante. Quer pôr esta clínica a funcionar bem e faz de tudo para que volte a ser uma clínica de referência. Mas devido ao passado dela, tende a ser um pouco agressiva e autoritária. Por causa disso, cria algum mal-estar entre os colegas, embora sempre com as melhores das intenções.

Autoritária é coisa que não bate com a sua maneira de ser...
Sim. Nunca fui muito autoritária e nunca tive muito sucesso a esse nível (risos). Arranjo inspiração à medida que vou estudando as cenas com a Sandra Faleiro, a nossa directora de actores, que tem sido fantástica. Com a orientação que ela nos dá faz-nos ir buscar o que precisamos para cada uma das personagens. A partir daqui pode ser que tenha outra postura na vida (risos).

Como é gravar com este elenco?
É maravilhoso. Ainda não tinha trabalhado com alguns dos actores mas já os conhecia a todos. Digo que é maravilhoso mas estendo a toda a equipa que está a fazer a série.

Fazia falta uma série sobre medicina?
Fazem sempre falta coisas novas. Não só sobre a medicina. A SP Televisão começou com os advogados, depois os polícias e agora os médicos. Isto é muito interessante porque só traz novidade à televisão portuguesa.

Vai haver tempo para férias?
Não (risos). A seguir às gravações vou começar a ensaiar no Teatro Nacional. A peça vai chamar-se «Um Eléctrico Chamado Desejo» e até ao final do ano estarei a trabalhar. Ainda bem, é bom sinal.

(Entrevista: Joana Côrte-Real/Fotos: Bruno Raposo)


Fonte: Sapo

quarta-feira

A União (artigo)




Agradecimentos especiais ao Nuno Pereira.

segunda-feira

Alexandra Lencastre já começou a ensaiar para regressar aos palcos



'Um Eléctrico Chamado Desejo' estreia-se a 9 de Setembro no Teatro D. Maria II.

O pânico que Alexandra Lencastre confessou sentir devido ao regresso ao teatro não fazia qualquer sentido. Quem o diz é Pedro Laginha, actor que já está a ensaiar com a actriz a peça Um Eléctrico Chamado Desejo, de Tennessee Williams, que se estreia a 9 de Setembro no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. "Ela nunca nos passou nada disso. É uma actriz com muito talento", diz.

Mas a verdade é que, em Junho, Alexandra Lencastre admitiu que o regresso aos palcos, após 13 anos, estava a dar-lhe cabo dos nervos. Foi no teatro que ela começou a sua carreira, mas nos últimos anos decidiu dedicar-se à televisão, tendo feito numerosas novelas para a TVI, a última delas, Meu Amor, ainda em exibição. Convites não lhe faltaram, mas só agora decidiu aceitar.

Os ensaios começaram há três semanas e têm decorrido no Teatro da Comuna, em Lisboa, devendo iniciar-se no D. Maria a partir da próxima semana. Alexandra Lencastre, Albano Jerónimo, Lúcia Moniz e Pedro Laginha, que interpretam as personagens principais desta peça, têm vindo a decorar textos e marcações.

"Tem sido óptimo. É um texto muito bom e a equipa também", elogia Laginha, que, no papel de Mitch, se vai apaixonar por Blanche DuBois, a personagem de Alexandra Lencastre. Uma grande contracena entre os dois actores, que nunca se haviam cruzado em trabalho. "Já a admirava muito e agora é um privilégio muito grande", admite o actor.

Um Eléctrico Chamado Desejo conta a história de uma mulher frágil e solitária que decide visitar a irmã e que entra em confronto com o cunhado, um homem sexualmente agressivo.

Esta peça, para a qual a actriz teve de passar por uma mudança de visual, estará em cena até ao final de Outubro.

Fonte:Diário de Notícias

domingo

Orelha Negra colaboram com Lúcia Moniz



Em entrevista ao IOL Música, Sam The Kid e DJ Cruzfader revelaram que disco conta com a participação de Lúcia Moniz, entre outras vozes nacionais
Um disco em versão mixtape e um videoclip com a colaboração do artista plástico Vhils são os planos dos Orelha Negra para os próximos meses.

A banda esteve esta sexta-feira no Sudoeste TMN 2010, na Zambujeira do Mar, encerrando os concertos no palco principal do festival. Ao IOL Música, Sam The Kid e DJ Cruzfader revelaram que o CD incluirá remisturas e medleys apresentados ao vivo e contará com a participação de Lúcia Moniz, entre outras vozes conhecidas dos portugueses.

«Estamos a acabar uma mixtape com versões dos nossos temas com vozes, cantados por pessoas conhecidas da nossa praça. Um nome, que à partida as pessoas vão pensar que não faz muito sentido, é o da Lúcia Moniz. Mas ficou muito giro, é um registo espectacular», contou Sam The Kid.

A mixtape dos Orelha Negra deverá ser lançada até ao final do ano. Se tudo correr como previsto, chegará às lojas em Outubro.

Antes disso, a banda que cruza o jazz, hip-hop, funk e soul quer voltar a trabalhar com o português Vhils. Depois da pequena colaboração durante o concerto no Sudoeste 2010, em que o artista plástico e a sua equipa rasgaram uma face na superfície de uma tela, os Orelha Negra pensam já na criação de um videoclip para o tema «961919169».

Fonte:Iol Música

quarta-feira

Diário Insular






Fonte:Diário Insular

Video (Festas da Praia 2010)

Está disponível no Facebook não oficial da Lúcia Moniz um vídeo com um pouco da sua actuação nas Festas da Praia 2010.
Aqui fica o link
Facebook Lúcia Moniz (Não Oficial)

Fotoiris Magazine







Agradecimentos especiais ao Nuno Pereira.